terça-feira, 12 de junho de 2012

Você é único

Amar-se é necessário. Não existe sucesso, realização, boa saúde, alegria e felicidade sem que você se goste, sem que você reconheça o seu valor como ser humano. Embora a maioria das pessoas diga que o amor por si mesmo é uma forma de egocentrismo, aprender a amar a si mesmo não é uma viagem solitária. É uma jornada máxima, num trajeto que se estende para o outro na medida em que você se aproxima de si mesmo. A medida da sua auto-estima, do seu amor por si mesmo é a sua tolerância e respeito para com o seu próximo. É impossível amar a si mesmo sem amar ao próximo. O amor contagia e é contagiante!

Mas como amar a si mesmo? Como fazer isso?
O primeiro passo para você se amar é a auto-aceitação. É dizer sim para si mesmo, sem esperar pelo sim do outro. É honrar o ser que você é. É saber que está tudo bem ser você mesmo, ter as experiências que tem tido e os problemas também. Você não precisa ser um ser humano perfeito, mas tem o direito de ser você mesmo. É claro que você em algum momento pode não se sentir feliz, pode estar insatisfeito com algumas coisas, mas só o reconhecimento de quem você é exatamente agora, lhe dá a real motivação para mudar o que precisa. Aliás, um outro equívoco é acreditar que aceitar a si mesmo significa que você não quer melhorar. Ao contrário, a energia amorosa gerada pela auto-aceitação nutre a motivação básica que cada um tem de se aprimorar, de manifestar o melhor de si mesmo e realizar todo o seu potencial.

É fato que você tem sempre muitas justificativas para não se gostar, não se aceitar. Você tem razões culturais, religiosas e pessoais. Dizem até que é arrogância e falta de humildade se reconhecer o próprio valor. É claro que você não quer parecer arrogante e quer atender as expectativas dos outros sobre você, mesmo que isso signifique abrir mão do seu bem mais precioso: você. E olha que tudo começou na infância! Você se lembra de que quando era criança ouviu muitos “não”, muitos “você não pode”? Pois bem, a educação do “não” levou-o a se ver como uma pessoa que não era boa o suficiente e a abandonar pelo caminho partes importantes de si mesmo, que ficaram por aí, perdidas no tempo e abandonadas, carentes de amor e atenção. Você as escondeu de si mesmo e do outro, em troca de carinho, para não ser rejeitado e até para não ser castigado por “Deus” “- Deus castiga!!!”Quem é que nunca ouviu essa frase? Qual a conseqüência disso? Você se tornou uma pessoa fragmentada e colocou uma máscara de faz de conta, para sobreviver. Pior do que isso, tornou-se um juiz implacável de si mesmo.
Mas não se iluda, não é através da desaprovação, do julgamento e da punição , que você vai se tornar uma pessoa melhor. Até porque você acredita que é muito “bonzinho” e se orgulha de não medir “sacrifícios” para agradar aos outros. Viciou-se em autonegação! É preciso que você seja gentil consigo mesmo, como é com uma criança inocente, para acolher essas partes abandonadas, sem medo. Não existe nenhuma vantagem em permitir que os outros ditem suas regras para você, nem nenhuma bonificação espiritual se você se sentir menos do que realmente é, supostamente para ser humilde. Lembre-se que a modéstia nada mais é que orgulho mascarado.
Isso não quer dizer que você não tenha que ser auto crítico, mas sim que você pode se avaliar tendo como referência a mais alta visão que tem de si mesmo. O que você avalia é o que em sua vida está em descordo com o seu ser essencial, aquilo que não vibra na freqüência de sua alma, para transformá-lo e fazer as mudanças necessárias. Isso significa ter respeito e compromisso consigo mesmo.

Portanto, aceite quem você é e diga sim para si mesmo. Respeite-se. Evite comparações, lembre-se que você é o referencial de si mesmo. Saiba que você é você e você é único.
Comece hoje!
ACREDITA!!

Vera Lucia Ferreira
Meus amigos(as) a todos um otimo Dia de muita Paz
Força Sempre
Abraços
Claudio Pacheco

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