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sábado, 24 de janeiro de 2015

Descobrindo Nossa Missão


Gosto de abordar o tema “missão”, pois acredito que seja o aspecto mais importante da vida e que se reflete como ponto-chave em todo trabalho de auto-conhecimento, na espiritualidade e na psicoterapia. Isso porque os sofrimentos estão sempre ligados a um desequilíbrio entre o que “somos” e o que “queremos ser”. E o que seria esse “somos” e esse “queremos ser“?!

Com “somos” me refiro ao como “conseguimos ser” dentro de nossas possibilidades e das circunstâncias de nossa vida. Com “queremos ser” quero me referir ao que nossa natureza nos impulsiona sermos, ao que nosso coração quer e que muitas vezes não entendemos a sua mensagem. Isso porque não estamos acostumados a ouvir a voz do coração, pois a nossa sociedade ocidental dá mais valor ao lado racional e lógico da personalidade. As crianças são vistas como mais inteligentes quando vão bem em matemática, ou hoje em dia, quando gostam e têm mais habilidade em lidar com o computador, apesar de tudo isso ter a ver somente com o lado lógico e racional da personalidade. Muitas crianças têm facilidades para o desenho, ficam mais tempo brincando com seus brinquedos e entram num mundo de sonhos onde podem exercer seu poder criativo e desenvolvem, assim, uma construção bem mais ampla da vida através de suas imagens interiores.

Muito se tem falado sobre missão. James Redfield disse: "Todos nós temos um propósito espiritual, uma missão, que andamos buscando sem estar plenamente conscientes dela e uma vez que a trazemos completamente à consciência, nossas vidas podem decolar.”

Como seguir o conselho de Redfield? Para trazê-la à consciência precisamos entender bem o que seja esse propósito. O psicoterapeuta Thomas Moore fala sobre “o chamado de um lugar que é fonte de significado e de identidade”.

Somos como células de um magnífico universo e, como tais somos parte do Todo e portanto temos uma missão nessa cadeia. Cada célula tem a sua missão a partir de suas características próprias, pois não existem por acaso. No caso dos seres humanos, seus temperamentos e suas habilidades, mas também suas motivações mais íntimas. Para o teólogo Matthew Fox, "a vocação é o nosso chamado para participar da obra do universo e, portanto, nossa missão seria nosso “papel no Cosmo”.

A nossa missão não é uma coisa abstrata ou inventada, mas é a nossa “verdade”, única e pessoal, independente de crença, leis, valores morais, imposições da sociedade. É uma imposição da nossa natureza, uma verdade íntima.

Os conflitos cujo efeito buscamos cessar com psicoterapia, têm muito a ver com a missão de vida. Nossa busca espiritual está intimamente ligada a esse significado de que falam Moore, Redfield e Fox. Cada simples desequilíbrio, seja mental, emocional e/ou mesmo físico, demonstra que estamos saindo do eixo, ou seja, estamos nos afastando do que nossa natureza quer, nossa vocação, nossa missão. Nossa missão é o que realmente somos em nosso íntimo e nossa vocação é o que devemos fazer para estarmos em sintonia com nosso caminho na vida.

Buscarmos nossa missão não é inventarmos algo que nos dê alívio, mas uma descoberta conquistada através de uma busca profunda e, segundo Victor Frankl, “a tarefa de cada um de nós é única e intransferível. A nossa missão exige “realização” e nossa tarefa é tão única como é única nossa oportunidade de implementá-la”.

A descoberta pode ser feita por muitos ou por vários caminhos ao mesmo tempo: a observação de si mesmo, o autoconhecimento através da investigação analítica num divã ou consigo mesmo, da regressão de memória, da prática da escrita de seu “livro das sombras” (seu diário mágico), do estudo e da meditação, da religiosidade prática, da auto-superação diária.

Todas as possibilidades nos são dadas pela vida, basta que optemos por dar o primeiro passo e tenhamos a perseverança no nosso objetivo, na busca espiritual e no fim, que é a Luz.

Roberto Dantas
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Tarde.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco
Caros (as) amigos (as) agradeço a visitas de vcs, esse blog sem fins lucrativos ou seja sem anúncios
Caso querem fazer uma doação fiquem a vontade
Abraços a todos
Claudio Pacheco
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Nome: Claudio Luiz Pacheco

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Trabalho de Busca de Si e Autoconhecimento


Muitas pessoas pensam que só se busca terapia quando se está doente, quando se tem fobias, depressão, dificuldades de relacionamento, ou outro problema desta ordem. Mas a psicoterapia é indicada para qualquer pessoa "normal" e que queira gozar de uma vida mais plena, através de seu crescimento como ser humano e compreendendo melhor o mundo à sua volta e sua interação com ele.

A psicoterapia é indicada para pessoas que querem se conhecer mais profundamente, descobrir seu verdadeiro EU, e ser o que se quer (realmente) ser. A terapia é um processo rumo a si mesmo, ou seja, o "vir a ser", descobrir quem somos, porque somos assim, e o que queremos de verdade, quais nossas motivações mais íntimas, sem máscaras, enfim, evoluir como seres humanos.

Nossa vida cotidiana nos oferece ameaças a todo momento, e para nos defendermos delas, criamos formas de viver através de máscaras, fachadas, verdadeiras ficções nas quais vivemos iludidos. Desta forma, somos um estranho para nós mesmos.

Na terapia, emergimos ao desmontarmos essas defesas e iniciamos um processo em direção ao nosso verdadeiro Self, através de uma abertura a novas experiências, confiança nas respostas que surgem de si mesmos, deixamos de ser levados pelas forças externas, e iniciamos um processo de crescimento e amadurecimento emocional e psíquico por uma referência interna, única e pessoal.

Isso é autoconhecimento, evolução, reforma íntima. O paciente tem na terapia um espaço de experimentação, um espaço seguro onde pode, através da interação com o terapeuta, explorar seus "pontos cegos", e enxergar sua atitudes e as motivações pessoais destas, através da análise profunda de si mesmo.

Padrões de comportamento que se repetem, dificuldades em certas áreas da vida e que nunca conseguimos mudar, e mesmo que saibamos disso (racionalmente), acabamos por repetir constantemente sem conseguir mudar.

A melhoria e elevação no grau de auto-estima, de confiança em si mesmo e a segurança em tomar decisões por si mesmo são os objetivos conquistados pela terapia.

Um trabalho de autoconhecimento e "reforma íntima", produtivo é sempre recompensador.

Roberto Dantas
 Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Tarde.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

quinta-feira, 13 de março de 2014

Descobrindo Nossa Missão


Gosto de abordar o tema “missão”, pois acredito que seja o aspecto mais importante da vida e que se reflete como ponto-chave em todo trabalho de auto-conhecimento, na espiritualidade e na psicoterapia. Isso porque os sofrimentos estão sempre ligados a um desequilíbrio entre o que “somos” e o que “queremos ser”. E o que seria esse “somos” e esse “queremos ser“?!

Com “somos” me refiro ao como “conseguimos ser” dentro de nossas possibilidades e das circunstâncias de nossa vida. Com “queremos ser” quero me referir ao que nossa natureza nos impulsiona sermos, ao que nosso coração quer e que muitas vezes não entendemos a sua mensagem. Isso porque não estamos acostumados a ouvir a voz do coração, pois a nossa sociedade ocidental dá mais valor ao lado racional e lógico da personalidade. As crianças são vistas como mais inteligentes quando vão bem em matemática, ou hoje em dia, quando gostam e têm mais habilidade em lidar com o computador, apesar de tudo isso ter a ver somente com o lado lógico e racional da personalidade. Muitas crianças têm facilidades para o desenho, ficam mais tempo brincando com seus brinquedos e entram num mundo de sonhos onde podem exercer seu poder criativo e desenvolvem, assim, uma construção bem mais ampla da vida através de suas imagens interiores.

Muito se tem falado sobre missão. James Redfield disse: "Todos nós temos um propósito espiritual, uma missão, que andamos buscando sem estar plenamente conscientes dela e uma vez que a trazemos completamente à consciência, nossas vidas podem decolar.”

Como seguir o conselho de Redfield? Para trazê-la à consciência precisamos entender bem o que seja esse propósito. O psicoterapeuta Thomas Moore fala sobre “o chamado de um lugar que é fonte de significado e de identidade”.

Somos como células de um magnífico universo e, como tais somos parte do Todo e portanto temos uma missão nessa cadeia. Cada célula tem a sua missão a partir de suas características próprias, pois não existem por acaso. No caso dos seres humanos, seus temperamentos e suas habilidades, mas também suas motivações mais íntimas. Para o teólogo Matthew Fox, "a vocação é o nosso chamado para participar da obra do universo e, portanto, nossa missão seria nosso “papel no Cosmo”.

A nossa missão não é uma coisa abstrata ou inventada, mas é a nossa “verdade”, única e pessoal, independente de crença, leis, valores morais, imposições da sociedade. É uma imposição da nossa natureza, uma verdade íntima.

Os conflitos cujo efeito buscamos cessar com psicoterapia, têm muito a ver com a missão de vida. Nossa busca espiritual está intimamente ligada a esse significado de que falam Moore, Redfield e Fox. Cada simples desequilíbrio, seja mental, emocional e/ou mesmo físico, demonstra que estamos saindo do eixo, ou seja, estamos nos afastando do que nossa natureza quer, nossa vocação, nossa missão. Nossa missão é o que realmente somos em nosso íntimo e nossa vocação é o que devemos fazer para estarmos em sintonia com nosso caminho na vida.

Buscarmos nossa missão não é inventarmos algo que nos dê alívio, mas uma descoberta conquistada através de uma busca profunda e, segundo Victor Frankl, “a tarefa de cada um de nós é única e intransferível. A nossa missão exige “realização” e nossa tarefa é tão única como é única nossa oportunidade de implementá-la”.

A descoberta pode ser feita por muitos ou por vários caminhos ao mesmo tempo: a observação de si mesmo, o autoconhecimento através da investigação analítica num divã ou consigo mesmo, da regressão de memória, da prática da escrita de seu “livro das sombras” (seu diário mágico), do estudo e da meditação, da religiosidade prática, da auto-superação diária.

Todas as possibilidades nos são dadas pela vida, basta que optemos por dar o primeiro passo e tenhamos a perseverança no nosso objetivo, na busca espiritual e no fim, que é a Luz.

Roberto Dantas
Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco 

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Descobrindo Nossa Missão

Gosto de abordar o tema “missão”, pois acredito que seja o aspecto mais importante da vida e que se reflete como ponto-chave em todo trabalho de auto-conhecimento, na espiritualidade e na psicoterapia. Isso porque os sofrimentos estão sempre ligados a um desequilíbrio entre o que “somos” e o que “queremos ser”. E o que seria esse “somos” e esse “queremos ser“?!

Com “somos” me refiro ao como “conseguimos ser” dentro de nossas possibilidades e das circunstâncias de nossa vida. Com “queremos ser” quero me referir ao que nossa natureza nos impulsiona sermos, ao que nosso coração quer e que muitas vezes não entendemos a sua mensagem. Isso porque não estamos acostumados a ouvir a voz do coração, pois a nossa sociedade ocidental dá mais valor ao lado racional e lógico da personalidade. As crianças são vistas como mais inteligentes quando vão bem em matemática, ou hoje em dia, quando gostam e têm mais habilidade em lidar com o computador, apesar de tudo isso ter a ver somente com o lado lógico e racional da personalidade. Muitas crianças têm facilidades para o desenho, ficam mais tempo brincando com seus brinquedos e entram num mundo de sonhos onde podem exercer seu poder criativo e desenvolvem, assim, uma construção bem mais ampla da vida através de suas imagens interiores.

Muito se tem falado sobre missão. James Redfield disse: "Todos nós temos um propósito espiritual, uma missão, que andamos buscando sem estar plenamente conscientes dela e uma vez que a trazemos completamente à consciência, nossas vidas podem decolar.”

Como seguir o conselho de Redfield? Para trazê-la à consciência precisamos entender bem o que seja esse propósito. O psicoterapeuta Thomas Moore fala sobre “o chamado de um lugar que é fonte de significado e de identidade”.

Somos como células de um magnífico universo e, como tais somos parte do Todo e portanto temos uma missão nessa cadeia. Cada célula tem a sua missão a partir de suas características próprias, pois não existem por acaso. No caso dos seres humanos, seus temperamentos e suas habilidades, mas também suas motivações mais íntimas. Para o teólogo Matthew Fox, "a vocação é o nosso chamado para participar da obra do universo e, portanto, nossa missão seria nosso “papel no Cosmo”.

A nossa missão não é uma coisa abstrata ou inventada, mas é a nossa “verdade”, única e pessoal, independente de crença, leis, valores morais, imposições da sociedade. É uma imposição da nossa natureza, uma verdade íntima.

Os conflitos cujo efeito buscamos cessar com psicoterapia, têm muito a ver com a missão de vida. Nossa busca espiritual está intimamente ligada a esse significado de que falam Moore, Redfield e Fox. Cada simples desequilíbrio, seja mental, emocional e/ou mesmo físico, demonstra que estamos saindo do eixo, ou seja, estamos nos afastando do que nossa natureza quer, nossa vocação, nossa missão. Nossa missão é o que realmente somos em nosso íntimo e nossa vocação é o que devemos fazer para estarmos em sintonia com nosso caminho na vida.

Buscarmos nossa missão não é inventarmos algo que nos dê alívio, mas uma descoberta conquistada através de uma busca profunda e, segundo Victor Frankl, “a tarefa de cada um de nós é única e intransferível. A nossa missão exige “realização” e nossa tarefa é tão única como é única nossa oportunidade de implementá-la”.

A descoberta pode ser feita por muitos ou por vários caminhos ao mesmo tempo: a observação de si mesmo, o autoconhecimento através da investigação analítica num divã ou consigo mesmo, da regressão de memória, da prática da escrita de seu “livro das sombras” (seu diário mágico), do estudo e da meditação, da religiosidade prática, da auto-superação diária.

Todas as possibilidades nos são dadas pela vida, basta que optemos por dar o primeiro passo e tenhamos a perseverança no nosso objetivo, na busca espiritual e no fim, que é a Luz.
Roberto Dantas

Meus amigos(as) a todos um otimo Dia de muita Paz
Força Sempre
Abraços
Claudio Pacheco

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Quando Busca Terapia

Muitas pessoas pensam que só se busca terapia quando se está doente, quando se tem fobias, depressão, dificuldades de relacionamento, ou outro problema desta ordem. Mas a psicoterapia é indicada para qualquer pessoa "normal" e que queira gozar de uma vida mais plena, através de seu crescimento como ser humano e compreendendo melhor o mundo à sua volta e sua interação com ele.

A psicoterapia é indicada para pessoas que querem se conhecer mais profundamente, descobrir seu verdadeiro EU, e ser o que se quer (realmente) ser. A terapia é um processo rumo a si mesmo, ou seja, o "vir a ser", descobrir quem somos, porque somos assim, e o que queremos de verdade, quais nossas motivações mais íntimas, sem máscaras, enfim, evoluir como seres humanos.

Nossa vida cotidiana nos oferece ameaças a todo momento, e para nos defendermos delas, criamos formas de viver através de máscaras, fachadas, verdadeiras ficções nas quais vivemos iludidos. Desta forma, somos um estranho para nós mesmos.

Na terapia, emergimos ao desmontarmos essas defesas e iniciamos um processo em direção ao nosso verdadeiro Self, através de uma abertura a novas experiências, confiança nas respostas que surgem de si mesmos, deixamos de ser levados pelas forças externas, e iniciamos um processo de crescimento e amadurecimento emocional e psíquico por uma referência interna, única e pessoal.

Isso é autoconhecimento, evolução, reforma íntima. O paciente tem na terapia um espaço de experimentação, um espaço seguro onde pode, através da interação com o terapeuta, explorar seus "pontos cegos", e enxergar sua atitudes e as motivações pessoais destas, através da análise profunda de si mesmo.

Padrões de comportamento que se repetem, dificuldades em certas áreas da vida e que nunca conseguimos mudar, e mesmo que saibamos disso (racionalmente), acabamos por repetir constantemente sem conseguir mudar.

A melhoria e elevação no grau de auto-estima, de confiança em si mesmo e a segurança em tomar decisões por si mesmo são os objetivos conquistados pela terapia.

Um trabalho de autoconhecimento e "reforma íntima", produtivo é sempre recompensador.

Roberto Dantas
Meus amigos(as) a todos um otimo Dia de muita Paz
Força Sempre
Abraços
Claudio Pacheco