domingo, 30 de novembro de 2014

Intimidade: Como Confiar em Si Mesmo e nos Outros


Arrisque tudo pela verdade; ou então você vai continuar descontente. Você vai fazer muitas coisas, mas nada realmente vai acontecer com você. Você vai se movimentar bastante, mas nunca vai chegar a lugar nenhum. O resultado no fim será quase absurdo.

É como se você estivesse faminto e simplesmente fantasiasse sobre o alimento — maravilhoso, delicioso. Mas fantasia é fantasia, não é real. Você não pode comer um alimento irreal. Por momentos você pode se iludir, pode viver num mundo de sonho, mas o sonho não lhe dá nada. O sonho tira muitas coisas e não dá nada em troca.

O tempo que você gasta usando uma personalidade falsa é simplesmente desperdiçado; você nunca o terá de volta. Esses mesmos momentos poderiam ter sido de verdade, autênticos. Até mesmo um único momento de autenticidade é melhor do que uma vida inteira de vida inautêntica. Portanto não tenha medo.

A mente vai lhe dizer para continuar protegendo os outros e a si mesmo, para se manter em segurança. É assim que milhões de pessoas estão vivendo. Freud, em seus últimos dias, escreveu uma carta a um amigo sobre o que havia observado — e ele realmente observava a fundo, ninguém observou de maneira tão profunda, tão penetrante, tão persistente e científica; ele dizia na carta que até onde havia observado ao longo da vida, uma conclusão parecia ser absolutamente certa: a de que as pessoas não podem viver sem mentiras.

A verdade é perigosa. As mentiras são muito doces, mas irreais. Deliciosas! Você continua dizendo doces nadas à pessoa amada e ela continua suspirando em seus ouvidos nada além de doces nadas. E enquanto isso a vida segue escorrendo por entre as suas mãos e todo mundo se aproxima cada vez mais da morte.

Antes de a morte chegar, lembre-se de uma coisa: é preciso viver o amor antes de a morte acontecer. Do contrário, você terá vivido em vão, e toda a sua vida terá sido fútil, um deserto. Antes de a morte chegar, tenha certeza de que o amor aconteceu. Mas isso só é possível com a verdade.

Portanto, seja verdadeiro. Arrisque tudo pela verdade e nunca arrisque a verdade por nada mais. Deixe que esta seja a lei fundamental: mesmo que eu tenha de sacrificar a mim mesmo, à minha vida, vou fazer esse sacrifício pela verdade; mas a verdade eu não sacrificarei por nada. E você sentirá uma imensa felicidade, uma bênção inimaginável cairá sobre você.

Se você for sincero, tudo o mais se tornará possível. Se você for falso — só uma fachada, uma pintura, um rosto, uma máscara — nada será possível. Porque, com o falso, apenas o falso acontece, e com a verdade, só a verdade.

Eu entendo o problema, o problema de todos os amantes: no fundo, todos eles têm medo. Eles continuam imaginando se o relacionamento será forte o suficiente para suportar a verdade. Mas como você pode saber de antemão? Não existe conhecimento a priori. É preciso fazer para conhecer.

Como você vai saber, sentado dentro de casa, se será capaz de resistir à tempestade e ao vento lá fora? Você nunca esteve na tempestade. Vá e veja! Tentativa e erro é a única maneira. Vá e veja — talvez você seja derrotado, mas mesmo na derrota vai se tornar mais forte do que é hoje.

Se você for derrotado por uma experiência, depois por outra e mais outra, o simples fato de ir contra a tempestade vai deixá-lo cada vez mais forte. Um dia chegará em que você simplesmente começará a gostar da tempestade, simplesmente começará a dançar na tempestade. Então a tempestade não será um inimigo — essa também é uma oportunidade, uma oportunidade radical, de ser.

Lembre-se: nunca as pessoas se tornam um ser de maneira agradável; do contrário, isso aconteceria a todos. Lembre-se, tornar-se um ser não pode acontecer de maneira conveniente; do contrário, todo mundo não teria nenhum problema. Tornar-se um ser acontece apenas quando se correm riscos, quando se enfrenta o perigo. E o amor é o maior perigo que existe. Ele requer a totalidade do seu ser.

Portanto, não tenha medo; vá de encontro a ele. Se o relacionamento sobreviver à verdade, ele será lindo. Se ele morrer, então também será bom porque um relacionamento falso terminou e agora você será mais capaz de partir para outro relacionamento, mais verdadeiro, mais sólido, mais preocupado com a essência.

Mas lembre-se sempre, a falsidade nunca compensa; ela parece compensar, mas não compensa. Apenas a verdade compensa — e de início nunca parece que a verdade vale a pena. Parece que ela estraga tudo. Se você a olhar de fora, a verdade parecerá muito, mas muito perigosa, terrível. Mas essa é uma visão de fora.

Se você a assumir, a verdade será apenas uma coisa bela. E depois que começar a experimentá-la, prová- la, você vai querer cada vez mais, porque ela lhe trará contentamento.

Você prestou atenção? É mais fácil ser sincero com estranhos. As pessoas que viajam de trem começam a conversar com estranhos e afirmam coisas que nunca afirmaram antes aos amigos, porque com os estranhos não há nada em jogo. Depois de meia hora, a sua estação vai chegar e você vai descer; você vai esquecer e ele irá esquecer o que você disse. Portanto, o que quer que você tenha dito não faz diferença. Nada está em jogo com um estranho.

Ao falar com estranhos, as pessoas são mais sinceras, e elas abrem o coração. Mas ao falar com os amigos, com os parentes — com o pai, a mãe, a esposa, o marido, o irmão, a irmã — há uma profunda inibição inconsciente. “Não diga isso, ele pode ficar magoado. Não faça isso, que ela pode não gostar. Não se comporte dessa maneira; o pai está velho e poderá ficar chocado.” Assim vamos nos controlando.

Pouco a pouco, a verdade é abandonada nas fundações do seu ser e você se torna mais engenhoso e esperto com o que é falso. Você segue sorrindo falsos sorrisos, que estão apenas desenhados nos lábios. Segue dizendo coisas boas, que não significam nada.

Fica entediado com o namorado ou com o pai, mas continua dizendo: “Que bom ver você!” E todo o seu ser diz: “Ora, deixe-me em paz!” Mas verbalmente você segue fingindo. E eles também estão fazendo a mesma coisa; ninguém se torna consciente porque estamos todos navegando no mesmo barco.

Uma pessoa religiosa é aquela que sai desse barco e arrisca a sua vida. Ela diz: “Não importa se eu quero ou não ser sincera. Mas falsa é que não vou ser.” Não importa o que esteja em jogo; experimente, mas não continue seguindo o caminho da inverdade. O relacionamento pode ser forte o bastante, pode resistir à verdade. Então ele é muito, muito bonito.

Se você não puder ser sincero com a pessoa a quem ama, então, quando vai ser sincero? Onde? Se não puder ser sincero com a pessoa que pensa que o ama — se tem medo até mesmo de lhe revelar a verdade, de desnudar-se espiritualmente, se até mesmo ali estiver escondendo — então, onde encontrará um momento e um lugar onde possa ser totalmente livre?

Esse é o significado do amor: que no mínimo na presença de uma pessoa podemos nos desnudar completamente. Nós sabemos que ela nos ama; portanto, não seremos mal-interpretados. Sabemos que ela nos ama; assim o medo desaparece. Podemos revelar tudo. Podemos abrir todas as portas, podemos convidar a pessoa a entrar. Podemos começar a participar do ser de outra pessoa.

Amor é participação; portanto, no mínimo com a pessoa a quem você ama, não seja falso.

Eu não estou dizendo para você sair à rua e ser sincero, porque isso criará problemas desnecessários no momento. Mas comece com a pessoa a quem você ama, depois, com a família, e depois com as pessoas que estão um pouco além.

Pouco a pouco, você vai aprender que ser sincero é tão bonito que vai ser capaz de apostar tudo nisso. Então, na rua, a verdade simplesmente se torna o seu modo de viver.

No alfabeto do amor, a verdade tem de ser aprendida com aqueles que estão muito próximos, porque eles irão entender.

Osho, em "Intimidade: Como Confiar em Si Mesmo e nos Outros"
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Não pense em Crise... CRIE!


Que você tenha um Bom Dia Hoje!
Eu gostaria de saber:

Você acredita em crise?

Ouvimos todos os dias, em quase todos os meios de comunicação que o mundo está em crise, algum país ou região do planeta passar por crise.

Também existem crises nas empresas, nas organizações em geral, no governo, até nas famílias.

Para isto, basta ligar num canal de comunicação qualquer, em algum programa de notícias que você já é bombardeado por notícias ruins.

Ainda existem profetas de plantão, consultores, até mesmo amigos, que junto com mais uma porção de gente que vive proclamando a crise por aí.

Por outro lado, tem pessoas que se você perguntar:

E aí fulano como estão as coisas?

Você logo recebe a resposta:

Olha, estão melhorando bastante.

Acredito que este mês vai ser bem melhor que o passado!

Por isso te pergunto, você acredita em crise?

Quer saber o que eu penso a respeito?

Crise existe sim, se acreditarmos nela.

Se fizermos um exercício e voltar no tempo, eu imagino que em nenhuma época da história não passamos por situações que tudo estava pior, que a “coisa estava feia”.

Então por que nos desesperarmos.

Existe um termo “chinês” que se bem entendido por nós fica mais ou menos como uma pequena fórmula.

Veja: (CRISE – S = CRIE). Entendeu?

Quando passamos por situações assim, seja na economia do país, do mundo, ou seja, em nossa vida em particular, tente aplicar esta pequena fórmula, use a CRIATIVIDADE, e veja como pode mudar o cenário rapidinho.

Quero dizer com isso, que não devemos dar tantos ouvidos aos muito entendidos no assunto de crise.

Por que acabamos caindo na armadilha e vivendo a crise também.

Isso requer mais esforço?

Ninguém está aqui para convencer você de que as coisas são fáceis.

Pergunte a um cientista que está enfurnado num laboratório fazendo suas pesquisas.

Ou um atleta olímpico que está buscando o índice para poder participar de jogos olímpicos.

Você ainda pode questionar um estudante que deseja passar num vestibular de uma grande universidade pública.

Por isso, acredite muito mais em você, lute, batalhe, tenha pensamentos positivos e trabalhe muito, que eu duvido que alguma crise fique perto de você!

Para acabar de vez com a crise, faça de hoje um Bom Dia muito CRIATIVO.

E muitas vitórias no seu caminho.

Pense Nisso...

Tenha um Bom Dia HOJE!

Sigmar Sabin
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sábado, 29 de novembro de 2014

O Julgamento


Julgar é um dos principais atributos do ego. Julgamos os demais, focando nossa atenção sempre naquilo que consideramos seus defeitos e limitações.

Dificilmente realizamos a atitude contrária, a de elogiar, enaltecer e estimular as qualidades e os talentos alheios. Isto acontece porque tal atitude é absolutamente comum à espécie humana e, portanto, crescemos sendo observados, julgados e, principalmente, criticados por todos ao nosso redor.

Com o tempo, acabamos por direcionar o julgamento para nós mesmos, olhando o tempo para nossas próprias limitações e os erros cometidos, o que resulta em um sentimento dos mais destrutivos: a culpa.

Quanto mais nos condenamos por nossas falhas, mais reduzimos o coeficiente de nossa autoestima. Aquele que se deixa contaminar pelo julgamento que os demais emitem a seu respeito, e o aceita sem qualquer questionamento, vive de modo totalmente inconsciente do real valor que possui.

As crenças negativas, que a mente nos faz incorporar como verdades absolutas, minam nossa segurança e fazem com que a vida se torne um verdadeiro inferno.

A libertação só pode ocorrer quando nos conscientizamos de que somos nós, e somente nós, os únicos responsáveis por reconhecer nossas limitações e defeitos. Ao fazer isto, estaremos jogando luz sobre a inconsciência e dando um importante passo no caminho da superação.

"Não ouça o que os outros dizem sobre você.
É fácil olhar os defeitos das pessoas. Alguém ama ver os defeitos das pessoas - porque ajuda e fortalece seu ego, que diz: " Eu sou muito superior". E muito difícil ver o seus próprios defeitos; somente um homem que ama a si mesmo pode vê-los.
Não ouça os outros, o que eles dizem sobre você. Veja a si mesmo, quem você é, onde você está, o que são os seus defeitos.
E o milagre é: ver um defeito através da sua própria consciência dissolve-o.
Você não precisa fazer nenhum esforço para dissolvê-lo. A verdadeira consciência é suficiente.
Ele começa a derreter como gelo no sol quente. Mas é muito difícil ver os próprios defeitos - porque você nunca olha para si mesmo; você está constantemente extrovertido, olhando os outros.

É certamente difícil, porque você tem de girar toda a sua consciência em direção a si mesmo. E nós temos nos tornado tão extrovertidos, nós temos sido feitos tão extrovertidos, que a introversão parece ser quase impossível.
Nós estamos paralisados, nós podemos olhar apenas para os outros. Mesmo que quisermos olhar para nós mesmos, temos de olhar em um espelho. Então a imagem no espelho se torna o outro. É preciso aprender a olhar para si mesmo com os olhos fechados, observando silenciosamente.

E não carregue nenhum pré-julgamento. Muitas pessoas têm dito a você: estes são os seus defeitos. Não carregue estas idéias dentro de você, de outro modo, você as encontrará - porque o pensamento é muito inventivo.
Ponha de lado tudo o que tem sido dito sobre você. Lembre apenas uma coisa: a menos que você se conheça sobre sua própria autoridade, não tem valor, nenhum significado. Então, vá sem qualquer pré-julgamento - a favor ou contra.
Apenas vá em total abertura e veja.
E se você ama e se você sabe como observar, você atravessará o fenômeno mais misterioso. Ver um defeito é dissolvê-lo. Eis o grande segredo de Budha: saber que você está fazendo algo errado é suficiente - você não pode fazê-lo mais".

Osho

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A verdade não é uma mercadoria que alguém pode lhe dar


Perguntaram a Osho:

"Osho, você pode resumir os seus ensinamentos em poucas palavras, porque eu só vou ficar por aqui por um dia ou dois?"

É impossível. Em primeiro lugar, não tenho nenhum ensinamento para resumir. Não sou professor, sou uma presença. Não tenho nenhum catecismo. Não posso dar a você dez mandamentos — faça isso, não faça aquilo.

E tudo o que eu digo hoje posso contradizer amanhã — porque o meu compromisso é com o momento. Seja o que for que eu tenha dito ontem, não estou mais comprometido com isso. No momento em que eu disse, fiquei livre. Agora não me preocupo mais com isso, não vou mais olhar para isso novamente.

Tudo o que estou dizendo a você agora é verdade neste exato momento; amanhã não vou mais estar comprometido com isso. O que quer que o amanhã traga vou dizer. Seja o que for que o hoje tenha trazido estou dizendo a você agora. E se as minhas palavras forem contraditórias, quem sou eu para torná-las coerentes? Eu mesmo não faço nenhum esforço.

Meu compromisso é com o momento. Nunca estou comprometido com o passado. Sou como um rio: onde estarei amanhã ninguém sabe, nem eu mesmo. Você vai se surpreender, eu também ficarei surpreendido.

A pergunta deve ser de alguém que vem do continente que eu chamo de “Acirema” — a palavra “América” lida de trás para a frente. A América está às avessas. Tudo se tornou caótico. As pessoas estão com tanta pressa que se esqueceram de que existem algumas coisas que não se pode fazer às pressas, para as quais a paciência é uma exigência.

Você não pode conseguir a verdade com tanta pressa. A paciência é uma condição básica para isso. Não é como café instantâneo e não vem embalada numa lata. Ela não vem pronta. A verdade não é uma mercadoria que alguém pode lhe dar. Ela cresce em você.

Isso é o que quero dizer quando afirmo que sou uma presença, não sou um professor. Se você está aqui, algo pode crescer em você. Eu digo “pode” porque depende de você. Eu estou aqui. Se você estiver pronto para me receber, algo vai começar a crescer dentro de você. É como uma criança se tornando um jovem.

Sim, a verdade é assim. A falsa personalidade se vai e chega o ser verdadeiro. É como uma criança se tornando um jovem, um jovem se tornando um velho. Não há maneira de apressar o processo. Você não pode fazer uma criança crescer rápido em uma noite, em um dia ou dois. Vai levar tempo. E é bom que leve tempo, porque só com o tempo as coisas amadurecem.

Não, eu não posso fazer isso, não posso resumir. Não tenho nenhum ensinamento. E, mesmo se tivesse, eu não iria resumi-lo, porque quanto mais você resume algo mais ele se torna menos vivo. O amor é grande, a vida é vasta; a lei é limitada.

A lei pode ser resumida, o amor não pode ser resumido. A lei é definida, mas a vida é excessiva. Você não pode resumir a vida, não pode haver uma sinopse da vida; você pode resumir a lei. Eu sou a vida. Não há como me resumir.

E eu ainda estou vivo, de modo que tudo o que você resumir eu vou destruir amanhã.

Quando você resume, pouco a pouco as coisas se tornam absurdas.

Nunca resuma nada que está vivo. Eu ainda estou vivo. Quando eu estiver morto e tiver partido, então as pessoas vão resumir. E vou causar a elas um monte de problemas. Não será uma coisa fácil. Elas vão enlouquecer. Será impossível me colocar numa sinopse.

Sempre foi assim. Você não pode resumir Buda. Por causa das sumarizações, muitas escolas surgiram. Buda morreu, então havia uma pergunta. As pessoas queriam resumir. Durante quarenta anos o homem ensinou — manhã, tarde, noite — por quarenta anos. Ele tinha falado um bocado, ele tinha dito muitas coisas, e agora tinha partido e seus ensinamentos tinham que ser resumidos.

A verdade não é como uma mercadoria. Quando vier até mim, se realmente quiser saber qual é a minha verdade, você tem que estar aqui. A minha verdade só pode ser expressa para você quando eu passar a conhecer a sua verdade também. Quando eu passar a conhecer você e você passar a me conhecer, nessa reunião ocorrerá o vislumbre.

A verdade não pode ser dada a você. Você terá que recebê-la e terá que se preparar para ela. Você terá que se tornar um ser em completo relaxamento. Você terá que ser capaz de me absorver e permitir que eu mergulhe profundamente no seu coração.

Foi o que aconteceu...

No Museu Nacional de Amsterdã, um casal de idosos foi ver a obra-prima de Rembrandt “A Ronda Noturna”. Depois de uma longa volta pelos muitos corredores, quando eles finalmente chegaram à famosa pintura, o porteiro ouviu o homem dizer à mulher: “Olhe, mas que bela moldura!”

A moldura podia ser bonita, mas você percebe que algo está faltando nessa admiração? Algo essencial se perdeu. Não estou dizendo que a moldura não fosse bonita, ela podia ser a moldura mais bonita do mundo, mas ir ver a obra-prima de Rembrandt “A Ronda Noturna” e falar sobre a moldura é um absurdo! Mesmo ver a moldura é tolice, estupidez. A pintura não é a moldura. A moldura não tem nada a ver com a pintura.

O que estou dizendo é só uma moldura, o que eu sou é a pintura. Olhe para a obra-prima e não se incomode com a moldura.

Osho, em "O Barco Vazio: Reflexões Sobre as Histórias de Chuang Tzu"
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Quando o Amor Vencer


Quando o amor vencer e se fizer mais forte,
não precisaremos mais de fronteiras,
nem desconfiar do próximo,
por mais distante que ele esteja.
Quando o amor vencer não precisaremos de religiões,
a maior religião é o próprio amor,
que nos ensina a conviver com as diferenças,
que nos ensina a tolerar além do limite humano,
e com tolerância não teremos o que perdoar,
E finalmente, o ódio, que é a forma contrária do amor desaparecerá.

Quando o amor vencer e se fizer forte,
levará consigo a solidão e todas as portas se abrirão,
os presídios não terão sentido,
nem mocinhos e nem bandidos, seremos apenas,
uma grande família em busca de evolução,
e o amor facilita esse caminho,
derruba muralhas, transpõem fronteiras,
o amor acaba com a miséria,
pois abre as portas do coração,
e o coração é sempre solidário…

Para não ficarmos apenas no sonho,
comece hoje a parte que lhe cabe,
ame sem distinção, quebre seus preconceitos,
abrace mais, valorize o tempo, reclame menos,
carrega à alegria como munição de vida,
espalhe-a sem doses e sem medidas,
seu sorriso é a porta de entrada,
uma esperança para o novo tempo,
tempo em que seremos melhores,
por ver nossos irmãos felizes,
por ver simplesmente, o amor vencer!
Eu acredito em você.

Paulo Roberto Gaefke
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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Viver com o coração


A palavra coragem é muito interessante. Ela vem da raiz latina cor, que significa "coração". Portanto, ser corajoso significa viver com o coração.

E os fracos, somente os fracos, vivem com a cabeça; receosos, eles criam em torno deles uma segurança baseada na lógica.

Com medo, fecham todas as janelas e portas – com teologia, conceitos, palavras, teorias – e do lado de dentro dessas portas e janelas, eles se escondem.

O caminho do coração é o caminho da coragem. É viver na insegurança, é viver no amor e confiar, é enfrentar o desconhecido.

É deixar o passado para trás e deixar o futuro ser. Coragem é seguir trilhas perigosas. A vida é perigosa.

E só os covardes podem evitar o perigo – mas aí já estão mortos. A pessoa que está viva, realmente viva, sempre enfrentará o desconhecido.

O perigo está presente, mas ela assumirá o risco. O coração está sempre pronto para enfrentar riscos; o coração é um jogador.

A cabeça é um homem de negócios. Ela sempre calcula – ela é astuta.

O coração nunca calcula nada.

(Osho)
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Aceitando Sua Essência


Desde que nascemos, somos guiados e influenciados pelas pessoas à nossa volta

Algumas pessoas, como nossos pais, se esforçam muito para nos passar o que aprenderam em suas vidas, na esperança que isso torne a nossa mais fácil. Depois de algum tempo, começamos a criar nossas próprias associações, valores e regras. E, com um pouco de sorte, conseguimos encontrar nossa verdadeira essência.

No lado pessoal isso significa aprender coisas simples. Desde descobrir se somos pessoas mais produtivas pela manhã ou pela noite, até entender se nos sentimos mais à vontade na cidade, no campo ou na praia. Profissionalmente, significa saber se preferimos ser um diretor financeiro, diretor de cinema, surfista ou empreendedor. Eu diria que, de todos estes “encontros”, os mais difíceis ocorrem quando temos que reconhecer e superar (ou aceitar) “partes” de nós que não gostamos.

Porém tudo na vida tem dois lados. O Yin e Yang, elétron e nêutron, dia e noite e assim por diante. E, você, como reflexo de tudo ao seu redor, também tem dois lados, que fazem parte de um “todo”. Enquanto não conseguirmos entender e aceitar isso, iremos sofrer toda vez que nos deparamos com esta “parte”.

Aceite sua essência e verá que a vida flui. E nada vale mais à pena do que permitir que a vida flua. Porque a gente só leva desta vida a vida que a gente leva.

Pierre Schürmann
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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Você é a sua própria cura


Saber pensar faz toda a diferença. Esta ação emite uma energia/freqüência ao cosmos. E a onda funciona como um ímã que vai atrair um sinal semelhante. Sabendo pensar e aplicar corretamente, inicia-se adequadamente o processo de nosso plantio.

Efetivamente, portanto, está ao nosso alcance mudar o ciclo energético de nossas colheitas através do controle que daremos às nossas emoções, administrando-o como e o que pensamos. Na maioria das vezes só nós estamos sentindo alguma coisa e esquecemos que os que estão a nossa volta nada sabem de nosso interior. Portanto:

- Jamais faça uma oração, mantra, reza ou canto sem sentir a profundidade e a emoção do que está fazendo.

- Nunca se sinta culpado por dizer não quando seu coração exigir que assim seja. O contrário é absolutamente verdadeiro. Isso não é egoísmo, é auto-estima!

- Pré-julgar é sentimento fraco e tudo o que se projeta volta. Não quer ser julgado? Pare de julgar.

- Seus medos são frutos exclusivos de sua imaginação. Você os criou. Você os elimina. A agressividade é uma forma de esconder o medo oculto.

- Nunca comece um projeto analisando primeiro as dificuldades. Você vai esquecer das facilidades. Não se constrói o futuro com pessimismo.

- Todo ser humano tem algo de bom. Se ele não demonstra isso é porque já plantou e colheu muitas desavenças, ficou ácido.

- Se suas colheitas não são boas, mude o plantio.

- Viva o presente. Ele não tem este nome por acaso.

- Quem disfarça pessimismo, achando que isso se chama cautela, já morreu e ainda não descobriu.

- Nunca dê nada sem que te peçam. Quem tem pouco, um dia já pode ter tido muito e não soube usar. Agora tem que aprender com o que tem.

- Não diga: “Não sou o que as pessoas acham que sou”. Errado! Você é exatamente como as pessoas te vêem. Só pensar diferente não resolve, é preciso atitude. Você certamente pensa uma coisa e faz outra.

- Querer ser outra pessoa é o começo da virada. Mas a virada só acontece com uma posição ativa, com atitude.

Uma indisposição ou até mesmo uma dor é um aviso. É o começo de uma enfermidade. Antes da doença acontecer no plano físico, ela já “vive” nos nossos demais corpos: emocional, mental e astral.

A efetiva Cura está dentro de nós, nos pensamentos e na forma como os implementamos.

Pense nisso!

Saul Brandalise Jr.
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Descrevo a Vida


Descrevo a vida com belas palavras,
uso frases floreadas, alegria e contentamento.
Viver é uma arte fina, que todos podem desfrutar.
Basta saber dosar, o querer e o ter,
o ter e o ser.
Assim, quem se contenta com o que tem,
segue conquistando muito além,
e quem não se contenta, vive com um vazio na alma,
nada sacia, nada revigora, nada contenta.

Descrevo a dor com palavras curtas.
Na verdade, uso até apelidos meio chulos para lidar com ela.
Trato-a como se fosse um hóspede passageiro na minha casa.
Sei que está ali, mas que em breve vai partir.
Por isso, comemoro antecipadamente a partida da dor.
E não faço questão nenhuma de me demorar nela.
Da dor retiro as lições importantes e é só.
Assim, a vida, que é o sentido maior, se torna sempre festiva.
E não tem tempo para a dor e a melancolia.

Descrevo por fim o amor.
Esse sentimento que não mede palavras.
Todo superlativo é pouco, e os adjetivos,
incapazes de descrevê-lo tão bem.
Amor é oração, dessas que guardamos na memória e invocamos sempre.
Com amor, tudo faz sentido, tudo se perdoa, se releva e se revela.
Sem amor, nada compreendemos, a alma emburrece, o dia anoitece,
nada se esclarece e o sofrimento é inevitável.
Triste de quem vivem sem amar,
Pessoa amarga, quase que intragável…

Descrevo você como pessoa importante, gente que merece ser feliz.
E se está passando por algum momento duro, prova ou luta difícil.
Chamo a sua atenção para a grande verdade que não se esconde:
Use palavras de otimismo para chamar a vida de minha amiga.
Não se fixe na dor,
e nunca, em hipótese nenhuma,
deixe passar a oportunidade de se viver o Amor.

Paulo Roberto Gaefk
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Laços de Ternura


Simples assim, amizades não devem ser amarradas por nós, precisam ser sustentadas através de laços. Mas laços são frágeis, podem se desfazer a qualquer momento com um simples toque ou um rápido movimento. Ao mesmo tempo sabemos que existem laços muito bem dados, com capricho, com carinho e que se tornam tão seguros que mais parecem nós. Mas não se parecem com nós que apertam, que prendem, que são impossíveis de se desfazer.

Amizade é algo que precisa de liberdade e ao mesmo tempo de segurança e um laço bem dado pode ser desfeito a qualquer momento, mas pode também durar uma vida toda, basta ser muito bem cuidado.

De qualquer forma não podemos esquecer que certos nós também podem ser defeitos, aliás rapidamente desfeitos, algumas pessoas são especialistas nisso.

Digo tudo isso pensando em amizades que mais se parecem com obrigação e que vão se sustentando amarradas por nós enquanto o tempo vai esvaziando-as.

Um amigo verdadeiro não nos suga, não tripudia em cima de nós, não vive a mercê apenas dos seus próprios interesses, não exige, não impede o nosso direito de ir e vir. Mas algumas amizades arrastam-se por aí amarradas por um nó, dependentes e em nome de um passado que se bem analisado não foi assim tão verídico.

A vida passa e com o tempo conseguimos enxergar determinadas coisas que anteriormente não era possível. O ser humano tem mesmo a fraqueza de colocar vendas nos olhos quando se encanta com alguém.

Não que amigos não possam ter defeitos, mas seus defeitos não podem ser direcionados a nós com o intuito de nos contrariar e prejudicar.

Já dizia o velho ditado - o tempo mostra quem é quem e ninguém é capaz de se disfarçar a vida toda em alguém que não é.

Crie laços com as pessoas que te fazem bem, que lhe parecem verdadeiras e desfaça os nós que lhe prendem àquelas que foram significativas na sua vida mas infelizmente, por vontade própria, deixaram de ser.

Nó aperta, laço enfeita... simples assim.

SILVANA DUBOC
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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

SIGA SEU CAMINHO


Fazendo e acontecendo, vou seguindo meu caminho. Ainda que não seja de todo compreendido, e devo confessar, que as vezes, nem eu mesmo me entendo. As vezes quero companhia quando desejo apenas ficar sozinho. E se digo nunca mais, é para fazer de novo a mesma coisa. E se o assunto for amor, me desculpe, mas eu me rendo...

Viver não é fácil não! Assumir nossas preferências, ideologias e desejos, é mais difícil ainda, mesmo que o meu gosto seja igual ao seu. Sempre aparece alguém para criticar.

Por isso, não espere elogios a toda hora, mas prepare-se para as críticas, pois mesmo certo, alguém achará que você está errado.

Por isso, não espere pela opinião dos outros. Aconselhar-se com alguém significa ouvir uma experiência. Depois, analisar para ver se serve para este tempo e principalmente, se serve para a sua vida.

É muito fácil falar de alguém. Duro é ir lá viver a vida dela.

Por isso, siga seu caminho. Lute para ser feliz. Não tenha medo de ousar, e se pintar uma dúvida, consulte o seu coração, porque a razão já vive te amolando o dia todo.

Faça um balanço e com disposição para vencer, siga o seu caminho. O pote de ouro do arco-íris fica sempre no final, nunca no começo dele. Pense nisso e siga o seu caminho.

Paulo Roberto Gaefke
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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Co-dependência


Quando uma pessoa independente suporta e incentiva a dependência do outro.

Muitas vezes, pensamos que somos a melhor pessoa do mundo porque agradamos aos outros e não a nós mesmos. Interrompemos nossas atividades para atender ao chamado alheio. Fazemos sempre mais do que os outros nos pedem, e, habilidosamente, antecipamos seus desejos e abrimos mão dos nossos com extrema facilidade. Depois, ficamos chateados quando os outros não fazem o mesmo por nós!

Atenção, se você se identificou com esta curta situação, leia com atenção este texto, pois você pode estar sendo um co-dependente: alguém que acredita ser responsável pela felicidade alheia, mas que pouco cuida da sua...

Semana passada, refletimos sobre a dependência sadia; agora, iremos pensar sobre quando a dependência se torna um fato negativo, isto é, quando uma pessoa independente suporta e incentiva a dependência do outro.

Não é simples perceber que estamos fazendo este papel de salvador, pois os co-dependentes têm muita dificuldade de conhecer seus sentimentos: estão habituados a se sacrificar pelos outros e nem se dão conta de que, em vez de controlar a sua própria vida, dedicam todo o seu tempo a controlar a vida dos outros.

Como co-dependentes, dizemos sim, mas na realidade queremos dizer não; fazemos coisas que não queremos realmente fazer, ou fazemos o que cabia aos outros fazer.

Uma atitude co-dependente pode parecer positiva, paciente e generosa, pois está baseada na melhor das intenções, mas, na realidade, é inadequada, exagerada e intrusa. A questão é que os co-dependentes estão viciados na vida alheia e não sabem mais viver a sua própria. Adoram dar, mas detestam receber, seja atenção, carinho ou ajuda. Desta forma, quanto mais se dedicam aos outros, menos autoconfiança possuem. Afinal, desconhecem os seus próprios limites e necessidades!

A co-dependência se inicia quando uma pessoa, numa relação comprometida com um dependente, tenta controlar seu comportamento na esperança de ajudá-lo. Como conseqüência dessa busca mal sucedida de controle das atitudes do próximo, a pessoa acaba perdendo o domínio sobre seu próprio comportamento e vida.

Em outras palavras, se ao nos dedicarmos aos outros estivermos nos abandonando, mais à frente teremos de nos confrontar com as conseqüências de nossa atitude ignorante.
Reconhecer nossos limites e necessidades é tão saudável quanto a motivação de querer superá-los.

Sentir a dor do outro não quer dizer ter que repará-la. Este é nosso grande desafio: sentir a dor com o intuito simplesmente de nos aproximarmos dela, em vez de querer transformá-la de modo imediato.

É preciso deixar claro que ter empatia não tem nada a ver com a necessidade compulsiva de realizar os desejos alheios, própria dos relacionamentos co-dependentes.

Stephen Levine, em Acolhendo a pessoa amada (Ed. Mandarin), nos dá uma boa dica para identificarmos se nossos relacionamentos são saudáveis ou não: Na co-dependência, as balanças sempre pendem para um lado. É frequente que um tenha de estar ‘por baixo’ para que o outro se sinta ‘por cima’. Não há equilíbrio, somente a temida gravidade. Em um relacionamento equilibrado não há um ‘outro dominante’; os papéis estão em constante mudança. Quem tiver o apoio mais estável sustentará a escalada naquele dia.

A troca equilibrada entre ceder e requisitar, dar e receber afeto e atenção nos aproxima de modo saudável das pessoas que nos cercam sem corrermos o risco de criar vínculos destrutivos. Assim como esclarece John Welwood, Em busca de uma psicologia do despertar (Ed.Rocco): O paradoxo do relacionamento é que ele nos obriga a sermos nós mesmos, expressando sem hesitação e assumindo uma posição. Ao mesmo tempo, exige que abandonemos todas as posições fixas, bem como nosso apego a elas. O desapego em um relacionamento não significa que não tenhamos necessidades ou que não prestemos atenção a elas. Se ignoramos ou negamos nossas necessidades, cortamos uma parte importante de nós mesmos e teremos menos a oferecer ao parceiro. O desapego em seu melhor sentido significa não se identificar com as carências nem com as preferências e aversões. Reconhecemos sua existência, mas permanecemos em contato com nosso eu maior, onde as necessidades não nos dominam. A partir desta perspectiva, podemos escolher afirmar nosso desejo ou abandoná-lo, de acordo com as necessidades do momento.

A empatia começa com a capacidade de estarmos bem conosco mesmos, de reconhecermos o que não gostamos em nós e admirarmos nossas qualidades. Quanto melhor tivermos sido compreendidos em nossas necessidades e sentimentos quando éramos crianças, melhor saberemos reconhecê-las quando adultos.

Entrar em contato com os próprios sentimentos é a base para desenvolver a empatia. Como alguém que desconhece suas próprias necessidades poderá entender as necessidades alheias?

Se você quiser ler mais sobre a co-dependência, leia o livro: Co-dependência nunca mais de Melody Beattie (Ed. Record). Abaixo, seguem alguns itens que, segundo a autora, os co-dependentes adoram fazer:

- Considerar-se e sentir-se responsável por outra(s) pessoas(s) – pelos sentimentos, pensamentos, ações, escolhas, desejos, necessidades, bem-estar, falta de bem-estar e até pelo destino dessa(s) pessoa(s).
- Sentir ansiedade, pena e culpa quando a outra pessoa tem um problema.
- Sentir-se compelido – quase forçado – a ajudar aquela pessoa a resolver o problema, seja dando conselhos que não foram pedidos, oferecendo uma série de sugestões ou equilibrando emoções.
- Ter raiva quando sua ajuda não é eficiente.
- Comprometer-se demais.
- Culpar outras pessoas pela situação em que ele mesmo está.
- Dizer que outras pessoas fazem com que se sinta da maneira que se sente.
- Achar que a outra pessoa o está levando à loucura.
- Sentir raiva, sentir-se vítima, achar que está sendo usado e que não senta sendo apreciado.
- Achar que não é bom o bastante.
- Contentar-se apenas em ser necessário a outros.

Bel Cesar
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Livre-se das Expectativas


"Eu não posso agradar a todos e nem estou interessado em agradar a todos.
Eu não sou político: o político tenta agradar a todos.
Eu estou aqui apenas para ajudar aqueles que realmente querem ser ajudados.
Eu não estou interessado em multidão. Eu só estou interessado naqueles buscadores sinceros que estão dispostos a arriscar tudo - tudo - para atender a si mesmos.
Isso vai enraivecer muitos, isso vai criar muita polêmica - porque eu sou uma pessoa muito não-comprometida. Eu vou dizer apenas aquilo que é verdade para mim, seja qual for a consequência. Se eu for condenado por isso ou assassinado por isso, está perfeitamente bem. Mas eu não vou comprometer, nem um ponto.
Eu não tenho nada a perder, então, por que comprometer? Eu não tenho nada a ganhar, então por que comprometer? Tudo o que poderia ter acontecido já aconteceu. Nada pode ser tirado de mim, porque o meu tesouro é interior. E nada pode ser adicionado, porque o meu tesouro é interior.
Então, eu vou viver da maneira que eu quero viver. Eu vou viver na minha própria espontaneidade e autenticidade. Eu não estou aqui para satisfazer as expectativas de ninguém. Eu não estou interessado em ser chamado de uma pessoa espiritual ou um santo também. Eu não preciso de elogios de ninguém, eu não quero a multidão para me adorar. Todos esses jogos estúpidos terminaram.
Eu estou nesse estado onde nada mais pode acontecer, é além do acontecimento. Então, eu vou continuar dizendo coisas que ofendem as pessoas.
Não é que eu queira ofendê-las, mas o que eu posso fazer? Se a verdade ofende, então os ofendo. Vou viver a vida do jeito que está acontecendo comigo. Se não estiver de acordo com as suas expectativas, ou eles podem mudar as suas expectativas ou eles podem sentir raiva, miseráveis e continuar agarrados às suas expectativas.
Eu sou totalmente livre da opinião deles, não importa para mim.
Lembre-se de uma coisa... Viver uma vida de compromisso é pior que a morte. E viver uma vida de verdade, mesmo que seja por um único momento, é muito mais valioso do que viver eternamente em mentiras. Morrer pela verdade é muito mais valioso do que viver em mentiras".

OSHO - O Livro da Sabedoria.
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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Hoje é o seu dia!


Sim, não existe outro dia para ser feliz.
Ao passado não podemos regressar.
E, por vezes, é no passado que encontramos a frustração,
o nosso motivo de insatisfação.

Então, é hoje o dia de ser o seu dia.

Muitos projetam a felicidade para o amanhã.
Dizem que amanhã será melhor.
Mas como será melhor se o dia de hoje não for bom?
Isso é contar com a sorte,
igual a esperar Papai Noel na janela,
sair de casa num dia quente com camisa de flanela!

Hoje é o seu dia!
Abrace-o como se fosse o último (e poderá ser).
Não se deixe levar nem pela impressão
nem pelas frustrações dos outros.
Cada um pegue o seu barco e reme…

Não entregue a sua felicidade nos braços de ninguém.
Não faça da sua alegria, uma dependente de alguém.

Sua paz, sua autoestima, sua vida enfim,
dependem única e exclusivamente do seu olhar interior.
Aquele que ao acordar, olha para o espelho e diz:
- Taí uma pessoa feliz!
Esta pessoa é você, e eu repito:
- Hoje é o seu dia!

Tome conta dele, é o seu tesouro.
Não deixem que os vampiros da alegria,
os “dementadores” que andam soltos por ai o levem.
Acredite em você e na sua capacidade de ser feliz.
Tome conta do seu dia.

Eu acredito em você!

Paulo Roberto Gaefke
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ESPALHAR AMIZADE


Pode parecer meio esquisito dizer-se "Espalhar Amizade". A explicação encontrei numa frase de Santa Catarina de Siena, que diz: Assim como os pés levam o corpo, os afetos transportam a alma.

Assim, poderemos usar nossos atos para espalhar a amizade. Por exemplo, se soubermos de alguma história desagradável sobre uma pessoa, ao invés de contarmos a todos o que ocorreu, melhor será procurarmos essa pessoa, procurando saber de que maneira poderemos ajudá-la. Creio ser a melhor atitude.
Principalmente se essa história for muito séria... envolvendo algum segredo muito íntimo, algo que vá prejudicar muito essa pessoa, manchando sua reputação. Claro que, o melhor será mantermos esse segredo... secreto.
Penso que sempre devemos procurar divulgar boas notícias, sempre com o intuito de formar amigos, esse o grande objetivo da vida em sociedade.
Por outro lado, a Internet é um meio de comunicação em massa que atinge o mundo inteiro, e que melhor maneira de utilizá-la, senão como veículo de espalhar amizade.
Existe uma corrente muito forte que se incumbe dessa missão, repassando mensagens cheias de otimismo, amor, fé, carinho. Parabenizo a todos que se preocupam em espalhar amizade, usando essa grande arma que temos nas mãos.
Outra maneira de espalhar amizade, são os sites científicos, que sempre transmitem instruções sobre novos métodos de cura, sobre as pesquisas que estão sendo feitas no mundo inteiro, e descobrir esses métodos de cura, sem dúvida que é outra maneira de espalhar amizade, não acham?
Outra maneira de espalhar amizade, encontro nos sites que falam sobre terapias alternativas, como por exemplo aqueles sobre a yoga, que cuida tanto do corpo como do espírito.
Conheci diversas pessoas que, com o simples fato de lerem as publicações da filosofia yoga, encontraram solução para seus problemas de espírito e relacionamento, pois a yoga serve para "abrir a mente", espalhando paz e amizade.
Existem alguns sites que procuram "mexer" com a parte espiritual. Merecem uma boa leitura, nossa melhor atenção. Sempre são pensamentos e ideias que fazem um bem incrível para a alma. Principalmente para pessoas que estão com as ideias meio embaralhadas, precisando de alguma luz.
Nossos pés sempre nos levam aonde queremos ir, então usemo-los para procurar aqueles amigos ou parentes de quem já faz algum tempo não temos notícias.
Como? Agora temos Internet, e não precisamos mais dos pés? Claro... então, trocando os pés pelas mãos, vamos batucar o teclado, procurando comunicação com esses amigos eventualmente distantes, levando nosso afeto, transportando assim nossa alma, fazendo um contato de amizade.
Sempre sentimos a alma mais leve após dirigir uma palavra carinhosa para uma pessoa amiga, após fazermos um gesto de ajuda para alguém que necessita. Então crianças...
Vamos lá. Vamos deixar de lado toda a qualquer vontade de prejudicar quem quer que seja, e vamos engrossar a corrente otimista. Nos meus velhos tempos, era a filosofia da "Paz e Amor". E olha, até que dava resultado.

MARCIAL SALAVERRY
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Respeite sua vontade e viva feliz!


Você tem poder. É isso mesmo! Todos nós temos. E quando ganhamos a consciência desse poder, as forças do Universo trabalham a nosso favor e tudo caminha extraordinariamente bem. O grande porém é que geralmente nós nos encontramos divididos: uma parte de nós caminha e a outra fica, pois os medos e as inseguranças nos detêm.

Uma coisa que nos faz perder o poder é a maldita vaidade. Vaidade é a ilusão de que eu vivo com o que é do outro. É infantilidade, dependência, falta de foco em si mesmo. Quer ver? Você já deve ter ouvido esta frase: "Se você me amar, serei feliz". É uma mentira! Ninguém sente dentro de si o amor do outro. Outro exemplo: "Quando todo mundo me aceitar, me sentirei maravilhosa". Nada disso! Só quando você se aceitar é que realmente vai se sentir plena.

Você vive com aquilo que tem - suas emoções, seus sentimentos, sua cabeça -, não com o que é do outro. É um erro passar a maior parte da vida submetido à aprovação e ao apoio do outro. A gente incorpora um personagem qualquer e sacrifica o próprio espírito. E vou mais longe: quanto mais poder você dá à fofoca, mais ela vem. Quanto mais poder você dá às críticas ou às perdas, mais elas ocorrem. Se você dá poder aos outros, com certeza está se rebaixando. Preste atenção: ninguém é menor que ninguém. Pare com isso e mude já essa situação!

Quanto mais importância e poder você der a seus objetivos, seus sentimentos e sua verdade, mais fortes eles ficarão. Respeitar-se é fundamental. Não importa se as pessoas te criticam ou te elogiam. O que importa é você para você! Reconheça que você é capaz de tudo. Sem ter a consciência do próprio poder, você fica com medo da vida, de não dar conta, de sofrer. Para se realizar, é preciso reverter esse quadro.

Então, acorde! Recupere sua lucidez espiritual e liberte-se das imposições morais. Afinal, elas só nos mantêm pequenos e submissos. Jogue fora tudo que te deixa fraco(a), culpado(a), desprezado(a), resistindo ao seu verdadeiro anseio de vitória. É um grande trabalho, mas se você não investir em si mesmo(a), quem o fará? Não há ninguém maior que você! Dê apoio integral a si mesmo(a) e sinta as mudanças acontecerem na sua vida. Quando você está no seu poder, você arrasa!

Luiz Gasparetto
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domingo, 23 de novembro de 2014

Nunca mais deixe nada pela metade!


Tenha seus projetos e objetivos de vida bem definidos! Vá definindo um a um e devagarinho complete suas metas considerando todos os aspectos de sua vida. E depois renove-os se for necessário. Afinal, a vida é sua, e o direito é seu! E tem mais: você merece!

Objetivo é aquilo que faz você seguir adiante! Não se perca mais no seu momento, na sua direção! Repare que a fase mais gostosa de sua vida foi exatamente aquela no meio de um projeto! Portanto, mãos à obra, sempre! Em frente, vamos!

O tipo de objetivo não é tão importante, mas os tenha bem definidos, viu? E nunca mais adie nenhum sonho, nenhuma idéia ou plano que você se propôs. Nunca mais deixe nada no meio do caminho. Nunca mais deixe nada pela metade!

Administrar bem a própria vida talvez seja encarar de frente as oportunidades e ter coragem de levá-las adiante. Pois, então, continue se dando todas as chances. Você tem todo o tempo do mundo para fazer, para conquistar, para amar.... Dê de presente pra você um Projeto de Vida!

Persiga as suas metas e desenvolva mais a sua crença interna de que pode ser uma pessoa ainda mais cheia de coragem, de determinação. Transforme-se numa pessoa ainda melhor!

E agora que você já admitiu que nenhum de seus objetivos vai ser alcançado sem sacrifícios ou imprevistos, força e mãos à obra.

Bom Dia!

"Os mais bem sucedidos não são tão brilhantes e talentosos assim!
Apenas tem um conhecimento um pouco melhorado como alcançar seus objetivos por meio da correção contínua, da persitência e da perseverança"

Luis Carlos Mazzini

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Tirando a venda dos olhos... e seguindo o coração


Somos bombardeados o tempo todo com regras e maneiras adequadas de agir que, se o que somos não se enquadra a essas regras, escondemos aquilo para não sermos descobertos por aqueles que julgamos mais sábios ou mesmo por aqueles que fazem parte de um grupo que queremos pertencer. Para pertencer a esse ou aquele grupo acreditamos, erroneamente, que, todas as coisas que não estão de acordo com as regras e conceitos daquele grupo são erradas, são coisas ruins.

Na busca da espiritualidade, quando isso envolve pertencer a uma religião ou a um grupo, é humanamente impossível que todas as regras e condutas ditas "boas" por aquele grupo sejam o que representa a nossa verdadeira essência.
E por medo de não sermos considerados bons o suficiente para fazer parte daquele grupo, taxamos de negativas as partes nossas que não se adequam àquelas regras e tentamos reprimir e esconder essas partes ou comportamentos. Muitas vezes, as partes que não se adequam as regras podem ser nossas melhores partes, porque podem falar de liberdade, de buscar mostrar o que temos de mais genuíno de mais puro... e cometemos um crime contra a nossa integridade quando, para seguirmos os valores do outro, negamos os nossos mais verdadeiros valores... aqueles que vêm da nossa natureza mais pura, mais selvagem. Selvagem no sentido de que ainda não foi domada.

Assim como um animal que ainda não foi domado e que ainda não consegue ficar preso e obedecer ao domador, existe em cada de um de nós partes que se rebelam contra o controle e contra tudo que quer nos fazer diferentes de quem somos... ainda bem que temos essa rebeldia, essa parte selvagem que nos mobiliza a ir além de tudo que quer nos prender e limitar... mesmo que ela pareça adormecida e sem força, e mesmo até que pareça morta, essa parte da nossa natureza está sempre pronta a nos apoiar e a ir contra ao que querem nos impor se damos um brechinha para que ela se manifeste...

Se ousamos questionar as autoridades que as crenças e religiões nos impõem... e se não aceitamos mais o que nos é falado, mesmo que isso venha da mais alta autoridade, isso é um sinal que nossa natureza mais selvagem está pronta para nos ajudar nessa guerra que travamos com a gente mesmo... uma parte que quer seguir e obedecer ao outro e a outra parte que quer "Ser".

Por que sempre temos que obedecer sem questionar... será que tudo que seguimos à risca resistiria a um olhar mais lúcido e a um questionamento um pouquinho mais aprofundado?

Por que temos que negar o que somos para fazer de conta que somos o que não somos?

Sabemos que o único caminho é nos conhecermos... mas, como podemos nos conhecer se nos impõem tantas regras do que é certo e errado e se nos pedem para deixar morrer em nós o que consideram errado, mesmo que isso seja uma parte viva e genuína de quem somos...

Geralmente, quando entramos para algum grupo, é porque alguma coisa ali nos faz bem e bate como verdade... mas a partir daí, ou por preguiça... por medo... ou mesmo por acreditar que existem coisas que não podem ser questionadas vamos engolindo tudo que vem dali... Até que um dia passamos a ser facilmente controlados... ou, por um lapso de lucidez ousamos questionar o que estamos seguindo, por seguir... Na verdade não deveríamos seguir nada por seguir... ou por que vem de alguém muito especial, ou seja por que for...

Chega um ponto em que precisamos tirar a venda dos olhos e ter coragem de caminhar guiados pelo nosso próprio coração... e nesse ponto pode ser que muita coisa que acreditávamos e que tínhamos como muito sagradas e verdadeiras caiam por Terra... provocando uma verdadeira reviravolta no que era verdade até então... Mas é no meio desse caos, que nossa natureza selvagem nos mostra que está bem viva e sempre pronta para nos guiar em busca do nosso verdadeiro Ser...
 Rubia A. Dantés
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sábado, 22 de novembro de 2014

Você é Gente Grande ou Gente Pequena no amor?


Você já deve ter conhecido pessoas que, diante das dificuldades - sejam do próprio relacionamento, sejam da vida - conseguem ponderar, conversar e chegar a um consenso. E também já deve ter conhecido outras que, em situações semelhantes, perdem a linha, ofendem o outro e deixam a relação se desgastar dia após dia, briga após briga.

A diferença entre elas é, sobretudo, o modo como cada uma exercita o amor. Enquanto as primeiras agem feito gente grande (GG), com boa dose de equilíbrio e maturidade, as demais agem feito gente pequena (GP), infantil, não conectada com seu próprio coração. O resultado fica estampado na dinâmica de suas vidas e de seus amores. Observe o movimento...

Gente Pequena: diante do fracasso, tende a lidar com seus sentimentos sempre se defendendo e acusando o outro.
Gente Grande: cresce a partir de si mesmo, sem comparações insensatas, porque sabe que é na troca que muitos sentimentos ganham sentido.

GP: carrega frases-feitas e piadas de amores frustrados. Não se permite vislumbrar que todo amor vale pelo que se viveu, pelo que se doou, pelo que se cresceu.
GG: está sempre disposta a criar laços, a fortalecer vínculos, independentemente dos rótulos dados às relações que vive.

GP: não aposta nas pessoas e não se dá conta de que o amor é fruto do modo com que ela mesma escolhe vivenciar seus sentimentos.
GG: aprende a confiar em si mesma e no Universo e, por isso, sabe se colocar no lugar do outro. Vivencia encontros repletos de inteireza e dignidade.

GP: quando o amor chega, em vez de sentir, ocupa-se em pensar, manipular, elaborar esquemas de conquistas. Rapidamente, acha que o amor perde a graça.
GG: está sempre disposta a rever seu comportamento e a melhorar, evoluindo e amadurecendo um pouquinho a cada dia.

GP: desconfiada, não se entrega porque não sabe lidar com as dores do amor; fica pulando de galho em galho, sem nunca viver encontros satisfatórios.
GG: sabe que é preciso interagir, falar, mostrar e ouvir, porque o amor não é feito de adivinhações e sim de manifestações explícitas.

GP: condena-se à solidão por medo de errar e sofrer. Veste a máscara de 'coitadinha' e passa a vida se lamentando pelo que não viveu ou se culpando pelo que acabou.
GG: recusa-se a mergulhar em sofrimentos que nunca terminam e sabe que não são as atitudes alheias a causa do que sente de ruim.

GP: é ansiosa, movida pela insegurança, mas aparenta arrogância. Ama de forma apegada e iludida, enxerga "pêlo em ovo" e, muitas vezes, bota a perder sua relação.
GG: ama sempre para ganhar e sabe que quem quer ganhar muito, tem que apostar alto. Ou melhor, tem que amar com o melhor de si.

GP: precisa aprender a fluir com a vida e perceber que, mesmo imperfeita, pode se tornar gente grande a partir de uma postura mais responsável diante dos desafios do amor.
GG: sabe que crescer é um processo que requer paciência, coragem e, sobretudo, humildade. Enxerga no outro uma chance de aprender e aposta que, juntos, podem construir um caminho mais prazeroso.

Rosana Braga
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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Com que moeda você negocia no amor?


Por sermos diferentes uns dos outros, enquanto nos relacionamos tentamos convencer o outro sobre nossas ideias e desejos. Assim é o exercício de existir. Portanto, negociar não é, em princípio, um problema ou uma ofensa. A questão, no entanto, é: com que moeda você negocia?

Em geral, é nas relações mais significativas que mais negociamos. Afinal, é nelas que os resultados mais contam para nossa alegria e satisfação ou para nossa frustração e - felizmente - aprendizado. Sendo assim, tudo começa exatamente aí: quanto você está maduro para lidar com as alegrias e também com as frustrações que fazem parte de qualquer relacionamento?

Quanto mais infantil e insegura for uma pessoa, mais ela negociará com moedas que machucam, agridem e desvalorizam o outro. Ao contrário, quanto mais amadurecida ela for, mais usará moedas que edificam, acariciam e valorizam o outro.

Sendo assim, o que você faz quando se sente contrariado ou irritado com o outro? Como você reage? Pensa antes de tomar qualquer atitude ou age impulsivamente? Deseja apenas dar o troco e provocar nele os mesmos sentimentos ruins ou olha também para si e se questiona sobre por que você está se sentindo desta forma?

Tem gente que não quer nem saber! Negocia na mesma moeda! Não atendeu o celular? Também não vou atender. Não avisou que ia sair? Também vou sair sem dar nenhuma satisfação. Tem gente que negocia no grito. Fala tudo o que vem à cabeça, em alto e bom som, geralmente exagerando, relembrando coisas do passado e esbravejando até o que não deve.

Tem gente que negocia com o silêncio. Dias sem falar com o outro. Quando ele pergunta o que está acontecendo, a resposta é tão categórica quanto incoerente: "nada"! Tem gente, em geral as mulheres, que negocia com sexo. Se o outro saiu da linha, vai pro sofá. Abstinência sexual completa!

E você, que moeda usa? Qual sua verdadeira intenção? Negocia para que os dois ganhem ou negocia para que você sempre consiga o que quer? Deseja conquistar o outro para que, juntos, cheguem a um consenso, ou cobrar, exigir e 'castigar' quando não consegue o que deseja?

Depois de anos estudando os relacionamentos, estou certa de que a moeda mais poderosa para negociações saudáveis entre pessoas é o diálogo. Falar o que você sente e pensa e, principalmente, ouvir o que o outro pensa e sente são escolhas altamente eficazes. Mas, claro, para usar esse tipo de moeda, é preciso saber o seu valor, é preciso estar crescido a ponto de reconhecer a riqueza contida nela.

Sei que nem sempre é possível conversar. Às vezes, em momentos onde os ânimos estão muito alterados, o melhor é calar. E quando nem calar for possível, que se grite, que se fale demais, que se perca as estribeiras. Mas que sempre, sempre mesmo, os dois estejam dispostos a retomar a questão e resolvê-la de modo maduro, ouvindo e considerando o outro - como ele é, e não como a gente gostaria que ele fosse.

E que, acima de tudo, ambos possam admitir sua parte no desentendimento e se desculpar, lembrando que o maior desejo é que esse encontro de amor possa servir para que se tornem mais apurados para a alegria e para o prazer. Isto é negociar sábia e amorosamente.

Rosana Braga
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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Sempre é hora de recomeçar


Estamos todos passando por muitos desafios... parece que tudo que não serve mais está vindo à tona para ser transformado e liberado na Luz... Somos muitas vezes testados naquilo que mais tememos e estamos vendo cair por terra conceitos que sustentamos por muito tempo como verdade e como base para nosso caminhar.

A mudança é visível e mesmo as estruturas mais rígidas estão sendo abaladas...

Um primeiro olhar sobre isso tudo muitas vezes nos faz achar que isso é ruim, porque estamos perdendo coisas que nos davam segurança e nos vemos diante de desafios que fogem ao nosso controle... Tantas coisas que nos davam suporte escorrem entre os dedos como areia fina nos revelando sua verdadeira face... coisas que nos apegamos a elas por tanto tempo nos mostram a fragilidade das bases em que se apoiavam...

Mas se tivermos um olhar mais calmo sobre esse movimento todo de transformação, que tanto nos assusta... vamos perceber que isso é bom, que tudo que está sendo chamado à mudança é porque não está sustentado em uma base verdadeira... e ali existe possibilidade de uma melhor condição.

Acontece que nos acostumamos tanto com algumas coisas e somos tão familiarizados com elas, que, pouco a pouco elas vão tomando conta, de uma forma, que nem nos deixa perceber que as coisas podiam ser diferentes... podiam ser melhores... bem melhores...

Esse acostumar devagar é tão ruim que nos tira a possibilidade de reação... e o que a princípio era ruim, vai se tornando tão familiar que acabamos acreditando que só temos direito àquela possibilidade. Por isso, por mais que as mudanças nos assustem num primeiro instante, é sempre bom olhar para elas como um caminho para que coisas que estavam estagnadas e ultrapassadas sejam liberadas para que novas possibilidades possam se manifestar...

Parece que o Universo, nesses tempos, está mesmo disposto a revolver tudo que está fundado sobre bases que não são a verdade... e, quando não resistimos, aceitando o momento pelo qual estamos passando, podemos cooperar com as mudanças e nos abrir para que... o que for para nossa felicidade se manifeste, mesmo que seja algo novo e que não estava dentro dos nosso planos... Nossos planos de futuro são geralmente criados por memórias do passado, tendo como base experiências que já vivemos, nessas e em outra vidas, e por isso são extremamente limitados, ao passo que os planos do Universo não se enquadram nesse limites e vão muito além do conhecido e de tudo que podemos imaginar...

Muitas vezes, os acontecimentos que trazem grandes mudanças, parecem-nos ameaçadores porque nossa visão é muito limitada, e fora daquelas possibilidades que nos acostumamos a elas, não existe saída... Seja em que área for que a mudança aconteça, temos um monte de memórias querendo nos puxar para baixo, falando que fora daquele modelo as coisas não têm como acontecer...

Parece que com o passar do tempo vamos aposentando projetos... esperanças... sonhos... e as coisas vão ficando cada vez mais limitadas, vamos nos enclausurando em prisões cada vez mais apertadas ao nos acostumar com coisas estagnadas e que não fazem mais sentido.

Mas sempre é hora de recomeçar... sempre podemos melhorar e ir além e permitir que a Vida entre pela porta e nos revele o novo... mesmo que para isso ela precise dar uma chacoalhada no velho e mofado mundo que quer nos impor nossas memórias.

Por isso, quando a mudança bater na sua porta, receba com um sorriso e com o coração aberto, não tente fechar a porta nem fingir que aquilo não é com você... Lembre-se que sempre é hora de seguir por caminhos nunca antes percorridos e de nos abrir para viver aventuras que nos fazem perceber que somos muito mais do que quiseram nos fazer crer...

Rubia A. Dantés
 Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

Você sempre quer o que não pode ter?


Conhece alguém que só se interessa por quem não está disponível? E você, é do tipo que quando o outro corresponde às suas investidas, tem a sensação de que perde a graça e não quer mais? É triste, mas existem muitas pessoas que se alimentam de dificuldades e obstáculos.

Chega ao cúmulo de, algumas delas - claro que sem se darem conta - sentirem-se atraídas somente por relacionamentos proibidos ou extremamente complicados, geralmente envolvendo uma terceira pessoa - o famoso triângulo amoroso.

O interessante é que a terceira pessoa parece funcionar como um motivador, alguém que desperta a competitividade e reforça a crença de que amor tem a ver com brigas, disputas, conflitos, sofrimento e dor. Como se sentimentos de paz, tranquilidade, confiança e respeito fossem "mornos" demais para sustentar um relacionamento intenso e profundo.

Sim, é verdade que os filmes, as novelas e os romances mais atraentes são sustentados pelos conflitos e pelas dificuldades, mas esta narrativa não precisa ser a sua, esse enredo não precisa ser a sua única realidade. Pode servir para alimentar fantasias e ensinar a domar nossos "bichos". Mas não pode servir para nos convencer de que é assim que o amor tem de ser. Não tem!

O fato é que esse tipo de relação sobrevive de uma dinâmica altamente perigosa. Trata-se de uma grande e invisível armadilha que a pessoa monta para si mesma. E quando vê, lá está ela, dentro do buraco novamente. Decepcionada, frustrada e abandonada mais uma vez!

E se ao menos aprendesse com isso, fazendo a partir de então escolhas mais coerentes, tendo comportamentos menos impulsivos e compreendendo o amor como fonte de prazer e construção, aprendizado e evolução, tudo bem! Mas, não! Em geral, pessoas assim estão viciadas na adrenalina decorrente deste jeito distorcido e equivocado de amar.

Feito cachorro que corre atrás do rabo enlouquecidamente sem nunca alcançá-lo, tais pessoas vivem desesperadamente em busca de um amor que nunca conseguirão viver, a menos que ganhem consciência desse funcionamento interno e façam um trabalho de autoconhecimento para, enfim, abrir espaço para um encontro de dois que realmente se desejam, um amor de troca e criatividade.

Portanto, se você costuma se apaixonar por pessoas casadas ou, ao contrário, que não querem se comprometer de forma alguma, fique atento! E se essa "impossibilidade" faz com que você se sinta ainda mais apaixonado e disposto a fazer qualquer coisa para conseguir o que deseja, então, a arapuca, muito provavelmente, já está armada - e por você mesmo!

O exercício da conquista é uma delícia e vale a pena ser praticado - não apenas no início da relação, mas todo o tempo. Afinal, quem ama cuida e não existe "jogo ganho". Diz o sábio ditado que "quem não dá assistência, perde para a concorrência". Mas que este exercício seja pautado pelo amor-próprio e pela certeza de que o resultado da brincadeira tem de ser bem mais prazeroso do que doloroso. Bem mais de ganhos e medalhas do que perdas e migalhas.

Rosana Braga
 Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Como não sermos vítimas de nossas próprias atitudes impensadas


Quem não conhece os problemas causados por ações impulsivas? Agir mesmo sabendo que não era a hora... falar mesmo sabendo que é melhor ficar quieto... são pequenas ações que podem gerar grandes problemas!

Quando seguimos nossos impulsos sem nos consultarmos, tornamo-nos reféns de nossas próprias ações. No entanto, podemos superar os padrões automáticos de comportamento. Isto é, sentir o impulso e ainda assim escolher como reagir.

O mundo pode nos pressionar, mas nós podemos nos autoliberar. Para tanto, precisamos inicialmente conhecer como funciona nossa mente diante das situações de pressão.

Inicialmente, precisamos aprender a reconhecer e nomear os sinais físicos e mentais de uma atitude impulsiva, para então podermos dominar nossas respostas. Mas não basta parar por aí. Será preciso treinar inúmeras vezes essa atitude interna de autoobservação para cultivar a confiança de que vale a pena não sermos vítimas de nossas próprias atitudes impensadas.

Diante de uma explosão emocional, contar até 10 antes de reagir pode funcionar. Pois quando estamos muito ativados, os impulsos advindos do centro emocional do cérebro (sistema límbico) são mais velozes do que aqueles que saem do centro racional, o córtex pré-frontal, capazes de controlar as emoções. Ao contar até 10, damos uma chance para nosso cérebro fazer um circuito neuronal capaz de ativar nossa racionalidade! Com o córtex pré-frontal funcionando novamente, voltamos a ter também a empatia para com os outros. Desta forma, já não queremos mais agredir, mas sim nos entender.

Não basta contermos o impulso agressivo, é preciso processá-lo. Pois senão iremos implodir e sofrer os danos desta energia não elaborada.

Refletir sobre nós mesmos não quer dizer criticarmos maciçamente nossas atitudes nem tampouco nos perdoarmos justificando nossas ações com atitudes indulgentes: "Não soube fazer diferente". Ok, podemos não ter sabido como ter feito diferente... mas, a questão é: uma vez que agora sabemos queremos de fato mudar?

Observar-se requer familiaridade consigo mesmo para poder ir além da culpa e da vergonha. Observar-se significa aceitar-se diante do desconforto ao mesmo tempo em que nos motivamos e nos esforçamos para cultivar uma nova atitude. Quando nos compromissamos com a mudança interna surge o sabor de seguirmos em frente "mais leves".

Encararmo-nos frente a frente, requer mais treino do que coragem. É um hábito que nos torna pessoas mais interessantes para nós mesmos. Quando evitamos nossas emoções ou nos criticamos continuamente, acabamos por nos tornar uma péssima companhia para nós mesmos. Não é assim mesmo? Há dias em que não aguentamos nossa própria presença, nossa própria voz.

Não basta nos autocontrolarmos se não formos capazes de nos regularmos internamente. O autocontrole só irá gerar bem-estar se desenvolvermos uma percepção interna capaz de nos autoorganizarmos tanto no nível emocional como cognitivo, isto é, no nível do entendimento.

O neurocientista Daniel Siegel, em seu livro "O Poder da Visão Mental" (Ed. BestSeller), denomina a capacidade de nos observarmos como visão mental. Para ele, este é nosso sétimo sentido, sem visão mental, nossa vida é uma vida anestesiada. Neste livro, Siegel explica de modo simples e claro como nosso cérebro funciona para mantermos atitudes mentais organizadoras como a de abertura, observação e objetividade.

Cultivamos abertura quando deixamos de lado as expectativas e recebemos as coisas como elas são, em vez de insistirmos que sejam como gostaríamos que fossem. Sem a ditadura do pensamento rígido e dos preconceitos, conseguimos ver o mundo em suas particularidades, abrindo-nos para o novo. No entanto, devido aos condicionamentos e às memórias arquivadas em experiências anteriores, em geral não nos deixamos permear pelo mundo externo. Sem tal abertura, vivenciamos a realidade externa como um prolongamento de nossa realidade interna. Isto é, o mundo será agradável ou desagradável conforme nosso humor momentâneo.

É curioso notar como temos uma chance maior de perceber o mundo mais objetivamente quando ele se torna aquém ou em excesso de acordo com nossos desejos e necessidades. Quando tudo parece chegar de acordo com nossos níveis de expectativa não paramos para pensar que o mundo não é apenas o que pensamos e sentimos sobre ele!

Segundo Daniel Siegel, a habilidade de observar é a capacidade para perceber o "eu" mesmo enquanto estamos vivenciando um evento. Ela nos coloca em um quadro de referências mais amplo e expande nossa perspectiva a cada momento. Ao reconhecer o ambiente em que nos encontramos, começamos a sair do comportamento habitual. Em outras palavras, se noto as nuancias à minha volta, tenho a chance de escolher se quero interagir com elas ou não!

Desta forma, conseguiremos adquirir objetividade: sermos capazes de pensar e sentir sem nos deixarmos levar pela força habitual destes pensamentos e emoções. Com objetividade, reconhecemos que nossos pensamentos e sentimentos como uma expressão de nosso mundo interno, mas não como uma verdade absoluta. Com objetividade, conseguimos discernir entre o que sentirmos e queremos continuar sentindo. Ao cultivarmos a aptidão de estarmos conscientes de como estamos direcionando nossa mente, ganhamos um novo espaço interior. Já não estamos mais condenados a sentir um ciúme sem controle, uma raiva que nos arrebata ou um ressentimento opressor. Saímos da paralisia interna! Podemos nos mover internamente!

Na medida em que passamos a nos perceber com abertura, observação e objetividade, ganhamos mais e mais espaço interior, que por sua vez gera a flexibilidade necessária para fazermos novas associações. Surgem novas ideias, tornamo-nos criativos. Vívidos.

Quanto mais espaço interior adquirimos, mais inteligentes emocionalmente nos tornamos. Curiosamente, quanto mais visão mental adquirimos sobre nós mesmos, mais habilidade temos para perceber os outros: pois quando conseguirmos sentir nosso estado mental, o caminho fundamental para a ressonância com outros também está aberto. Sem resistência para percebermos a nós mesmos e ao outro, algo totalmente novo pode ocorrer!

Bel Cesar
 Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

A Sabedoria da Não-Violência


A vida verdadeira é como a água:
Em silêncio se adapta ao nível inferior
Que os homens desprezam.
Não se opõe a nada,
Serve a tudo.
Não exige nada,
Porque sua origem é da fonte imortal.
O homem realizado não tem desejos de dentro,
Nem tem exigências de fora.
Ele é prestativo em se dar
E sincero em falar,
Suave no conduzir,
Poderoso no agir.
Age com serenidade.
Por isto é incontaminável. 
Lao-Tsé

Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Pessoas Sábias


Só temos consciência do belo,
Quando conhecemos o feio.
Só temos consciência do bom,
Quando conhecemos o mau.
Porquanto, o Ser e o Existir,
Se engendram mutuamente.
O fácil e o difícil se completam.
O grande e o pequeno são complementares.

O alto e o baixo formam um todo.
O som e o silêncio formam a harmonia.
O passado e o futuro geram o tempo.

Eis porque o sábio age,
Pelo não-agir.
E ensina sem falar.
Aceita tudo que lhe acontece.
Produz tudo e não fica com nada.

O sábio tudo realiza - e nada considera seu.
Tudo faz - e não se apega à sua obra.
Não se prende aos frutos da sua atividade.

Termina a sua obra,
E está sempre no princípio.
E por isso a sua obra prospera.
Lao-Tsé
 Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

Permaneça disponível



"Permaneça disponível para o momento
...Apenas permaneça vivo e espontâneo e cheio de sentimento. Onde quer que seu girassol diga que o sol está, siga a sensação daquela forma. E nunca ouça qualquer outra consideração.

Esta é a coragem... e esta é a autenticidade. A autenticidade é um dos maiores valores na vida. Nada pode ser comparado a ela.
...A autenticidade é um verbo. Não é algo esperando por você. Você tem que ser autêntico, só então ela está lá. Você não pode descobri-la. Você tem que criá-la continuamente sendo verdadeiro. É um processo dinâmico.

Deixe isso penetrar tão profundamente em você quanto possível: que tudo o que é belo na vida é um verbo, não é um substantivo. Verdade, para ser verdadeiro a respeito, é um verbo, não é um substantivo. A linguagem é falaciosa. O amor não é um substantivo, é um verbo. O amor está no amor. É um processo.

Quando você ama, só então o amor está lá. Quando você não ama, ele desapareceu. Existe precisamente quando é dinâmico. A confiança é um verbo e não um substantivo. Quando você confia, ela está lá. Confiança significa confiança e amor significa amar. Verdade significa ser verdadeiro.

E o critério está dentro de você - e não na Bíblia, e não no Corão, não no Gita. O critério é o seu sentimento, o sentimento existencial. Então, o que quer que o sentimento diga, você se move com ele. Às vezes lhe dá uma grande insegurança. Diga ok a isso. Às vezes, leva você para uma dor profunda, diga ok a isso. Confie que onde quer que esteja lhe levando, deve ser significativo e importante para o seu crescimento.

O pensamento é muito astuto, cru, inteligente, calculista. Claro que dá ideias mais confortáveis, mais convenientes. Ele sempre considera tudo o mais, exceto o sentimento. Mas ele está morto.

Então vá lá, e seja apenas, sem idéias. Se você sentir vontade de ficar lá e ajudá-los, ajude-os. Se você sentir vontade de ir para o norte, vá para o norte. Ou pode haver uma terceira alternativa - quem sabe? Tudo o que podemos ver é muito pequeno comparado ao que realmente acontece. Ninguém sabe. A vida é imprevisível.

Permaneça disponível para o momento. Nunca decida de antemão, de modo que você nunca vai se sentir culpado. Nunca decida de antemão, e você nunca vai se sentir confuso. Nunca decida de antemão e você nunca vai sentir qualquer conflito dentro de você. Então, tudo o que você fizer, faça-o totalmente, o seu ato torna-se total. E quando um ato é total, é bonito. Quando um ato é total, dá-lhe a paz, silêncio, harmonia. Então, basta ser completamente livre de qualquer plano e ver o que acontece".

OSHO - Amados do Meu Coração.

 Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Tarde.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Gratidão


Atraímos para nossa vida tudo que acreditamos, e quanto mais força têm nossas crenças mais elas criam nossa realidade... mas, mesmo sabendo da força das nossas crenças na criação da nossa realidade, porque na maior parte das vezes não conseguimos criar uma realidade mais feliz em sintonia com o que queremos?

A maior parte das nossas crenças são inconscientes e trabalham criando, muitas vezes, o oposto daquilo que gostaríamos para nossas vidas... Sabemos que o Universo manifesta mais e mais daquilo em que colocamos nosso foco com mais intensidade, mas, infelizmente, as coisas que nos puxam para baixo geralmente ganham muito mais a nossa atenção do que aquelas que nos puxam para cima e levantam nosso astral.
É muito comum a gente ver uma pessoa que acabou de receber uma bênção, seja em que área for, e, ao invés de aproveitar e viver o momento de felicidade, prefere ir para o futuro se preocupar pensando se aquilo vai durar... se vai acontecer alguma coisa errada que vai atrapalhar, ou até mesmo no meio das coisas boas que se manifestam, buscar uma coisa, mesmo que pequena, que seja motivo de reclamação... e com isso, muitas vezes as bênçãos acabam se transformando em preocupação e estresse.

Somos mais viciados em reclamar do que imaginamos... mais viciados em ser vítimas que, quando algo nos tira dessa posição, dando-nos motivos para comemorar e agradecer, logo damos um jeitinho de mostrar a todos que as coisas não estão tão bem assim...

Passamos a vida querendo adquirir coisas e vamos enchendo nossos armários, nossa mente, nosso coração, mas parece que, quando conquistamos o que queremos, aquilo já deixa de ter valor e passamos para outro objetivo sem nem nos darmos conta que temos muito a agradecer... enfatizamos mais o que falta do que o que já alcançamos... colocamos mais nosso foco no que falta do que no que temos a agradecer e, com isso, continuamos a criar mais e mais situações de falta...

A gratidão é sempre algo muito positivo e quanto mais agradecemos, mais motivos aparecerão para sermos gratos...

E, sabendo disso, volta e meia, quando não me sinto bem, começo a agradecer pelas coisas boas que tenho na vida, e olha que não são poucas, mas parece que temos o vicio de só valorizar o que não temos ou o que não está dando certo e dar muito pouco valor ao que temos, afinal, é só olhar ao nosso redor nas noticias que nos chegam pelos vários meios de comunicação e isso fica fácil de perceber... sempre é dada uma ênfase muito maior ao que está ruim do que ao que está dando certo... Parece que temos um medo enorme de ser feliz e nossas crenças inconscientes vão nos mantendo nesses caminhos da falta...

Ontem cedo acordei um pouco sem ânimo uma certa tristeza sem motivo aparente... mas ainda bem que logo me lembrei da gratidão e comecei a agradecer pelas coisas boas que tenho... fazendo uma lista e agradecendo, reconhecendo o tanto de coisas que tenho e que sou grata por isso...
Foi quando uma voz interior me orientou a ir mais profundo na gratidão... e a cada coisa que tinha motivos de ser grata, me vi reconhecendo mais profundamente que aquilo era algo que realmente tinha motivos para agradecer... acreditando... E assim fui fazendo devagar com cada coisa, ao invés de só listar o que tenho a agradecer fui mergulhando em cada uma e sentindo bem no fundo do coração a gratidão e os motivos por que sou grata...

Uma energia boa e acolhedora foi chegando e tomando conta daquele estado em que acordei... senti um alivio na minha garganta e no coração... e os motivos a agradecer pelas muitas bênçãos que tenho na minha vida eram muito mais reais e palpáveis... e me pareceu que tudo estava bem como estava... que aqui e agora não falta nada para ser Feliz...

Rubia A. Dantés
 Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Tarde.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco