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sábado, 11 de outubro de 2014

Novo olhar sobre a vida pode trazer de volta a felicidade


Vivemos um momento de transição e isso não é novidade para ninguém. Mas o que muitas pessoas não sabem é que a partir do século XVIII, com o evento do mecanicismo, passamos a nos tratar de maneira compartimentada, ou seja, dividimos a nós mesmos e ao mundo à nossa volta em partes diferenciadas, esquecendo-nos do todo.

Essa é a grande diferença entre nós, ocidentais e orientais. Desde o final da década de 50, depois da Segunda Guerra Mundial, estamos vivendo momentos de convulsão em alguns de nossos valores. Algumas pessoas são rápidas, mas outras mais lentas para perceber o desequilíbrio que causamos a nós e à nossa sociedade, atingindo diretamente nossos hábitos e destruindo nossa saúde.

A não ser que comecemos a nos enxergar como parte de um mar de energia que vivemos, a não ser que voltemos a nos perceber como parte fundamental de uma teia imensa formada por um Universo pulsante, nossa saúde física, mental, emocional e espiritual nunca mais voltará a ser a mesma. O desequilíbrio é evidente em todos nós, os problemas psíquicos aumentam gradativamente, as doenças físicas e mentais tomam conta de nosso dia a dia, e o que é pior, muitos de nós têm se acostumado com elas achando que isso faz parte de um processo irreversível.

Não. Toda mudança, criada por nós ou não, está em nossas mãos. Lentamente precisamos desenvolver um novo olhar em relação à vida e a todos nós. Vivemos em um mar de energia e todos podemos partilhar da melhor energia existente neste Universo. Mas muita coisa deve mudar antes disso, principalmente dentro de nós. Nossos corações estão endurecidos pelo excesso de trabalho e necessidade cada vez maior de ganhos e consumo. Uma forma que arranjamos para suportar o vazio criado pelo desequilíbrio cada vez maior e mais evidente.

Você já parou para pensar que existem maneiras mais equilibradas de viver nosso dia a dia? Já parou para perceber como você se apega a questões absolutamente sem valor e transitórias em seu dia a dia? Como provoca situações desagradáveis, mesmo às pessoas que ama? O que você tem feito por você e pelo ambiente que você vive? Sua casa, seus familiares, seus amigos? Já parou para olhar para seu corpo, sua alimentação, para a manutenção de sua saúde física e espiritual? E suas emoções, há quantas anda?

Que tal começar a pensar em uma nova forma de viver? Que tal pensar em criar novos hábitos diários e começar a construir um novo olhar, enxergando-se como parte absolutamente necessária neste imenso mar de energia que vivemos e chamamos de Universo? Existe um mar de informações, de possibilidades, de imensidão de felicidade e abundância neste Universo.

E temos direito a tudo o que for necessário à nossa felicidade, pelo simples fato de fazermos parte Dele. Pare para pensar no que realmente faz você feliz e vá em busca de seu caminho, seu próprio caminho, seu Dharma, a sua Verdade.

Eunice Ferrari
 Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

sexta-feira, 13 de junho de 2014

A paz só depende de cada um; saiba como alcançá-la



 Vivemos em um momento planetário em que a necessidade de encontrar um refúgio de paz está cada vez mais forte e presente. No entanto, muitas vezes não percebemos que a paz deve partir de dentro para fora, de nossos corações para o ambiente que vivemos em nosso dia a dia. Mas, de fato, quantos de nós têm consciência disso? Ou pelo menos quantos de nós lutam para conseguir o sucesso no controle de emoções mais complicadas?

Todo plano de paz, seja ele interno ou externo, deve estar aliado à consciência de sua real necessidade. Sem essa consciência certamente ele não terá sucesso. Para que essa consciência seja desenvolvida, é preciso compreender alguns fundamentos essenciais. Primeiro, que a vida está presente em todas as partes e o carinho e o respeito por ela deve ser desenvolvido.

Segundo, que existe apenas uma vida, apesar da diversidade dentro dessa indivisível Unidade - ela é a única que temos. Terceiro, que toda vida se dirige a um objetivo, qualquer que seja a forma em que a vida possa se manifestar, e seja esse objetivo consciente ou não.

Quarto, que todos nascemos de uma mesma Energia e, por isso, toda manifestação de vida está pautada nessa verdade: somos todos pertencentes a uma única e grande família, a uma fraternidade. No entanto, como quinto fundamento, encontramos o desenvolvimento de nossa individualidade, que existe apesar de pertencemos a uma unidade.

A consciência desses cinco fundamentos faz com que todo processo direcionado à criação e manutenção da paz seja possível. Por isso há a necessidade de refletir sobre esses eles.

Podemos começar a desenvolver a paz em um plano individual. Para isso, devemos desenvolver internamente a reverência, o companheirismo e a compaixão. Somente dessa maneira poderemos construir em nossos corações um templo da paz. Não existe paz coletiva sem a consciência da necessidade de construir um templo individual e familiar de paz.

De nada adiantam movimentos em nome da paz, se nem ao menos conseguimos nos relacionar pacificamente com nossos pais, maridos, mulheres, filhos, amigos ou vizinhos. A reverência está relacionada à deferência, o respeito à vida e a tudo o que for vivo, o companheirismo ao convívio amoroso e preocupação com o bem estar do outro. E a cordialidade e compaixão à preocupação sincera pelo bem estar emocional de todos.

Pare para refletir e se perceba qual ponto desse triângulo ainda é deficiente em você e se proponha a desenvolvê-lo.

Eunice Ferrari
 Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

sábado, 7 de junho de 2014

Podemos Criar Uma Nova Realidade


Palavras amáveis são como brisa na primavera" - pensamento budista

Por que falar sobre virtudes? Ou qualidades, ou valores? Simplesmente por que através do desenvolvimento consciente dessas mesmas qualidades, podemos criar uma nova e mais abrangente realidade. Pois, como sempre procuro falar, a matéria que conhecemos não é algo estático e previsível, ao contrário, é dinâmica, e podemos escolher que direção daremos à essa energia.

"A energia segue o pensamento", diz um aforismo esotérico. Quando mudamos nossas atitudes a partir da mudança consciente de nossos pensamentos, começamos a criar uma nova realidade. Algumas emoções nos são fáceis de lidar e compreender, mas aquelas que gritam suas presenças dentro de nós, essas precisamos de uma força adicional para aquietá-las e transformá-las.

Hoje vamos começar a falar de uma virtude que não chega a ser exatamente uma virtude, mas uma qualidade, um valor. Dizem os budistas que as palavras amáveis são como a brisa na primavera. E todos nós, sem exceção, sabemos o que significa isso. De quantas maneiras podemos nos utilizar quando nos dirigimos às outras pessoas?

Estou falando da polidez. A polidez não chega a ser uma virtude, pois também as pessoas sem caráter podem ser polidas, mas certamente, é uma qualidade. Como é agradável se relacionar com uma pessoa polida e como é importante desenvolvermos essa qualidade. Digo qualidade, por que, ser polido requer uma virtude que antecede a polidez, a tolerância. Já percebeu como os intolerantes não possuem essa qualidade? A polidez requer paciência, cuidado, sensibilidade, educação, respeito. Certamente você já se relacionou com alguém que não possui essa qualidade. Chega a ser grosseira e agressiva a maneira que nos chega uma pessoa sem polidez.

A polidez, penso eu, está mais relacionada com a estética do que com a moral, pois como já disse, não é preciso ter bom caráter para ser polido, assim como uma pessoa grosseira pode ter bom caráter. Mas vamos nos ater à nossa forma simples de ser, como pessoas medianas que somos, supondo otimisticamente que todos cultivamos o desenvolvimento de nosso caráter, a polidez é uma qualidade a ser acrescentada em nossa necessidade, ao menos nossa vontade de viver bem.

Não devemos cultivar a polidez por questões sociais, por que a sociedade julga ser um sinal da civilidade, mas sim por que todos somos humanos, e como é agradável estar ao lado de um ser humano polido! Quantos confrontos e desavenças, quantos desconfortos podemos evitar quando agimos ou reagimos com polidez... quando não respondemos no mesmo nível de vibração a um ser humano menos polido?

Certamente você já viveu alguma situação constrangedora que, se tivesse pensado duas vezes, poderia ter evitado tal constrangimento, apenas com uma resposta mais educada, mais polida. Tente por um dia, se aperceber como ficam diferentes as vibrações, como as relações que são construídas através de um comportamento polido, educado, respeitoso, gentil, é diferente e bastante mais agradável que aquelas que são calcadas na falta de cuidado, na displicência, no descaso. Percebe quantas qualidades devem ser desenvolvidas para nos relacionar polidamente?

Quando decidimos agir e reagir polidamente, estamos conduzindo nossas atitudes por um caminho energeticamente mais saudável, mais acolhedor e muito mais vantajoso para nós. As energias ao nosso redor pulsam de forma mais amorosa, mais carinhosa, e a vida agradece esse carinho e nos retribui generosamente.

Algumas pessoas são tão desprovidas de polidez, que muitas vezes se esquecem de que um "por favor" ou um "me desculpe" podem transformar todo movimento vibratório em torno de si. No início, pode parecer atuação, simulação, mas com o tempo você começa a perceber que a partir de uma atitude, algo começa a mudá-lo por dentro. E, pouco a pouco, a polidez, que não é uma virtude, acaba por levar-nos ao desenvolvimento de uma moral mais elevada, por que a partir desse treinamento se aprende o respeito. Mas é claro, como já disse, a polidez unicamente como uma qualidade não basta por si só. A partir do exercício da polidez podemos começar o cultivo de algumas importantes virtudes. Mas sem exageros, por favor, para não perdermos a autenticidade.

A polidez, diria, é um primeiro passo para se construir grandes coisas, pois a polidez por si só não é suficiente. Mas ela distingue aquilo que temos de humano, de nossa animalidade.

Eunice Ferrari
 Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Que tal começar a pensar em uma nova forma de viver?

Vivemos um momento de transição e isso não é novidade para ninguém. Mas o que muitas pessoas não sabem é que a partir do século XVIII, com o evento do mecanicismo, passamos a nos tratar de maneira compartimentada, ou seja, dividimos a nós mesmos e ao mundo à nossa volta em partes diferenciadas, esquecendo-nos do todo.
Essa é a grande diferença entre nós, ocidentais e orientais. Desde o final da década de 50, depois da Segunda Guerra Mundial, estamos vivendo momentos de convulsão em alguns de nossos valores. Algumas pessoas são rápidas, mas outras mais lentas para perceber o desequilíbrio que causamos a nós e à nossa sociedade, atingindo diretamente nossos hábitos e destruindo nossa saúde.
A não ser que comecemos a nos enxergar como parte de um mar de energia que vivemos, a não ser que voltemos a nos perceber como parte fundamental de uma teia imensa formada por um Universo pulsante, nossa saúde física, mental, emocional e espiritual nunca mais voltará a ser a mesma. O desequilíbrio é evidente em todos nós, os problemas psíquicos aumentam gradativamente, as doenças físicas e mentais tomam conta de nosso dia a dia, e o que é pior, muitos de nós têm se acostumado com elas achando que isso faz parte de um processo irreversível.
Não. Toda mudança, criada por nós ou não, está em nossas mãos. Lentamente precisamos desenvolver um novo olhar em relação à vida e a todos nós. Vivemos em um mar de energia e todos podemos partilhar da melhor energia existente neste Universo. Mas muita coisa deve mudar antes disso, principalmente dentro de nós. Nossos corações estão endurecidos pelo excesso de trabalho e necessidade cada vez maior de ganhos e consumo. Uma forma que arranjamos para suportar o vazio criado pelo desequilíbrio cada vez maior e mais evidente.
Você já parou para pensar que existem maneiras mais equilibradas de viver nosso dia a dia? Já parou para perceber como você se apega a questões absolutamente sem valor e transitórias em seu dia a dia? Como provoca situações desagradáveis, mesmo às pessoas que ama? O que você tem feito por você e pelo ambiente que você vive? Sua casa, seus familiares, seus amigos? Já parou para olhar para seu corpo, sua alimentação, para a manutenção de sua saúde física e espiritual? E suas emoções, há quantas anda?
Que tal começar a pensar em uma nova forma de viver? Que tal pensar em criar novos hábitos diários e começar a construir um novo olhar, enxergando-se como parte absolutamente necessária neste imenso mar de energia que vivemos e chamamos de Universo? Existe um mar de informações, de possibilidades, de imensidão de felicidade e abundância neste Universo.
E temos direito a tudo o que for necessário à nossa felicidade, pelo simples fato de fazermos parte Dele. Pare para pensar no que realmente faz você feliz e vá em busca de seu caminho, seu próprio caminho, seu Dharma, a sua Verdade.
Eunice Ferrari
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima ATarde repleta de paz.
Abraços a todos
Claudio Pacheco