terça-feira, 1 de novembro de 2011

Como se mede uma pessoa?

Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento. Ela é enorme pra você quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado.
É pequena pra você quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade.
Uma pessoa é gigante pra você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento,
quando sonha junto.
É pequena quando desvia do assunto.
Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma.
Uma pessoa é pequena quando se deixa reger
por comportamentos clichês.
Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento,
pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas:
Será ela que mudou ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições?
Uma decepção pode diminuir o tamanho de um
amor que parecia ser grande.
Uma ausência pode aumentar o tamanho de um
amor que parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta elasticidade:
as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações.
Uma pessoa é única ao estender a mão,
e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma.
O egoísmo unifica os insignificantes.
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos
que tornam uma pessoa grande.
É a sua sensibilidade sem tamanho...
Autor: Cronista Martha Medeiros
Meus amigos desejo a todos um ótimo Dia cheio de Paz.
Abraços a todos
Claudio Pacheco

Um comentário:

  1. Seu post meu amigo pode-se dizer que ele realmente é 1000(mil) pois aborda uma nova forma de se ver realmente quem é um verdadeiro ser humano a exemplo de sua conclusão bem definida assim: "Uma pessoa é única ao estender a mão,
    e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma.
    O egoísmo unifica os insignificantes.
    Não é a altura, nem o peso, nem os músculos
    que tornam uma pessoa grande.
    É a sua sensibilidade sem tamanho..."

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