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segunda-feira, 16 de junho de 2014

Escolha Vencedora


Em nosso dia-a-dia, infelizmente, encontramos pessoas que não acreditam merecer serem bem sucedidas e felizes. Pessoas que criam tantas resistências a qualquer tipo de mudança ou novo aprendizado que, às vezes, até parece se sentirem confortáveis na posição de sofredoras ou fracassadas. São adeptas do “está ruim, mas está bom”, um refrão de muito mau gosto e representativo da falta de auto-estima.

Indivíduos assim, quando lhes é proposto algum tipo de mudança de postura ou hábito, têm sempre um “mas” ou um “se” como resposta. Algumas dizem: “mas, e se isso não funcionar comigo?”; outras: “e se alguém não gostar dessa minha nova atitude?”.
São tantas as “muletas” que eles arranjam para continuarem em suas rotinas doentias, que muitas de suas desculpas tornam-se deploravelmente ridículas. Conclusão: tudo isso é resultado do pouco ou nenhum valor que dão a si próprias e da falta de reatividade existencial a que estão submissas.
Por outro lado, embora em número menor, encontramos também pessoas que se autovalorizam, que acreditam em suas potencialidades e que, além de serem autoconfiantes e competentes, crêem ser merecedoras de tudo o quanto conquistam.
Em sendo assim, responsabilizam-se pela realização de seus propósitos, não recuam perante as adversidades e têm consciência de que fazem jus a viver com alegria, leveza e prazer. Além do que, otimistas e motivadas, exercitam a todo tempo o entusiasmo e estão sempre em movimento; aprendendo e buscando o melhor que a vida possa lhes proporcionar.

De modo objetivo convém, então, observar que no cerne destas duas posturas apontadas nesta reflexão está presente, mais uma vez, a questão do direito de escolha, direito este que ninguém devia se furtar de exercê-lo de maneira qualificada, ou seja, de modo consciente. Às vezes, pode até soar simplista afirmar que creditar em si mesmo é fundamental para quem deseja realizar o melhor em sua “luta” existencial, mas, é inquestionável o fato de que só não vence os seus desafios àquele que os vê maior que a sua competência pessoal. Consciente ou inconscientemente, você é o que você escolhe ser!

Boa Reflexão e viva consciente.

Willes da Silva
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Tarde.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

O Que Você Alimenta Mais?


Um ancião índio norte-americano certa vez descreveu seus conflitos internos da seguinte maneira: "Dentro de mim há dois cães. Um deles é cruel e mau. O outro é muito bom. Os dois estão sempre brigando". Quando lhe perguntaram que cão ganhava a briga, o ancião parou, refletiu e respondeu: "Aquele que eu alimento mais freqüentemente". Esta parábola aplica-se, sobre tudo, quando a questão é como lidar com nossos conflitos interiores, com aquilo que é contraditório dentro de nós como os nossos sentimentos, emoções, hábitos e valores.
Quantas vezes você já se sentiu agoniado em relação a sentimentos conflitantes dentro de si? Quanto você já se desgastou ao ter que optar entre aquilo que lhe era permitido fazer, em contradição ao que você deveria fazer? Pois é, ter clareza de sentimentos talvez seja o primeiro passo alojar dentro de si o equilíbrio necessário para tomar decisões conscientes e promissoras. A ninguém é dado obter paz de espírito se, por exemplo, vive a alimentar-se de raiva ou mágoa, se passa o tempo a guardar dentro de si insatisfações ou frustrações, posto que, estes são elementos extremamente nocivos e autodestrutivos.

Por ignorarmos que somente encontraremos soluções sólidas quando nos permitirmos observar com maior isenção a nós mesmos e nos responsabilizarmos pelos nossos acertos ou desacertos, temos o hábito de preguiçosamente procurar fora de nós a explicação para nossos desconfortos e fracassos. Porém, o aprendizado consciente nos revela que, se pretendemos instaurar em nós harmonia duradoura, serenidade e paz, não há outro caminho senão o de alimentar o que há de melhor em nosso próprio interior. Explorar a fundo nosso ser em busca de nossos melhores valores e qualidades é tarefa intransferível, trazer à nossa mente a clareza de bons propósitos é fundamental para nutrir com freqüência nossa polaridade positiva e motivar nossas ações tornando-nos, assim, aptos a sermos vencedores no bom e salutar combate da vida.

Boa Reflexão para você.

Willes da Silva
Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

domingo, 15 de junho de 2014

Você termina tudo o que começa?


- Você termina tudo o que começa?
- Eu sei de alguém que é assim, nunca termina o que começa...
- Mas eu não estou falando de alguém, estou perguntando a você.
- Eu? Sabe que eu não tinha pensado nisso.


O diálogo acima dá uma noção do quanto temos dificuldade em falar de nós mesmos, em assumirmos as nossas deficiências ou dificuldades. É mais fácil você se reportar a outra pessoa do que a si mesmo. É também mais simples observar os outros do que a si próprio. Por isso muitos de nós somos capazes de passar a vida inteira a repetir hábitos e posturas que resultam em fracassos, insatisfações, doenças e outros sofrimentos, sem percebermos que poderia ter sido diferente; sem compreendermos que muito do que fizemos poderia ter sido realizado de melhor modo.

E o que leva a essa cegueira a respeito de nós mesmos? As causas são diversas, mas, a princípio vou me ater a duas: ignorância e orgulho. A ignorância tanto pode ser resultado da falta de educação ou de uma educação deficiente, ou ainda, do menosprezo pelo conhecimento o que certamente nos levará ao orgulho. Quando cito da falta de educação não me refiro à falta de instrução simplesmente, mas, ao conjunto da cultura educacional que, a meu ver, é formada pela educação familiar, religiosa, escolar e social.

A necessidade de uma boa educação familiar está na base do nosso desenvolvimento pessoal, é nela que principia a formação do nosso caráter e da nossa personalidade. Se essa educação for falha estaremos com sérios problemas para conhecer a nós mesmos integralmente, já que é aí que muitas das nossas potencialidades são enterradas mesmo antes de serem exploradas. O sentimento de incapacidade diante dos desafios, diante das oportunidades que a vida oferece, é um fato alimentador da nossa insegurança, da falta de autoconfiança. É isso, também, que em certas circunstâncias nos faz desistir das nossas empreitadas, algumas vezes antes de iniciá-las e outras depois de algum tempo. A educação deficiente e desmotivadora é que nos faz ignorar nossa força e coragem para prosseguir.

Por vezes, é possível até que tenhamos algum conhecimento que nos aponta a necessidade de correção em nossa rota existencial, mas, por soberba teimamos em permanecer os mesmos, esperando que algo mude fora de nós. É nesse caso que o orgulho nos remete à posição de não reconhecermos que precisamos de ajuda, que se alguma coisa não vai bem conosco precisamos mudar, precisamos de alguém que nos oriente até. È danoso à nossa integridade pessoal quando ignoramos nossas necessidades interiores, nossa necessidade de reequilíbrio ou, até mesmo, de redefinição existencial. Se não terminar aquilo que começamos tem se tornado uma rotina em nossa vida é sinal de que algo anda errado conosco, não é o universo ou as pessoas que conspiram contra nós. Sendo assim, é preciso humildade para reconhecer o problema como nosso. Seguramente esse é primeiro passo, pois, quando nos despimos de todo preconceito e assumimos a nossa realidade fica bem mais fácil abrir caminho para a solução desta infelicitadora deficiência.

Concluindo, vale ainda destacar que o sentimento de autoconfiança e de competência pessoal é fruto de uma autoestima sempre equilibrada, e ambos são fundamentais para que você use de racionalidade e realismo ao definir seus objetivos na vida e possa concluí-los.

Boa Reflexão e viva consciente.

Willes da Silva
 Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Tarde.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

sábado, 14 de junho de 2014

Vida e Superação


Tenho comigo a convicção de que a todo tempo você decide entre viver ou morrer. Pode parecer estranha tal afirmativa, mas, se você analisar com esmero comprenderá que é assim que ocorre, pois, a cada instante de sua vida você é chamado a escolher entre fazer o bem ou o mal a si próprio. Essa dicotomia entre o bem e o mal, para efeito desta reflexão, está relacionada com a pratica de ações que resultam em bem-estar ou mal-estar para você. Pense: quantas vezes você já tomou decisões e depois concluiu que se tivesse agido de modo diferente poderia ter evitado o desconforto que propiciou a si próprio?
A opção por morrer ou viver não se faz de modo cabal e instantâneo. Cada atitude colabora para que você viva melhor ou pior, e o acúmulo de ações negativas, mesmo que seja aos poucos, é que vai minar-lhe o gosto de viver. Os vícios demonstram isso muito bem, já que, pela natureza autodestrutiva deles, vão matando a vida de modo gradativo. O sentimento da raiva, por exemplo, é um mal de repercussões imensuráveis para aqueles que se deixam dominar por ele, posto que pela sua ação interior, através de pensamentos e sentimentos, provocam desequilíbrios tanto emocionais como físicos. Assim como a raiva, outras tantas posturas comportamentais e sentimentos impregnados de negatividade como a inveja, o orgulho, o egoísmo, a mágoa, o medo, a preocupação, o perfeccionismo, atrofiam sobremaneira o ato de viver.

Mesmo que por algum motivo lhe falte clareza suficiente das suas potencialidades e competências, você é o responsável em criar e recriar a sua autosatisfação a cada instante de sua trajetória. Cabe a você com competência, esforço e entusiasmo, gerir da melhor maneira sua existência. Qualquer obstáculo só é maior que você quando você se apequena diante dele, quando você se coloca em condição de inferioridade. Lembre-se: a vida sem desafios perde-se do seu movimento natural e do seu sentido, pois, eles se apresentam justamente para que você se supere, evolua e sinta que vale a pena viver.

Boa Reflexão e viva consciente.

Willes da Silva
 Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Tarde.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco