terça-feira, 4 de novembro de 2014

UM AMOR LIBERTADOR


O meu amor deve impulsionar o outro a amar-se a si mesmo.
Devemos avaliar o nosso êxito no amor não por aqueles que nos admiram pelas nossas realizações, mas por aqueles que atribuem a sua própria inteireza ao nosso amor por eles; por aqueles que viram a sua beleza refletida nos nossos olhos, que ouviram as suas virtudes através do calor da nossa voz.

Somos como espelhos uns para os outros. Ninguém sabe como é a sua aparência antes de ver o seu reflexo num espelho.
É absolutamente certo que ninguém reconhece a sua própria beleza ou percebe o sentido do seu próprio valor até que seja refletido no espelho do amor e cuidado de outro ser humano.

O sentido do próprio valor é, sem dúvida, o maior presente que podemos oferecer a alguém, a maior contribuição que podemos dar a uma vida. Só podemos oferecer este presente e dar esta contribuição através do amor.
No entanto, é essencial que o nosso amor seja libertador, não possessivo. Devemos sempre dar àqueles que amamos a liberdade de serem eles mesmos. O amor reconhece o outro como uma outra pessoa. Não deve possui-lo nem manipulá-lo como uma propriedade sua.

Cabe aqui a citação de Frederick Perls: "Não vieste ao mundo para satisfazer as minhas expectativas. E eu não vim ao mundo para satisfazer as tuas. Se nos encontrarmos, tudo será belo. Se não, nada há a fazer."

Trecho do livro "O Segredo do Amor Eterno", John Powell
 Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

4 comentários:

  1. Concordo que devemos respeitar sempre a pessoa amada.
    Primeiro deixando que ela seje a sempre a pessoa que é, e nunca manipulando-a para que mude de idéias ou comportamento. Ou seja, a pessoa não deve mudar só porque o outro quer, e sim por ela mesma, se quiser..
    Abs

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  2. Salésio tb penso assim nesse mundo ninguém e dono de ninguém.
    Pessoas tratam as outras como propriedade na hora da separação...vemos loucuras sendo cometidas.... suicídios assassinatos entre muito outros casos...

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  3. Eu remeteria este assunto para a educação de Pais para Filhos.Eles são nossos até, a chamada, maior idade. Até lá é obrigação e dever de educa-los,não mudar a sua personalidade,mas educá.los.Mas depois dessa etapa;eu como Pai ao ver a minha prol seguir rumos diferentes, dos que lhes foi ensinado e não sendo mais "dono" deles,deveremos Nós Pais deixar segui-los mesmo estando errados? Pois penso que o Amor aqui deve de interferir,porque se os Amamos é dever ajudá-los.Agora se isso é tomado como ser-se dono ou exigência de mudança comportamental, somente porque o queremos,penso que não.

    O Amor, quando bem aplicado, é eterno,porque nele não existe donos ou exigências...simplesmente Amor.
    Abraço

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    1. O Meu Quotidiano uma ótima abordagem...
      Quando o amor e bem empregado nos lares... teremos menos violências, roubos etc..Concordo entre aspas me diz com quem tu andas que direi quem é...Pq em aspas quando temos o amor de casa podemos andar um pouco com pessoas de mal influencia...Mas quando abrimos os olhos e enxergamos q estamos no caminho errado...alguns tenta trazer o seu próximo para o bem uns conseguem e outros não...Mas aquele q teve uma boa educação ira sair do bando...

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