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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Você é uma “pessoa-elástico”?


Algumas pessoas parecem possuir uma flexibilidade tão grande que parecem verdadeiros elásticos. É verdade que um pouco de flexibilidade nos cai bem e não faz mal a ninguém, mas quando uma pessoa começa a se esticar para ambos os lados até o infinito, em algum momento acabará por se partir em duas, o que não pode ser bom para ninguém.

Pessoas-elástico são aquelas que sempre perdoam.

Perdoar pode ser bom, mas até o perdão precisa seguir seu próprio ciclo.

Pense na seguinte situação: uma pessoa pisa fortemente no seu pé no meio da pista de dança. O saudável é que, antes de perdoar, você sinta a dor, ou corre o risco de deixar de cuidar do ferimento. Depois, você tem o direito de ficar bravo, afinal sofreu uma agressão e seu dedo está mais vermelho do que uma pimenta malagueta no meio da brasa! Depois, e somente depois, com o pé cuidado e o sentimento raivoso acolhido, talvez você possa então respirar, ouvir o pedido de desculpas da pessoa descuidada que quase arrancou fora seu dedo, e aí sim, de braços dados com a sua generosidade, perdoar. Mas se você é daquelas pessoas que, ao levar uma pisada no pé, logo se apressa em dizer:
- Não foi nada! - antes mesmo de avaliar o estrago, então precisa prestar mais atenção à forma como vem tratando a si mesmo. Provavelmente não está cuidando de si com o zelo com que deveria.

Outra coisa que as pessoas-elástico fazem mais do que seria saudável é: ceder à vontade alheia.

Vivem fazendo o que os outros querem e passam por cima de si mesmas repetidas vezes.

Em um relacionamento saudável os envolvidos deveriam se alternar no que se refere a ceder. Ou seja: às vezes eu cedo, outras vezes faço valer minha vontade. Existe um equilíbrio, um senso de justiça, que mantém o relacionamento vivo e respeitoso. Mas as pessoas-elástico, muito preocupadas em agradar, muitas vezes abrem ao outro mais espaço do que deveriam. Vão deixando de lutar por aquilo que acreditam. Muitas vezes nem dizem o que desejam. Um dia você está louco de vontade de comer um delicioso prato de macarrão, mas se cala e acaba comendo peixe cru no japonês da esquina. O pior é que o outro sequer suspeita que aquela sua cara estranha, uma mistura de enjoo com sorriso embalsamado, não se deve ao cansaço do dia e sim ao fato de que você simplesmente NÃO SUPORTA COMER PEIXE CRÚ!

Ora, se pisam no seu pé e você não reclama, se você faz tudo o que os outros querem, fatalmente acabará sendo desrespeitado. As pessoas o acharão uma espécie de super-homem ou supermulher invulnerável à dor, e acreditarão que a sua felicidade está em servir a todo tipo de caprichos, que serão impiedosamente despejados sobre você. Outras perceberão que você tem uma fragilidade em impor sua opinião e simplesmente se aproveitarão disso.

Não ache que, ao se mostrar tão abnegado e atencioso, acabará por ser assim tratado pelas pessoas, que terão a maravilhosa sensibilidade de adivinhar que sob seu sorriso se esconde um dedo ardendo como pimenta e a vontade de cuspir fora o tão cobiçado sashimi. Não é assim que acontece! No final você será cada vez mais sobrecarregado, tratado sem cuidados, afinal é assim que anda tratando a si mesmo!

Se você quer ser cuidado, respeitado, valorizado... Precisa aprender a dar a si mesmo essa forma de tratamento.

Não importa de onde venha essa sua elasticidade distorcida. Talvez tenha sido aprendida em uma família onde você só seria aceito se agisse conforme o esperado. Talvez você tenha nascido de uma seringueira, aquelas maravilhosas árvores de onde a borracha é extraída. Você acha impossível? Ora, quando eu era criança alguém me disse que eu tinha nascido de um repolho, assim, por que você não poderia ter nascido de uma seringueira?

Bem, o que importa é que você precisa mudar. Precisa "desemborrachar".

Talvez você tenha se calado por tanto tempo que já nem se lembre do som da sua voz. Talvez já não saiba do que gosta, do que não gosta. Se esse for o caso... “CHUTE”! Diga qualquer coisa. Tire "no palitinho". Mas saia desse lugar de eterna aceitação. Você descobrirá a si mesmo no caminho, acredite no que digo.

Na próxima vez que alguém lhe fizer uma pergunta, expresse seu desejo. Diga o que quer.

Acredite, você fica muito mais interessante quando age assim.

Patricia Gebrim
 Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco
Caros (as) amigos (as) agradeço a visitas de vcs, esse blog sem fins lucrativos ou seja sem anúncios
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Banco Do Brasil
Agência:3858-x
Conta:8709-2
Nome: Claudio Luiz Pacheco

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

O que fazer quando tudo dá errado em nossa vida?


A vida é irônica às vezes... como se estivesse entediada, às vezes a vida nos prega peças, nos pega de surpresa. De um momento para outro, sem avisar, invade nossa casa, sacode tudo e de repente nos percebemos de pernas para o ar.

Num supetão nossos planos são frustrados, nossos sonhos são roubados e a gente fica lá, com cara de tacho, tentando encontrar alguma lógica no que parece não ter sentido algum.
São muitos os sentimentos que nos visitam nessa situação. Frustração, raiva, tristeza. Vem também um cansaço, afinal tínhamos dado o nosso melhor, tentando finalmente acertar! Tínhamos nos esmerado em fazer tudo certo, como manda o figurino, colocado em nossa vida as melhores intenções, cheios de planos de sucesso e felicidade. E de repente tudo ruiu bem em frente aos nosso olhos, mil pedacinhos espalhados aos nossos pés... uma vez mais.

Haja força para sermos capazes de levantar de novo, sem perder o senso de humor, haja coragem para sermos capazes de continuar, sem jogar a toalha, sem cair no tentador papel de vítima. Aliás, tem coisa mais chata do que gente que se vitimiza?
Quem não se lembra da pessimista hiena Hardy do desenho animado?:

- Oh Céus... Oh vida... Oh azaaaar...
O que ajuda em momentos assim?
Vou lhes dizer... não é fácil, mas ajuda se formos capazes de concordar em mudar de rota sem perder a confiança na vida, se formos capazes de abrir mão de nosso roteiro tão milimetricamente planejado, se cedermos ao fato de que muitas vezes as coisas seguem por caminhos inesperados que não poderemos prever ou controlar. Se arriscarmos pensar que, talvez, exista um sentido escondido por trás dos cacos, por trás da aparente falta de sentido. Se formos capazes de fazer isso, talvez consigamos encontrar a força para recomeçar.
Momentos assim requerem jogo de cintura, criatividade, leveza. Mas nada disso vem se não tivermos sabedoria.

Sem sabedoria levamos tudo a sério demais. Por isso se diz que os sábios se aproximam das crianças. Pois, tal como as crianças, os sábios sabem que neste mundo nada é definitivo. Os sábios, tal como as crianças, encaram os imprevistos da vida como uma chance de brincar de algo diferente. Muitas vezes, sem sabedoria, nos fixamos no momento presente e esquecemos de que aquele momento é apenas um pedacinho de um quadro muito maior. Nos esquecemos de que, muitas vezes, o que parecia um verdadeiro desastre era, na verdade, um movimento protetor, nos empurrando em direção a um lugar muito melhor.

Acredite no que digo ou não, a verdade é que só lhe restam duas opções.
Desistir, como fazia a hiena do desenho, que sempre dizia: “isso não vai dar certo!”.
Ou bater a poeira e recomeçar. Com sabedoria. Para onde tiver de ser. Para onde a vida nos permitir continuar a caminhar!
Sempre existe um caminho a ser trilhado, e acreditem, o importante não é chegar a algum lugar específico, e sim sermos capazes de manter a alegria ao caminhar, seja lá para onde for!

Patricia Gebrim
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
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Abraços a todos
Claudio Pacheco
Banco Do Brasil
Agência:3858-x
Conta:8709-2
Nome: Claudio Luiz Pacheco

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Você é uma “pessoa-elástico”?


Algumas pessoas parecem possuir uma flexibilidade tão grande que parecem verdadeiros elásticos. É verdade que um pouco de flexibilidade nos cai bem e não faz mal a ninguém, mas quando uma pessoa começa a se esticar para ambos os lados até o infinito, em algum momento acabará por se partir em duas, o que não pode ser bom para ninguém.

Pessoas-elástico são aquelas que sempre perdoam.

Perdoar pode ser bom, mas até o perdão precisa seguir seu próprio ciclo.

Pense na seguinte situação: uma pessoa pisa fortemente no seu pé no meio da pista de dança. O saudável é que, antes de perdoar, você sinta a dor, ou corre o risco de deixar de cuidar do ferimento. Depois, você tem o direito de ficar bravo, afinal sofreu uma agressão e seu dedo está mais vermelho do que uma pimenta malagueta no meio da brasa! Depois, e somente depois, com o pé cuidado e o sentimento raivoso acolhido, talvez você possa então respirar, ouvir o pedido de desculpas da pessoa descuidada que quase arrancou fora seu dedo, e aí sim, de braços dados com a sua generosidade, perdoar. Mas se você é daquelas pessoas que, ao levar uma pisada no pé, logo se apressa em dizer:
- Não foi nada! - antes mesmo de avaliar o estrago, então precisa prestar mais atenção à forma como vem tratando a si mesmo. Provavelmente não está cuidando de si com o zelo com que deveria.

Outra coisa que as pessoas-elástico fazem mais do que seria saudável é: ceder à vontade alheia.

Vivem fazendo o que os outros querem e passam por cima de si mesmas repetidas vezes.

Em um relacionamento saudável os envolvidos deveriam se alternar no que se refere a ceder. Ou seja: às vezes eu cedo, outras vezes faço valer minha vontade. Existe um equilíbrio, um senso de justiça, que mantém o relacionamento vivo e respeitoso. Mas as pessoas-elástico, muito preocupadas em agradar, muitas vezes abrem ao outro mais espaço do que deveriam. Vão deixando de lutar por aquilo que acreditam. Muitas vezes nem dizem o que desejam. Um dia você está louco de vontade de comer um delicioso prato de macarrão, mas se cala e acaba comendo peixe cru no japonês da esquina. O pior é que o outro sequer suspeita que aquela sua cara estranha, uma mistura de enjoo com sorriso embalsamado, não se deve ao cansaço do dia e sim ao fato de que você simplesmente NÃO SUPORTA COMER PEIXE CRÚ!

Ora, se pisam no seu pé e você não reclama, se você faz tudo o que os outros querem, fatalmente acabará sendo desrespeitado. As pessoas o acharão uma espécie de super-homem ou supermulher invulnerável à dor, e acreditarão que a sua felicidade está em servir a todo tipo de caprichos, que serão impiedosamente despejados sobre você. Outras perceberão que você tem uma fragilidade em impor sua opinião e simplesmente se aproveitarão disso.

Não ache que, ao se mostrar tão abnegado e atencioso, acabará por ser assim tratado pelas pessoas, que terão a maravilhosa sensibilidade de adivinhar que sob seu sorriso se esconde um dedo ardendo como pimenta e a vontade de cuspir fora o tão cobiçado sashimi. Não é assim que acontece! No final você será cada vez mais sobrecarregado, tratado sem cuidados, afinal é assim que anda tratando a si mesmo!

Se você quer ser cuidado, respeitado, valorizado... Precisa aprender a dar a si mesmo essa forma de tratamento.

Não importa de onde venha essa sua elasticidade distorcida. Talvez tenha sido aprendida em uma família onde você só seria aceito se agisse conforme o esperado. Talvez você tenha nascido de uma seringueira, aquelas maravilhosas árvores de onde a borracha é extraída. Você acha impossível? Ora, quando eu era criança alguém me disse que eu tinha nascido de um repolho, assim, por que você não poderia ter nascido de uma seringueira?

Bem, o que importa é que você precisa mudar. Precisa "desemborrachar".

Talvez você tenha se calado por tanto tempo que já nem se lembre do som da sua voz. Talvez já não saiba do que gosta, do que não gosta. Se esse for o caso... “CHUTE”! Diga qualquer coisa. Tire "no palitinho". Mas saia desse lugar de eterna aceitação. Você descobrirá a si mesmo no caminho, acredite no que digo.

Na próxima vez que alguém lhe fizer uma pergunta, expresse seu desejo. Diga o que quer.

Acredite, você fica muito mais interessante quando age assim.

Patricia Gebrim
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

sexta-feira, 18 de julho de 2014

O que fazer quando tudo dá errado em nossa vida?


A vida é irônica às vezes... como se estivesse entediad(o)a, às vezes a vida nos prega peças, nos pega de surpresa. De um momento para outro, sem avisar, invade nossa casa, sacode tudo e de repente nos percebemos de pernas para o ar.

Num supetão nossos planos são frustrados, nossos sonhos são roubados e a gente fica lá, com cara de tacho, tentando encontrar alguma lógica no que parece não ter sentido algum.
São muitos os sentimentos que nos visitam nessa situação. Frustração, raiva, tristeza. Vem também um cansaço, afinal tínhamos dado o nosso melhor, tentando finalmente acertar! Tínhamos nos esmerado em fazer tudo certo, como manda o figurino, colocado em nossa vida as melhores intenções, cheios de planos de sucesso e felicidade. E de repente tudo ruiu bem em frente aos nosso olhos, mil pedacinhos espalhados aos nossos pés... uma vez mais.

Haja força para sermos capazes de levantar de novo, sem perder o senso de humor, haja coragem para sermos capazes de continuar, sem jogar a toalha, sem cair no tentador papel de vítima. Aliás, tem coisa mais chata do que gente que se vitimiza?
Quem não se lembra da pessimista hiena Hardy do desenho animado?:

- Oh Céus... Oh vida... Oh azaaaar...
O que ajuda em momentos assim?
Vou lhes dizer... não é fácil, mas ajuda se formos capazes de concordar em mudar de rota sem perder a confiança na vida, se formos capazes de abrir mão de nosso roteiro tão milimetricamente planejado, se cedermos ao fato de que muitas vezes as coisas seguem por caminhos inesperados que não poderemos prever ou controlar. Se arriscarmos pensar que, talvez, exista um sentido escondido por trás dos cacos, por trás da aparente falta de sentido. Se formos capazes de fazer isso, talvez consigamos encontrar a força para recomeçar.
Momentos assim requerem jogo de cintura, criatividade, leveza. Mas nada disso vem se não tivermos sabedoria.

Sem sabedoria levamos tudo a sério demais. Por isso se diz que os sábios se aproximam das crianças. Pois, tal como as crianças, os sábios sabem que neste mundo nada é definitivo. Os sábios, tal como as crianças, encaram os imprevistos da vida como uma chance de brincar de algo diferente. Muitas vezes, sem sabedoria, nos fixamos no momento presente e esquecemos de que aquele momento é apenas um pedacinho de um quadro muito maior. Nos esquecemos de que, muitas vezes, o que parecia um verdadeiro desastre era, na verdade, um movimento protetor, nos empurrando em direção a um lugar muito melhor.

Acredite no que digo ou não, a verdade é que só lhe restam duas opções.
Desistir, como fazia a hiena do desenho, que sempre dizia: “isso não vai dar certo!”.
Ou bater a poeira e recomeçar. Com sabedoria. Para onde tiver de ser. Para onde a vida nos permitir continuar a caminhar!
Sempre existe um caminho a ser trilhado, e acreditem, o importante não é chegar a algum lugar específico, e sim sermos capazes de manter a alegria ao caminhar, seja lá para onde for!

Patricia Gebrim
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Você é uma “pessoa-elástico”?

 
Algumas pessoas parecem possuir uma flexibilidade tão grande que parecem verdadeiros elásticos. É verdade que um pouco de flexibilidade nos cai bem e não faz mal a ninguém, mas quando uma pessoa começa a se esticar para ambos os lados até o infinito, em algum momento acabará por se partir em duas, o que não pode ser bom para ninguém.

Pessoas-elástico são aquelas que sempre perdoam.

Perdoar pode ser bom, mas até o perdão precisa seguir seu próprio ciclo.

Pense na seguinte situação: uma pessoa pisa fortemente no seu pé no meio da pista de dança. O saudável é que, antes de perdoar, você sinta a dor, ou corre o risco de deixar de cuidar do ferimento. Depois, você tem o direito de ficar bravo, afinal sofreu uma agressão e seu dedo está mais vermelho do que uma pimenta malagueta no meio da brasa! Depois, e somente depois, com o pé cuidado e o sentimento raivoso acolhido, talvez você possa então respirar, ouvir o pedido de desculpas da pessoa descuidada que quase arrancou fora seu dedo, e aí sim, de braços dados com a sua generosidade, perdoar. Mas se você é daquelas pessoas que, ao levar uma pisada no pé, logo se apressa em dizer:
- Não foi nada! - antes mesmo de avaliar o estrago, então precisa prestar mais atenção à forma como vem tratando a si mesmo. Provavelmente não está cuidando de si com o zelo com que deveria.

Outra coisa que as pessoas-elástico fazem mais do que seria saudável é: ceder à vontade alheia.

Vivem fazendo o que os outros querem e passam por cima de si mesmas repetidas vezes.

Em um relacionamento saudável os envolvidos deveriam se alternar no que se refere a ceder. Ou seja: às vezes eu cedo, outras vezes faço valer minha vontade. Existe um equilíbrio, um senso de justiça, que mantém o relacionamento vivo e respeitoso. Mas as pessoas-elástico, muito preocupadas em agradar, muitas vezes abrem ao outro mais espaço do que deveriam. Vão deixando de lutar por aquilo que acreditam. Muitas vezes nem dizem o que desejam. Um dia você está louco de vontade de comer um delicioso prato de macarrão, mas se cala e acaba comendo peixe cru no japonês da esquina. O pior é que o outro sequer suspeita que aquela sua cara estranha, uma mistura de enjoo com sorriso embalsamado, não se deve ao cansaço do dia e sim ao fato de que você simplesmente NÃO SUPORTA COMER PEIXE CRÚ!

Ora, se pisam no seu pé e você não reclama, se você faz tudo o que os outros querem, fatalmente acabará sendo desrespeitado. As pessoas o acharão uma espécie de super-homem ou supermulher invulnerável à dor, e acreditarão que a sua felicidade está em servir a todo tipo de caprichos, que serão impiedosamente despejados sobre você. Outras perceberão que você tem uma fragilidade em impor sua opinião e simplesmente se aproveitarão disso.

Não ache que, ao se mostrar tão abnegado e atencioso, acabará por ser assim tratado pelas pessoas, que terão a maravilhosa sensibilidade de adivinhar que sob seu sorriso se esconde um dedo ardendo como pimenta e a vontade de cuspir fora o tão cobiçado sashimi. Não é assim que acontece! No final você será cada vez mais sobrecarregado, tratado sem cuidados, afinal é assim que anda tratando a si mesmo!

Se você quer ser cuidado, respeitado, valorizado... Precisa aprender a dar a si mesmo essa forma de tratamento.

Não importa de onde venha essa sua elasticidade distorcida. Talvez tenha sido aprendida em uma família onde você só seria aceito se agisse conforme o esperado. Talvez você tenha nascido de uma seringueira, aquelas maravilhosas árvores de onde a borracha é extraída. Você acha impossível? Ora, quando eu era criança alguém me disse que eu tinha nascido de um repolho, assim, por que você não poderia ter nascido de uma seringueira?

Bem, o que importa é que você precisa mudar. Precisa "desemborrachar".

Talvez você tenha se calado por tanto tempo que já nem se lembre do som da sua voz. Talvez já não saiba do que gosta, do que não gosta. Se esse for o caso... “CHUTE”! Diga qualquer coisa. Tire "no palitinho". Mas saia desse lugar de eterna aceitação. Você descobrirá a si mesmo no caminho, acredite no que digo.

Na próxima vez que alguém lhe fizer uma pergunta, expresse seu desejo. Diga o que quer.

Acredite, você fica muito mais interessante quando age assim.

Patricia Gebrim
Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

domingo, 9 de fevereiro de 2014

O que fazer quando tudo dá errado em nossa vida?

A vida é irônica às vezes... como se estivesse entediada, às vezes a vida nos prega peças, nos pega de surpresa. De um momento para outro, sem avisar, invade nossa casa, sacode tudo e de repente nos percebemos de pernas para o ar.

Num supetão nossos planos são frustrados, nossos sonhos são roubados e a gente fica lá, com cara de tacho, tentando encontrar alguma lógica no que parece não ter sentido algum.
São muitos os sentimentos que nos visitam nessa situação. Frustração, raiva, tristeza. Vem também um cansaço, afinal tínhamos dado o nosso melhor, tentando finalmente acertar! Tínhamos nos esmerado em fazer tudo certo, como manda o figurino, colocado em nossa vida as melhores intenções, cheios de planos de sucesso e felicidade. E de repente tudo ruiu bem em frente aos nosso olhos, mil pedacinhos espalhados aos nossos pés... uma vez mais.

Haja força para sermos capazes de levantar de novo, sem perder o senso de humor, haja coragem para sermos capazes de continuar, sem jogar a toalha, sem cair no tentador papel de vítima. Aliás, tem coisa mais chata do que gente que se vitimiza?
Quem não se lembra da pessimista hiena Hardy do desenho animado?:

- Oh Céus... Oh vida... Oh azaaaar...
O que ajuda em momentos assim?
Vou lhes dizer... não é fácil, mas ajuda se formos capazes de concordar em mudar de rota sem perder a confiança na vida, se formos capazes de abrir mão de nosso roteiro tão milimetricamente planejado, se cedermos ao fato de que muitas vezes as coisas seguem por caminhos inesperados que não poderemos prever ou controlar. Se arriscarmos pensar que, talvez, exista um sentido escondido por trás dos cacos, por trás da aparente falta de sentido. Se formos capazes de fazer isso, talvez consigamos encontrar a força para recomeçar.
Momentos assim requerem jogo de cintura, criatividade, leveza. Mas nada disso vem se não tivermos sabedoria.

Sem sabedoria levamos tudo a sério demais. Por isso se diz que os sábios se aproximam das crianças. Pois, tal como as crianças, os sábios sabem que neste mundo nada é definitivo. Os sábios, tal como as crianças, encaram os imprevistos da vida como uma chance de brincar de algo diferente. Muitas vezes, sem sabedoria, nos fixamos no momento presente e esquecemos de que aquele momento é apenas um pedacinho de um quadro muito maior. Nos esquecemos de que, muitas vezes, o que parecia um verdadeiro desastre era, na verdade, um movimento protetor, nos empurrando em direção a um lugar muito melhor.

Acredite no que digo ou não, a verdade é que só lhe restam duas opções.
Desistir, como fazia a hiena do desenho, que sempre dizia: “isso não vai dar certo!”.
Ou bater a poeira e recomeçar. Com sabedoria. Para onde tiver de ser. Para onde a vida nos permitir continuar a caminhar!
Sempre existe um caminho a ser trilhado, e acreditem, o importante não é chegar a algum lugar específico, e sim sermos capazes de manter a alegria ao caminhar, seja lá para onde for!

Patricia Gebrim
 Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Tarde.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

domingo, 27 de janeiro de 2013

O que fazer quando tudo dá errado em nossa vida?

A vida é irônica às vezes... como se estivesse entediado(a), às vezes a vida nos prega peças, nos pega de surpresa. De um momento para outro, sem avisar, invade nossa casa, sacode tudo e de repente nos percebemos de pernas para o ar.

Num supetão nossos planos são frustrados, nossos sonhos são roubados e a gente fica lá, com cara de tacho, tentando encontrar alguma lógica no que parece não ter sentido algum.
São muitos os sentimentos que nos visitam nessa situação. Frustração, raiva, tristeza. Vem também um cansaço, afinal tínhamos dado o nosso melhor, tentando finalmente acertar! Tínhamos nos esmerado em fazer tudo certo, como manda o figurino, colocado em nossa vida as melhores intenções, cheios de planos de sucesso e felicidade. E de repente tudo ruiu bem em frente aos nosso olhos, mil pedacinhos espalhados aos nossos pés... uma vez mais.

Haja força para sermos capazes de levantar de novo, sem perder o senso de humor, haja coragem para sermos capazes de continuar, sem jogar a toalha, sem cair no tentador papel de vítima. Aliás, tem coisa mais chata do que gente que se vitimiza?
Quem não se lembra da pessimista hiena Hardy do desenho animado?:

- Oh Céus... Oh vida... Oh azaaaar...
O que ajuda em momentos assim?
Vou lhes dizer... não é fácil, mas ajuda se formos capazes de concordar em mudar de rota sem perder a confiança na vida, se formos capazes de abrir mão de nosso roteiro tão milimetricamente planejado, se cedermos ao fato de que muitas vezes as coisas seguem por caminhos inesperados que não poderemos prever ou controlar. Se arriscarmos pensar que, talvez, exista um sentido escondido por trás dos cacos, por trás da aparente falta de sentido. Se formos capazes de fazer isso, talvez consigamos encontrar a força para recomeçar.
Momentos assim requerem jogo de cintura, criatividade, leveza. Mas nada disso vem se não tivermos sabedoria.

Sem sabedoria levamos tudo a sério demais. Por isso se diz que os sábios se aproximam das crianças. Pois, tal como as crianças, os sábios sabem que neste mundo nada é definitivo. Os sábios, tal como as crianças, encaram os imprevistos da vida como uma chance de brincar de algo diferente. Muitas vezes, sem sabedoria, nos fixamos no momento presente e esquecemos de que aquele momento é apenas um pedacinho de um quadro muito maior. Nos esquecemos de que, muitas vezes, o que parecia um verdadeiro desastre era, na verdade, um movimento protetor, nos empurrando em direção a um lugar muito melhor.

Acredite no que digo ou não, a verdade é que só lhe restam duas opções.
Desistir, como fazia a hiena do desenho, que sempre dizia: “isso não vai dar certo!”.
Ou bater a poeira e recomeçar. Com sabedoria. Para onde tiver de ser. Para onde a vida nos permitir continuar a caminhar!
Sempre existe um caminho a ser trilhado, e acreditem, o importante não é chegar a algum lugar específico, e sim sermos capazes de manter a alegria ao caminhar, seja lá para onde for!

Patricia Gebrim
Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Você é uma “pessoa-elástico”?

Algumas pessoas parecem possuir uma flexibilidade tão grande que parecem verdadeiros elásticos. É verdade que um pouco de flexibilidade nos cai bem e não faz mal a ninguém, mas quando uma pessoa começa a se esticar para ambos os lados até o infinito, em algum momento acabará por se partir em duas, o que não pode ser bom para ninguém.

Pessoas-elástico são aquelas que sempre perdoam.

Perdoar pode ser bom, mas até o perdão precisa seguir seu próprio ciclo.

Pense na seguinte situação: uma pessoa pisa fortemente no seu pé no meio da pista de dança. O saudável é que, antes de perdoar, você sinta a dor, ou corre o risco de deixar de cuidar do ferimento. Depois, você tem o direito de ficar bravo, afinal sofreu uma agressão e seu dedo está mais vermelho do que uma pimenta malagueta no meio da brasa! Depois, e somente depois, com o pé cuidado e o sentimento raivoso acolhido, talvez você possa então respirar, ouvir o pedido de desculpas da pessoa descuidada que quase arrancou fora seu dedo, e aí sim, de braços dados com a sua generosidade, perdoar. Mas se você é daquelas pessoas que, ao levar uma pisada no pé, logo se apressa em dizer:
- Não foi nada! - antes mesmo de avaliar o estrago, então precisa prestar mais atenção à forma como vem tratando a si mesmo. Provavelmente não está cuidando de si com o zelo com que deveria.

Outra coisa que as pessoas-elástico fazem mais do que seria saudável é: ceder à vontade alheia.

Vivem fazendo o que os outros querem e passam por cima de si mesmas repetidas vezes.

Em um relacionamento saudável os envolvidos deveriam se alternar no que se refere a ceder. Ou seja: às vezes eu cedo, outras vezes faço valer minha vontade. Existe um equilíbrio, um senso de justiça, que mantém o relacionamento vivo e respeitoso. Mas as pessoas-elástico, muito preocupadas em agradar, muitas vezes abrem ao outro mais espaço do que deveriam. Vão deixando de lutar por aquilo que acreditam. Muitas vezes nem dizem o que desejam. Um dia você está louco de vontade de comer um delicioso prato de macarrão, mas se cala e acaba comendo peixe cru no japonês da esquina. O pior é que o outro sequer suspeita que aquela sua cara estranha, uma mistura de enjoo com sorriso embalsamado, não se deve ao cansaço do dia e sim ao fato de que você simplesmente NÃO SUPORTA COMER PEIXE CRÚ!

Ora, se pisam no seu pé e você não reclama, se você faz tudo o que os outros querem, fatalmente acabará sendo desrespeitado. As pessoas o acharão uma espécie de super-homem ou supermulher invulnerável à dor, e acreditarão que a sua felicidade está em servir a todo tipo de caprichos, que serão impiedosamente despejados sobre você. Outras perceberão que você tem uma fragilidade em impor sua opinião e simplesmente se aproveitarão disso.

Não ache que, ao se mostrar tão abnegado e atencioso, acabará por ser assim tratado pelas pessoas, que terão a maravilhosa sensibilidade de adivinhar que sob seu sorriso se esconde um dedo ardendo como pimenta e a vontade de cuspir fora o tão cobiçado sashimi. Não é assim que acontece! No final você será cada vez mais sobrecarregado, tratado sem cuidados, afinal é assim que anda tratando a si mesmo!

Se você quer ser cuidado, respeitado, valorizado... Precisa aprender a dar a si mesmo essa forma de tratamento.

Não importa de onde venha essa sua elasticidade distorcida. Talvez tenha sido aprendida em uma família onde você só seria aceito se agisse conforme o esperado. Talvez você tenha nascido de uma seringueira, aquelas maravilhosas árvores de onde a borracha é extraída. Você acha impossível? Ora, quando eu era criança alguém me disse que eu tinha nascido de um repolho, assim, por que você não poderia ter nascido de uma seringueira?

Bem, o que importa é que você precisa mudar. Precisa "desemborrachar".

Talvez você tenha se calado por tanto tempo que já nem se lembre do som da sua voz. Talvez já não saiba do que gosta, do que não gosta. Se esse for o caso... “CHUTE”! Diga qualquer coisa. Tire "no palitinho". Mas saia desse lugar de eterna aceitação. Você descobrirá a si mesmo no caminho, acredite no que digo.

Na próxima vez que alguém lhe fizer uma pergunta, expresse seu desejo. Diga o que quer.

Acredite, você fica muito mais interessante quando age assim.

Patricia Gebrim
Devemos ser boas pessoas com as outras pessoas, mas eu, vc, sempre estara em primerio lugar.
 Meus amigos(as) a todos um otimo Dia de muita Paz
Força Sempre
Abraços
Claudio Pacheco