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sábado, 14 de março de 2015

Liberte-se: Solte as Amarras!


Você já teve a impressão que a vida de todo mundo vai para a frente e a sua não?

Já se perguntou por que você não consegue isso ou aquilo?

Alguma vez já pensou que você anda, anda e parece estar sempre no mesmo lugar?

Há muita e muita gente assim, que dá passos e mais passos e não avança.

São pessoas atracadas a algum porto e que ainda não conseguiram se libertar.

Não adianta, se estamos amarrados a alguma coisa, não dá pra ir adiante.

A corrente pode até nos levar de um lado para o outro, as tempestades nos atingirem e até mesmo o sol e lindas noites de lua, mas não saímos do lugar.

São as amarras da vida, problemas mal ou não resolvidos.

Coisinhas que julgamos pequenas e que deixamos para depois, mas que, estando no nosso caminho ainda, acabam nos atrapalhando.

Muitas vezes pensamos que "deixar pra lá" resolve e acabamos deixando.

Nós dizemos que o tempo é o melhor remédio e não digo que não seja. Mas não há remédio que possa funcionar se a raiz do mal continua intacta.

As feridas que carregamos no nosso ser, os relacionamentos doentes, mas deixados para o amanhã, os empregos que não nos dão nenhuma satisfação, fazem com que nossa vida ande devagar, mesmo se o tempo passa e envelhecemos com ele.

Falta-nos coragem para tomar atitudes e é a vida quem decide o nosso destino.

Se você quer, realmente, que sua vida ande enquanto você é jovem o bastante para bem viver, solte as amarras.

Lave a alma do que te atormenta, converse sobre seus problemas com as pessoas envolvidas; no trabalho, se você acha que é seu único meio de sobrevivência e que não pode ficar sem ele, então, mude sua maneira de trabalhar, procure encontrar satisfação naquilo que você faz.

Os horizontes existem para que não percamos a fé, para que possamos sonhar com o que há do outro lado e, quem sabe, seguir nesse rumo.

Ninguém pode evoluir se está aprisionado a alguma coisa.

Se tiver que se apegar, que seja então à vontade de construir algo positivo da sua vida.

Nunca espere pelos outros, nunca olhe para os outros se perguntando por que eles conseguem e você não.

Evite comparar-se com este ou aquele, pois você é uma pessoa única e de qualquer maneira não existe ninguém perfeito, com vida perfeita.

Dando o melhor de si, você vai perceber que seu potencial é muito maior do que você pensa.

Dando o primeiro passo, que geralmente é o mais difícil, os outros se seguirão.

E se você acha que sozinho não vai conseguir, há um Libertador que pode ouvir seu pranto, segurar sua mão e te ajudar.

Letícia Thompson
 Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
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Claudio Pacheco
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

O Jardim Secreto de Cada Um


Há dentro de todos nós essa necessidade de ter em algum lugar nosso jardim secreto, não onde vamos confinar nossos segredos, mas onde podemos ter um encontro real e exclusivo conosco.
Umas pessoas sentem mais essa necessidade que outras, mas estar consigo de vez em quando, interiorizar-se, colocar ordem nos pensamentos ou simplesmente abandonar-se, é vital ao equilíbrio de todos nós.
Em todo relacionamento onde o amor existe, esse espaço deve ser conservado como o limite de cada um.
Os relacionamentos fusionais que ultrapassam essas barreiras acabam por destruir-se, pois amar é também respeitar que a outra pessoa tenha seu recanto, seus pensamentos e, por que não, seus próprios amigos, próprias idéias e sonhos.
As pessoas não precisam estar juntas cem por cento do tempo para provarem que se amam. Elas se amam por que se amam e pronto. Dar ao outro um pouco de espaço, um pouco de ar para respirar, é dar-lhe também a oportunidade de sentir falta de estar junto. E isso vale tanto para os amores como para as amizades.
As cobranças intermináveis, resultados de carências afetivas, acabam por sufocar a outra parte e cria na que pede, espera, implora, ansiedades que a tornarão infeliz, pois ela verá como desamor qualquer gesto que não corresponda ao que espera.
Amar é deixar o outro livre para ficar ou para se retirar. É respeitar seu silêncio e seu desejo de solitude. E é deixá-lo livre para ir e voltar quando o coração pedir, que isso seja numa cidade ou dentro de uma casa.
Nada impede que um grande e lindo jardim seja construído juntos e que de mãos dadas se passeie por ele, com o peito cheio de felicidade e a cabeça cheia de sonhos... mas ainda assim, o jardim secreto de cada um deve ser mantido como lugar único e que vai, no fim das contas, enriquecer as relações.

(Letícia Thompson)
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

PORQUE OS AMORES SE PERDEM


O mais difícil de entender quando os amores acabam, são os porquês. Porque duas pessoas que se encontraram e se encantaram, viveram um amor que parecia indestrutível, se separam?

Por quê o amor geralmente acaba de um lado só e é o outro que fica chorando e querendo entender as razões? Costumo comparar casais a chave e fechadura. Nem toda chave abre todas as portas e é necessário encontrar aquela exata que vai se encaixar perfeitamente e tudo será possível.

Amores deveriam ser eternos, mas nem sempre são.

Mas a gente acredita que cada vez que alguém toca nosso coração e entra, que é definitivo. Um casal que se apaixona de início, sem que um tenha tido o tempo de desnudar o outro nas suas verdades, acredita nessa chama e até briga por ela muitas vezes.

E cria-se sonhos, planeja-se o futuro… Enquanto isso os dias vão passando, toma-se menos cuidado em manter a magia e a parte dos dois que é mais sonhadora começa a sentir-se incomodada. Dá medo. Medo de ter que olhar bem nos olhos da realidade e dizer: acabou!

Medo de ter que se confessar a si próprio que ainda não foi aquela vez! Medo da solidão, de ter que recomeçar… Não são as decepções que matam o amor. Se assim fosse, não existiriam perdões e reconciliações. O que mata o amor é simplesmente a tomada de consciência de que o outro não é o ser sonhado. É como acordar depois de um longo sono e lindos sonhos. O outro está ali, é a mesma pessoa, mas aquela neblina que dava a impressão de irrealidade já não mais existe. E isso não acontece da noite para o dia, como se costuma pensar.

É algo que vem com os dias, os hábitos, as monotonias. Um percebe, o outro não. Um começa a se sentir angustiado e o outro continua acreditando ou finge que acredita. E quando a gota que faz transbordar o vaso chega é o mundo todo que desmorona. Porém, tudo não fica definitivamente perdido. Sobra de um lado a dor, e os porquês, um resto de amor que teima em ficar no fundo como o vinho envelhecido na garrafa e do outro o coração dividido por não poder reparar erros cometidos e a vontade de continuar em busca de outros horizontes. Sobra para os dois a ternura e a lembrança dos momentos passados juntos.

Por que corta-se relacionamentos, mas não se apaga momentos, mesmo que a gente queira. Vivido é vivido, feliz ou infelizmente. Inútil é querer resgatar um amor que resolveu partir pra outras direções. Quanto mais apega-se, mais ele se afasta. E quanto mais se afasta, mais dói no outro a incompreensão. É uma roda da qual é difícil de sair. E é uma pena, pois os corações não merecem isso.

Quando a questão é amor, não existe justo ou injusto. Existe o que ama, e o que não ama mais. Precisamos aceitar que o outro não tenha os mesmos sentimentos, mesmo se isso nos faz mal, por que se o amor não for livre para se instalar onde realmente deseja, ele perde toda a razão de ser.

Letícia Thompson
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sábado, 10 de janeiro de 2015

CONTENTAMENTO


Não ponha seus sonhos em lugares altos demais onde suas mãos não poderão alcançá-los.
Mesmo se a vida parece ilimitada, nós possuímos nossos limites e esperar por algo que está muito além pode nos impedir de olhar à nossa volta.
Buscamos longe flores que poderíamos encontrar em nosso jardim, porque o que está distante sempre parece encoberto por uma neblina que elimina toda imperfeição.
Não nos prepararam para aceitar as coisas ou as pessoas como elas chegam, com muita ou pouca bagagem, com força ou sem muita vontade. Então desenhamos na nossa mente e fotografamos no nosso coração algo que só pode existir atrás da linha da realidade.
E nos pomos a esperar...
Nos tornamos assim culpados de uma solidão da qual culpamos a vida ou os demais.
Nos negamos a aceitar, pedindo ainda que aceitem a nós, e continuamos esperando pelo que o amanhã vai nos trazer.
Envelhecemos sem sair do lugar, sonhando ainda e além, mas sem provar da vida nesses mínimos detalhes, nem sempre coloridos e perfeitos tais raios de arco-íris, mas reais o bastante para nos fazer sentir vivos.
Não... não ponha seus sonhos além do que os seus braços alcançam.
Aprenda que ser feliz é buscar o contentamento do prazer de cada instante.
Aprenda a ser flexível e menos exigente.
Ria de bom coração quando tiver que rir e não permita que as mágoas te impeçam de viver o minuto seguinte.
Preciosa é a vida e preciosos são os que amamos.
Preciosos ainda são aqueles que nos amam, os que cativamos.
Precioso é o hoje, é o que temos, é o que tocamos. É essa realidade, nem todo o tempo bonita, mas ainda assim a nossa contribuição para a história do mundo.

Letícia Thompson
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

APRENDIZ DA VIDA


“Queria poder dizer que estou numa idade em que aprendi a viver.
Mas ainda não cheguei a este ponto.
Aprendi algumas coisas, sim.

Outras, trazem uma luta enorme dentro de mim,e não sei quantas quedas e quantos levantares serão necessários para que eu aprenda.
Mas não desisto!

Parece que estou na idade da razão, mas percebo que não existe idade para isso.
Nem sempre tenho razão.
Nem sempre sei o que fazer.
Sou e serei, até o último minuto,
Um aprendiz da vida.

Dizem que perdoar é esquecer e eu não sei ainda onde encontrar esta borracha que apaga vivências doloridas ou curativos que cubram feridas que nunca se fecham.
No meu ver, perdoar é compreender,aceitar, e seguir adiante.
É poder olhar nos olhos daquela pessoa novamente, e se precisar, dar a mão sem sentimento de sacrifício.
Raras são as pessoas que alcançam o dom do perdão, mas não é impossível.

Quando pensamos que sabemos tudo, porque vivemos um certo número de anos, temos que admitir que vivemos em outra época, com outros valores e que nossas certezas de antes, nem sempre cabem nos dias de hoje.

Nossos filhos nos lembram disso a cada instante.
São eles nossos melhores mestres,ao contrário do que se pensa.
Em tudo que fizemos ou dizemos, nosso exemplo vale mais do que todas as palavras.
As crianças ouvem muito mais que parecemos,que o que dizemos.

É assim também com os que precisam de nosso apoio.
Cada um de nós absorve acontecimentos de maneira diferente.
Porque não vivi algo de um jeito, não obrigo ninguém a viver da mesma forma.

Aprender a respeitar a dor alheia, é respeitar a individualidade do ser humano.
O medo do sofrimento do amor, nos afasta das pessoas que mais nos amam.
Muito do que chamamos de imprevisto e coincidência, é a mão de Deus interferindo
em nossas vidas.
Devemos pensar então, duas vezes antes de reagir mal a algo que contraria nossos planos.

O passar do tempo nos traz a experiência, mas a sabedoria vem de maneira diferente.
Ela chega com a vivência, entendimento, compreensão e aceitação das adversidades.

Meu maior medo é acreditar sobre o que dizem a meu respeito.
Isso me destruiria.
Devo sempre saber quem sou e nunca me esquecer daquele que me criou.
Aprender a vida, é reconhecer-se aluno eterno, com as somas, as diminuições e ciências do dia a dia.
É chegar no fim do dia e fazer planos para o dia seguinte e, se preciso for, recalcular, rever, repensar e recomeçar.”

Letícia Thompson
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domingo, 21 de dezembro de 2014

É Triste Dizer Adeus


"É triste dizer adeus, mas às vezes é necessário.
Não podemos prender a nós definitivamente as pessoas que amamos
para suprir nossa necessidade de afeto.

O amor que ama, aprende a libertar.

Procuramos ganhar tempo para tudo na vida.
Mas a vida, quando chega no próprio limite, despede-se, e é esse último
adeus que é difícil de compreender e, mais ainda, aceitar.
Possuímos um conceito errado do amor.
Amar seria, no seu total significado, colocar a felicidade do outro acima de tudo,
mas na realidade é a nossa felicidade que levamos em consideração.
Queremos os que amamos perto de nós porque isso nos completa, nos deixa bem e seguros.
E aceitar que nos deixem é a mais difícil de todas as coisas.
Não dizemos sempre que queremos partir antes de todos os que amamos?
Isso é para evitar nosso próprio sofrimento, nossa própria desolação.
É o amor na sua forma egoísta.

Aceitar um adeus definitivo é uma luta.

Se as perdas acontecem cedo demais ou de forma inesperada,
o sentimento de desamparo é muito maior e a dor mais prolongada.
É o incompreensível casando-se com o inaceitável e o tudo rasgando a alma.
Essas dores poderão se acalmar, mas nunca se apagarão.

Mas quando a vida chega ao final depois de primaveras e primaveras e outonos e mais outonos,
nada mais justo que o repouso e aceitar a partida é uma forma de dizer ao outro que o amamos,
apesar da falta que vai fazer.
Não podemos prender as pessoas a nós para ter
a oportunidade de dizer tudo o que queremos ou fazer
tudo o que podemos por elas.
De qualquer forma, depois que se forem, sempre nos perguntaremos se
não poderíamos ter dito ou feito algo mais.
Mas essas questões são inúteis.
O amor que ama integralmente não quer ver o outro sofrer e ele abre mão dos próprios sentimentos
para que o destino se cumpra, para que a vida siga seu curso.

As dores do adeus são as mais profundas de todas.

Mas elas também amenizam-se com o tempo e um dia, sem culpa, voltamos a sorrir,
voltamos a abrir a janela e descobrimos novamente o arco-íris da vida.
Depois da tempestade descobrimos um dia novo e o sol brilha de maneira diferente.
E talvez seja assim que aprendemos a dar valor à vida,
aos que nos cercam;
aprendemos a viver de forma a não ter arrependimentos depois e aproveitar ainda
mais cada segundo vivido em companhia daqueles que nosso coração ama."

Letícia Thompson
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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

O amor não morre


O amor não morre. Ele se cansa muitas vezes. Ele se refugia em algum recanto da alma tentando se esconder do tédio que mata os relacionamentos.

Não é preciso confundir fadiga com desamor. O amor ama. Quem ama, ama sempre. O que desaparece é a musicalidade do sentimento. A causa? O cotidiano, o fazer as mesmas coisas, o fato de não haver mais mistérios, de não haver mais como surpreender o outro. São as mesmices: mesmos carinhos, mesmas palavras, mesmas horas... o outro já sabe! 

Falta magia. Falta o inesperado. 

O fato de não se ter mais nada a conquistar mostra o fim do caminho. Nada mais a fazer. Muitas pessoas se acomodam e tentam se concentrar em outras coisas, atividades que muitas vezes não têm nada a ver com relacionamentos. Outras procuram aventuras. Elas querem, a todo custo, se redescobrir vivas; querem reencontrar o que julgam perdido: o prazer da paixão, o susto do coração batendo apressado diante de alguém, o sono perdido em sonhos intermináveis e desejos infindos. 

Não é possível uma vida sem amor. Ou com amor adormecido. 

Se você ama alguém, desperte o amor que dorme! Vez ou outra, faça algo extraordinário. Faça loucuras, compre flores, ofereça um jantar, ponha um novo perfume...

Não permita que o amor durma enquanto você está acordado sem saber o que fazer da vida. Reconquiste! Acredite: reconquistar é uma tarefa muito mais árdua do que conquistar, pois vai exigir um esforço muito maior. Mas... sabe de uma coisa? Vale a pena! Vale muito a pena!

Letícia Thompson
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Claudio Pacheco
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sábado, 6 de dezembro de 2014

Abra teu coração


Quando tua alma parecer pequena,
Mesmo quando achar
Que amar não mais vale a pena...
Abra teu coração!

E quando a noite chegar
E a solidão te alcançar,
Ainda assim, eu peço...
Abra teu coração!

Vou te contar um segredo:
Um coração só abre por dentro
E só o dono tem a chave!
E se ele se fecha ou se abre
Depende unicamente de ti.
Abra!
Tire as mágoas,
Jogue fora as tristezas,
Deixe somente doces lembranças...
E faça um lugarzinho
Pra acolher as belezas
Que a vida te reserva.
Tenho certeza
Que a ternura vai fluir.
Teu coração renovado
Será fonte de alegria,
E será maravilhoso te ver sorrir.

Letícia Thompson
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domingo, 12 de outubro de 2014

O Bem Maior


Não existe maior bem do que fazer a felicidade de alguém. Nem nada menos caro, nem mais fácil, pois que a felicidade é algo que se pode oferecer em gestos, e atenções.
Se olhamos à nossa volta, percebemos que a carência humana está no fato das pessoas terem perdido os valores imateriais a favor dos materiais.
Compra-se quase tudo em nossos dias… mas o bem ninguém compra.

Compra-se até companhia, mas não a sinceridade.
Compra-se conforto, mas não a paz de espírito, não a tranqüilidade, menos ainda a felicidade. Esta a gente oferece.

Há uma grande diferença entre o dar e o oferecer.
Quando damos, estendemos a mão, mas quando oferecemos… é nosso coração que entregamos junto, é um pedacinho de nós que vai caminhando na direção do outro e o bem que ele provoca retorna ao nosso interior.

Tornamos pessoas felizes quando damos de nós mesmos.
E damos de nós quando oferecemos o que quer que seja de coração escancarado. O grande mal do mundo consiste no fato das pessoas guardarem coisas para si.
Guardam bens, guardam sentimentos, guardam declarações, guardam ressentimentos, falam ou calam na hora errada. Vivem de aparências com as gavetas da alma repletas de coisas inúteis. E quando morrem, tornam-se pó, como todo mundo, sem ter aproveitado o tempo para compartilhar, com honestidade, o bem que a vida lhes ofereceu.

A maior herança que podemos deixar à humanidade é o amor que oferecemos de várias formas, são as pequenas felicidades do dia-a-dia que vamos distribuindo aqui e acolá, a compreensão que acalma as almas inquietas e a ternura que abranda os desenganos da vida.
E o que representa a felicidade hoje pode não representar amanhã. Por isso ela é tão múltipla, tão incompreendida e tão necessária. Por isso é tão importante distribuir sorrisos, plantar flores, fazer visitas, dar bom dia e boa noite, não se esquecer dos abraços e dos te amo imprescindíveis ao coração.

Letícia Thompson
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Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

O Medo da Felicidade


Alguém tem medo de ser feliz?
Não!
À primeira vista não.

Quando tudo nos
direciona para a busca
da felicidade,
parece mesmo ridículo
afirmar que as pessoas têm
medo da felicidade.

E então,
por que essa estranha
sensação que sentimos quando
tudo vai bem demais
nas nossas vidas?

Por que o medo de falar,
ou de falar alto demais,
como se essa felicidade fosse
algo tão frágil que
pudesse nos escapar a
qualquer momento?

É por isso que quando
as pessoas recebem
boas notícias,
evitam compartilhar.
Ou acreditar.
Como se a felicidade fosse
algo imerecido.

Dizemos:
"estou tão feliz que tenho até medo;"
"nem vou falar, senão estraga;"
"não conte pra ninguém que dá azar..."
e coisas assim.

Dessa maneira acabamos
estragando nossos
momentos de felicidade com
nossos temores.

Uma coisa que poderia ser
vivida a cem por cento,
torna-se oitenta,
pois o restante é transformado
na angústia de perder o que
tanto se desejou.

Mas, pra que ter medo?

Agarremos nossa felicidade,
nossa boa notícia com
unhas e dentes!

Os invejosos talvez nos
olhem de lado,
mas então olhemos
para outro lado,
onde existem certamente
outros que podem compartilhar
da nossa alegria.

As pessoas que vencem
na vida são as que
se direcionam para as coisas
positivas e não perdem
tempo com negativismo.

Eu li que "enquanto a
felicidade está na sua sala,
a infelicidade dorme
na sua cama."

Se isso é mesmo verdade,
então,
só tenho uma sugestão:
mudar de quarto,
de cama, dormir na sala...
mas guardar a preciosa felicidade!

O que é nosso ninguém
toma a menos que a
gente permita.

Nunca tenha medo de ser feliz!

Da mesma forma,
nunca tenha medo de sofrer.

Construa seu mundo com
aquilo que ele te oferece,
colocando você mesmo as
cores que quiser.

Não dependa dos outros
para ser feliz ou infeliz,
mas viva a sua vida como
verdadeiro dono dela.

O poder de ser feliz
ou infeliz está nas suas
próprias mãos.

Cabe a você saber com que
intensidade vai
viver isso!

Letícia Thompson
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Força Sempre
Claudio Pacheco

quinta-feira, 24 de julho de 2014

O Amor Não Morre


O amor não morre. Ele se cansa muitas vezes. Ele se refugia em algum recanto da alma tentando se esconder do tédio que mata os relacionamentos.

Não é preciso confundir fadiga com desamor. O amor ama. Quem ama, ama sempre. O que desaparece é a musicalidade do sentimento. A causa? O cotidiano, o fazer as mesmas coisas, o fato de não haver mais mistérios, de não haver mais como surpreender o outro. São as mesmices: mesmos carinhos, mesmas palavras, mesmas horas... o outro já sabe!

Falta magia. Falta o inesperado.

O fato de não se ter mais nada a conquistar mostra o fim do caminho. Nada mais a fazer. Muitas pessoas se acomodam e tentam se concentrar em outras coisas, atividades que muitas vezes não têm nada a ver com relacionamentos. Outras procuram aventuras. Elas querem, a todo custo, se redescobrir vivas; querem reencontrar o que julgam perdido: o prazer da paixão, o susto do coração batendo apressado diante de alguém, o sono perdido em sonhos intermináveis e desejos infindos.

Não é possível uma vida sem amor. Ou com amor adormecido.

Se você ama alguém, desperte o amor que dorme! Vez ou outra, faça algo extraordinário. Faça loucuras, compre flores, ofereça um jantar, ponha um novo perfume...

Não permita que o amor durma enquanto você está acordado sem saber o que fazer da vida. Reconquiste! Acredite: reconquistar é uma tarefa muito mais árdua do que conquistar, pois vai exigir um esforço muito maior. Mas... sabe de uma coisa? Vale a pena! Vale muito a pena!

Letícia Thompson
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Liberte-se: Solte as Amarras!


Você já teve a impressão que a vida de todo mundo vai para a frente e a sua não?

Já se perguntou por que você não consegue isso ou aquilo?

Alguma vez já pensou que você anda, anda e parece estar sempre no mesmo lugar?

Há muita e muita gente assim, que dá passos e mais passos e não avança.

São pessoas atracadas a algum porto e que ainda não conseguiram se libertar.

Não adianta, se estamos amarrados a alguma coisa, não dá pra ir adiante.

A corrente pode até nos levar de um lado para o outro, as tempestades nos atingirem e até mesmo o sol e lindas noites de lua, mas não saímos do lugar.

São as amarras da vida, problemas mal ou não resolvidos.

Coisinhas que julgamos pequenas e que deixamos para depois, mas que, estando no nosso caminho ainda, acabam nos atrapalhando.

Muitas vezes pensamos que "deixar pra lá" resolve e acabamos deixando.

Nós dizemos que o tempo é o melhor remédio e não digo que não seja. Mas não há remédio que possa funcionar se a raiz do mal continua intacta.

As feridas que carregamos no nosso ser, os relacionamentos doentes, mas deixados para o amanhã, os empregos que não nos dão nenhuma satisfação, fazem com que nossa vida ande devagar, mesmo se o tempo passa e envelhecemos com ele.

Falta-nos coragem para tomar atitudes e é a vida quem decide o nosso destino.

Se você quer, realmente, que sua vida ande enquanto você é jovem o bastante para bem viver, solte as amarras.

Lave a alma do que te atormenta, converse sobre seus problemas com as pessoas envolvidas; no trabalho, se você acha que é seu único meio de sobrevivência e que não pode ficar sem ele, então, mude sua maneira de trabalhar, procure encontrar satisfação naquilo que você faz.

Os horizontes existem para que não percamos a fé, para que possamos sonhar com o que há do outro lado e, quem sabe, seguir nesse rumo.

Ninguém pode evoluir se está aprisionado a alguma coisa.

Se tiver que se apegar, que seja então à vontade de construir algo positivo da sua vida.

Nunca espere pelos outros, nunca olhe para os outros se perguntando por que eles conseguem e você não.

Evite comparar-se com este ou aquele, pois você é uma pessoa única e de qualquer maneira não existe ninguém perfeito, com vida perfeita.

Dando o melhor de si, você vai perceber que seu potencial é muito maior do que você pensa.

Dando o primeiro passo, que geralmente é o mais difícil, os outros se seguirão.

E se você acha que sozinho não vai conseguir, há um Libertador que pode ouvir seu pranto, segurar sua mão e te ajudar.

Letícia Thompson
 Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

segunda-feira, 17 de março de 2014

O Jardim Secreto de Cada Um


Há dentro de todos nós essa necessidade de ter em algum lugar nosso jardim secreto, não onde vamos confinar nossos segredos, mas onde podemos ter um encontro real e exclusivo conosco.
Umas pessoas sentem mais essa necessidade que outras, mas estar consigo de vez em quando, interiorizar-se, colocar ordem nos pensamentos ou simplesmente abandonar-se, é vital ao equilíbrio de todos nós.
Em todo relacionamento onde o amor existe, esse espaço deve ser conservado como o limite de cada um.
Os relacionamentos fusionais que ultrapassam essas barreiras acabam por destruir-se, pois amar é também respeitar que a outra pessoa tenha seu recanto, seus pensamentos e, por que não, seus próprios amigos, próprias idéias e sonhos.
As pessoas não precisam estar juntas cem por cento do tempo para provarem que se amam. Elas se amam por que se amam e pronto. Dar ao outro um pouco de espaço, um pouco de ar para respirar, é dar-lhe também a oportunidade de sentir falta de estar junto. E isso vale tanto para os amores como para as amizades.
As cobranças intermináveis, resultados de carências afetivas, acabam por sufocar a outra parte e cria na que pede, espera, implora, ansiedades que a tornarão infeliz, pois ela verá como desamor qualquer gesto que não corresponda ao que espera.
Amar é deixar o outro livre para ficar ou para se retirar. É respeitar seu silêncio e seu desejo de solitude. E é deixá-lo livre para ir e voltar quando o coração pedir, que isso seja numa cidade ou dentro de uma casa.
Nada impede que um grande e lindo jardim seja construído juntos e que de mãos dadas se passeie por ele, com o peito cheio de felicidade e a cabeça cheia de sonhos... mas ainda assim, o jardim secreto de cada um deve ser mantido como lugar único e que vai, no fim das contas, enriquecer as relações.

(Letícia Thompson)
 Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

CONTENTAMENTO

Não ponha seus sonhos em lugares altos demais onde suas mãos não poderão alcançá-los.
Mesmo se a vida parece ilimitada, nós possuímos nossos limites e esperar por algo que está muito além pode nos impedir de olhar à nossa volta.
Buscamos longe flores que poderíamos encontrar em nosso jardim, porque o que está distante sempre parece encoberto por uma neblina que elimina toda imperfeição.
Não nos prepararam para aceitar as coisas ou as pessoas como elas chegam, com muita ou pouca bagagem, com força ou sem muita vontade. Então desenhamos na nossa mente e fotografamos no nosso coração algo que só pode existir atrás da linha da realidade.
E nos pomos a esperar...
Nos tornamos assim culpados de uma solidão da qual culpamos a vida ou os demais.
Nos negamos a aceitar, pedindo ainda que aceitem a nós, e continuamos esperando pelo que o amanhã vai nos trazer.
Envelhecemos sem sair do lugar, sonhando ainda e além, mas sem provar da vida nesses mínimos detalhes, nem sempre coloridos e perfeitos tais raios de arco-íris, mas reais o bastante para nos fazer sentir vivos.
Não... não ponha seus sonhos além do que os seus braços alcançam.
Aprenda que ser feliz é buscar o contentamento do prazer de cada instante.
Aprenda a ser flexível e menos exigente.
Ria de bom coração quando tiver que rir e não permita que as mágoas te impeçam de viver o minuto seguinte.
Preciosa é a vida e preciosos são os que amamos.
Preciosos ainda são aqueles que nos amam, os que cativamos.
Precioso é o hoje, é o que temos, é o que tocamos. É essa realidade, nem todo o tempo bonita, mas ainda assim a nossa contribuição para a história do mundo.

Letícia Thompson

Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O Amor Não Morre

O amor não morre. Ele se cansa muitas vezes. Ele se refugia em algum recanto da alma tentando se esconder do tédio que mata os relacionamentos.

Não é preciso confundir fadiga com desamor. O amor ama. Quem ama, ama sempre. O que desaparece é a musicalidade do sentimento. A causa? O cotidiano, o fazer as mesmas coisas, o fato de não haver mais mistérios, de não haver mais como surpreender o outro. São as mesmices: mesmos carinhos, mesmas palavras, mesmas horas... o outro já sabe!

Falta magia. Falta o inesperado.

O fato de não se ter mais nada a conquistar mostra o fim do caminho. Nada mais a fazer. Muitas pessoas se acomodam e tentam se concentrar em outras coisas, atividades que muitas vezes não têm nada a ver com relacionamentos. Outras procuram aventuras. Elas querem, a todo custo, se redescobrir vivas; querem reencontrar o que julgam perdido: o prazer da paixão, o susto do coração batendo apressado diante de alguém, o sono perdido em sonhos intermináveis e desejos infindos.

Não é possível uma vida sem amor. Ou com amor adormecido.

Se você ama alguém, desperte o amor que dorme! Vez ou outra, faça algo extraordinário. Faça loucuras, compre flores, ofereça um jantar, ponha um novo perfume...

Não permita que o amor durma enquanto você está acordado sem saber o que fazer da vida. Reconquiste! Acredite: reconquistar é uma tarefa muito mais árdua do que conquistar, pois vai exigir um esforço muito maior. Mas... sabe de uma coisa? Vale a pena! Vale muito a pena!

Letícia Thompson
Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

sexta-feira, 22 de março de 2013

Abra teu coração

Quando tua alma parecer pequena,
Mesmo quando achar
Que amar não mais vale a pena...
Abra teu coração!

E quando a noite chegar
E a solidão te alcançar,
Ainda assim, eu peço...
Abra teu coração!

Vou te contar um segredo:
Um coração só abre por dentro
E só o dono tem a chave!
E se ele se fecha ou se abre
Depende unicamente de ti.
Abra!
Tire as mágoas,
Jogue fora as tristezas,
Deixe somente doces lembranças...
E faça um lugarzinho
Pra acolher as belezas
Que a vida te reserva.
Tenho certeza
Que a ternura vai fluir.
Teu coração renovado
Será fonte de alegria,
E será maravilhoso te ver sorrir.

Letícia Thompson

 Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Tarde.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

É Triste Dizer Adeus

"É triste dizer adeus, mas às vezes é necessário.
Não podemos prender a nós definitivamente as pessoas que amamos
para suprir nossa necessidade de afeto.

O amor que ama, aprende a libertar.

Procuramos ganhar tempo para tudo na vida.
Mas a vida, quando chega no próprio limite, despede-se, e é esse último
adeus que é difícil de compreender e, mais ainda, aceitar.
Possuímos um conceito errado do amor.
Amar seria, no seu total significado, colocar a felicidade do outro acima de tudo,
mas na realidade é a nossa felicidade que levamos em consideração.
Queremos os que amamos perto de nós porque isso nos completa, nos deixa bem e seguros.
E aceitar que nos deixem é a mais difícil de todas as coisas.
Não dizemos sempre que queremos partir antes de todos os que amamos?
Isso é para evitar nosso próprio sofrimento, nossa própria desolação.
É o amor na sua forma egoísta.

Aceitar um adeus definitivo é uma luta.

Se as perdas acontecem cedo demais ou de forma inesperada,
o sentimento de desamparo é muito maior e a dor mais prolongada.
É o incompreensível casando-se com o inaceitável e o tudo rasgando a alma.
Essas dores poderão se acalmar, mas nunca se apagarão.

Mas quando a vida chega ao final depois de primaveras e primaveras e outonos e mais outonos,
nada mais justo que o repouso e aceitar a partida é uma forma de dizer ao outro que o amamos,
apesar da falta que vai fazer.
Não podemos prender as pessoas a nós para ter
a oportunidade de dizer tudo o que queremos ou fazer
tudo o que podemos por elas.
De qualquer forma, depois que se forem, sempre nos perguntaremos se
não poderíamos ter dito ou feito algo mais.
Mas essas questões são inúteis.
O amor que ama integralmente não quer ver o outro sofrer e ele abre mão dos próprios sentimentos
para que o destino se cumpra, para que a vida siga seu curso.

As dores do adeus são as mais profundas de todas.

Mas elas também amenizam-se com o tempo e um dia, sem culpa, voltamos a sorrir,
voltamos a abrir a janela e descobrimos novamente o arco-íris da vida.
Depois da tempestade descobrimos um dia novo e o sol brilha de maneira diferente.
E talvez seja assim que aprendemos a dar valor à vida,
aos que nos cercam;
aprendemos a viver de forma a não ter arrependimentos depois e aproveitar ainda
mais cada segundo vivido em companhia daqueles que nosso coração ama."

Letícia Thompson
 Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

O Amor Não Morre

O amor não morre. Ele se cansa muitas vezes. Ele se refugia em algum recanto da alma tentando se esconder do tédio que mata os relacionamentos.

Não é preciso confundir fadiga com desamor. O amor ama. Quem ama, ama sempre. O que desaparece é a musicalidade do sentimento. A causa? O cotidiano, o fazer as mesmas coisas, o fato de não haver mais mistérios, de não haver mais como surpreender o outro. São as mesmices: mesmos carinhos, mesmas palavras, mesmas horas... o outro já sabe!

Falta magia. Falta o inesperado.

O fato de não se ter mais nada a conquistar mostra o fim do caminho. Nada mais a fazer. Muitas pessoas se acomodam e tentam se concentrar em outras coisas, atividades que muitas vezes não têm nada a ver com relacionamentos. Outras procuram aventuras. Elas querem, a todo custo, se redescobrir vivas; querem reencontrar o que julgam perdido: o prazer da paixão, o susto do coração batendo apressado diante de alguém, o sono perdido em sonhos intermináveis e desejos infindos.

Não é possível uma vida sem amor. Ou com amor adormecido.

Se você ama alguém, desperte o amor que dorme! Vez ou outra, faça algo extraordinário. Faça loucuras, compre flores, ofereça um jantar, ponha um novo perfume...

Não permita que o amor durma enquanto você está acordado sem saber o que fazer da vida. Reconquiste! Acredite: reconquistar é uma tarefa muito mais árdua do que conquistar, pois vai exigir um esforço muito maior. Mas... sabe de uma coisa? Vale a pena! Vale muito a pena!

Letícia Thompson
 Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

MSG: Responsabilidade

Eu sou responsável pelo meu próximo à medida que o amo, mas a felicidade ou infelicidade dele não depende de mim.
O que quero dizer é que somos indivíduos e, como tal, somos sempre os responsáveis pelas nossas próprias escolhas.
Costumamos culpar outros quando nos sentimos infelizes ou quando fracassamos em algo.

Li algo nessa semana que me fez refletir:
"Quando formos culpar os outros pelos nossos fracassos, devemos tentar também dar a eles o mérito das nossas vitórias."
Muitas vezes dizemos que as pessoas nos decepcionam e elas não estão nem aí.
E sabem por quê? Porque elas não tinham a mínima ideia do que esperávamos delas. Nesse caso, elas não nos decepcionaram, somos nós que nos sentimos decepcionados, o que é bem diferente.
Talvez mudando essa visão das coisas e da vida, mudaremos também o número de pessoas que vivem nos decepcionando.
Isso deve abrir nossos olhos para que nos vejamos e para que vejamos o outro de uma outra maneira.
A nossa responsabilidade em relação às pessoas que amamos vai até o limite de dar a elas o melhor de nós mesmos, dentro do nosso possível.
A maneira como elas recebem o que oferecemos já não é nossa responsabilidade.
Se as deixamos plenas ou vazias vai depender da maneira em como estão prontas para receber.
E isso é muito individual.
E foi isso que aprendi hoje:
Sou responsável por mim mesm(o)a, pela minha felicidade e pela minha infelicidade. Escolho eu mesma meus caminhos.
Meu próximo é uma parte desse caminho, mas depende de mim em como interpretar aquilo que recebo dele.
E querem saber de uma coisa?
Decidi que quero e que vou ser feliz!
Letícia Thompson 
Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

sábado, 19 de janeiro de 2013

A generosidade é contagiante

Quanto mais caminho, mais percebo o quanto o mundo anda sedento. As pessoas correm, sofrem, se desesperam e continuam buscando a felicidade como se essa fosse apenas uma miragem nesse imenso deserto que a vida se transformou.
Há muita gente no mundo, milhares e milhares. Portanto, a solidão continua assolando vidas, maltratando corações que, no fim do dia e das contas acabam desacreditando nas portas que se abrem a elas. Cada qual pensa no próprio eu e todo mundo se isola. Enquanto isso, a vida continua, cresce a indiferença, cresce o desamor, multiplicam-se as depressões e incompreensões.
As pessoas sentem-se vazias e reagem como pessoas vazias. Vazias, pelo menos, de amor e caridade, mas cheias de tristezas e desilusões. Há, portanto, dentro de cada um de nós um poço de possibilidades e compartilhar de si é deixar-se um pouquinho em cada um.
Só não tem nada para oferecer quem possui um coração vazio, não as mãos. E acabar com a solidão de alguém é contribuir para o fim da própria solidão. Oferecer a esperança é dar-se a si uma nova chance, é reabrir portas, é descobrir o novo e entregar-se a ele.
Há melhor presente no mundo que o dom de si? Há coisa mais bonita que saciar o coração de alguém? Devolver a esperança, por menor que seja ela, é dar às pessoas a oportunidade de descobrir o outro lado da vida, aquele que, embora um pouco esquecido, ainda existe.
O dia tem 24 horas e parece muitas vezes que são insuficientes para fazermos tudo o que temos que fazer. Lamentamos a falta de tempo para isso ou aquilo e pensamos que um dia, quem sabe, se atingirmos a bênção da velhice tranquila, poderemos dar um pouco mais de nós aos outros. Quanto engano!
Podemos dar de nós a cada dia e a cada hora, agindo com o coração e tendo uma atitude que nos torna diferentes em qualquer lugar. Pode-se resistir ao ódio por muito tempo, mas quem resiste à ternura, ao afeto, ao amor e à boa-vontade?
Quando as pessoas agirem com menos egoísmo e ao invés de ruminarem a própria infelicidade começarem a agir para o bem do próximo, as doenças da alma começarão a encontrar a cura e o amanhecer terá para cada um de nós um outro rosto, mais sereno, mais amigo e mais esperado.
Letícia Thompson
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco