Atalho do Facebook

sábado, 31 de maio de 2014

Como não sermos vítimas de nossas próprias atitudes impensadas


Quem não conhece os problemas causados por ações impulsivas? Agir mesmo sabendo que não era a hora... falar mesmo sabendo que é melhor ficar quieto... são pequenas ações que podem gerar grandes problemas!

Quando seguimos nossos impulsos sem nos consultarmos, tornamo-nos reféns de nossas próprias ações. No entanto, podemos superar os padrões automáticos de comportamento. Isto é, sentir o impulso e ainda assim escolher como reagir.

O mundo pode nos pressionar, mas nós podemos nos autoliberar. Para tanto, precisamos inicialmente conhecer como funciona nossa mente diante das situações de pressão.

Inicialmente, precisamos aprender a reconhecer e nomear os sinais físicos e mentais de uma atitude impulsiva, para então podermos dominar nossas respostas. Mas não basta parar por aí. Será preciso treinar inúmeras vezes essa atitude interna de autoobservação para cultivar a confiança de que vale a pena não sermos vítimas de nossas próprias atitudes impensadas.

Diante de uma explosão emocional, contar até 10 antes de reagir pode funcionar. Pois quando estamos muito ativados, os impulsos advindos do centro emocional do cérebro (sistema límbico) são mais velozes do que aqueles que saem do centro racional, o córtex pré-frontal, capazes de controlar as emoções. Ao contar até 10, damos uma chance para nosso cérebro fazer um circuito neuronal capaz de ativar nossa racionalidade! Com o córtex pré-frontal funcionando novamente, voltamos a ter também a empatia para com os outros. Desta forma, já não queremos mais agredir, mas sim nos entender.

Não basta contermos o impulso agressivo, é preciso processá-lo. Pois senão iremos implodir e sofrer os danos desta energia não elaborada.

Refletir sobre nós mesmos não quer dizer criticarmos maciçamente nossas atitudes nem tampouco nos perdoarmos justificando nossas ações com atitudes indulgentes: "Não soube fazer diferente". Ok, podemos não ter sabido como ter feito diferente... mas, a questão é: uma vez que agora sabemos queremos de fato mudar?

Observar-se requer familiaridade consigo mesmo para poder ir além da culpa e da vergonha. Observar-se significa aceitar-se diante do desconforto ao mesmo tempo em que nos motivamos e nos esforçamos para cultivar uma nova atitude. Quando nos compromissamos com a mudança interna surge o sabor de seguirmos em frente "mais leves".

Encararmo-nos frente a frente, requer mais treino do que coragem. É um hábito que nos torna pessoas mais interessantes para nós mesmos. Quando evitamos nossas emoções ou nos criticamos continuamente, acabamos por nos tornar uma péssima companhia para nós mesmos. Não é assim mesmo? Há dias em que não aguentamos nossa própria presença, nossa própria voz.

Não basta nos autocontrolarmos se não formos capazes de nos regularmos internamente. O autocontrole só irá gerar bem-estar se desenvolvermos uma percepção interna capaz de nos autoorganizarmos tanto no nível emocional como cognitivo, isto é, no nível do entendimento.

O neurocientista Daniel Siegel, em seu livro "O Poder da Visão Mental" (Ed. BestSeller), denomina a capacidade de nos observarmos como visão mental. Para ele, este é nosso sétimo sentido, sem visão mental, nossa vida é uma vida anestesiada. Neste livro, Siegel explica de modo simples e claro como nosso cérebro funciona para mantermos atitudes mentais organizadoras como a de abertura, observação e objetividade.

Cultivamos abertura quando deixamos de lado as expectativas e recebemos as coisas como elas são, em vez de insistirmos que sejam como gostaríamos que fossem. Sem a ditadura do pensamento rígido e dos preconceitos, conseguimos ver o mundo em suas particularidades, abrindo-nos para o novo. No entanto, devido aos condicionamentos e às memórias arquivadas em experiências anteriores, em geral não nos deixamos permear pelo mundo externo. Sem tal abertura, vivenciamos a realidade externa como um prolongamento de nossa realidade interna. Isto é, o mundo será agradável ou desagradável conforme nosso humor momentâneo.

É curioso notar como temos uma chance maior de perceber o mundo mais objetivamente quando ele se torna aquém ou em excesso de acordo com nossos desejos e necessidades. Quando tudo parece chegar de acordo com nossos níveis de expectativa não paramos para pensar que o mundo não é apenas o que pensamos e sentimos sobre ele!

Segundo Daniel Siegel, a habilidade de observar é a capacidade para perceber o "eu" mesmo enquanto estamos vivenciando um evento. Ela nos coloca em um quadro de referências mais amplo e expande nossa perspectiva a cada momento. Ao reconhecer o ambiente em que nos encontramos, começamos a sair do comportamento habitual. Em outras palavras, se noto as nuancias à minha volta, tenho a chance de escolher se quero interagir com elas ou não!

Desta forma, conseguiremos adquirir objetividade: sermos capazes de pensar e sentir sem nos deixarmos levar pela força habitual destes pensamentos e emoções. Com objetividade, reconhecemos que nossos pensamentos e sentimentos como uma expressão de nosso mundo interno, mas não como uma verdade absoluta. Com objetividade, conseguimos discernir entre o que sentirmos e queremos continuar sentindo. Ao cultivarmos a aptidão de estarmos conscientes de como estamos direcionando nossa mente, ganhamos um novo espaço interior. Já não estamos mais condenados a sentir um ciúme sem controle, uma raiva que nos arrebata ou um ressentimento opressor. Saímos da paralisia interna! Podemos nos mover internamente!

Na medida em que passamos a nos perceber com abertura, observação e objetividade, ganhamos mais e mais espaço interior, que por sua vez gera a flexibilidade necessária para fazermos novas associações. Surgem novas ideias, tornamo-nos criativos. Vívidos.

Quanto mais espaço interior adquirimos, mais inteligentes emocionalmente nos tornamos. Curiosamente, quanto mais visão mental adquirimos sobre nós mesmos, mais habilidade temos para perceber os outros: pois quando conseguirmos sentir nosso estado mental, o caminho fundamental para a ressonância com outros também está aberto. Sem resistência para percebermos a nós mesmos e ao outro, algo totalmente novo pode ocorrer!

Bel Cesar
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

O Poder da Palavra Falada


Existe um poder imenso nas palavras faladas, mas poucos têm consciência dele. As palavras devem ser consideradas os alicerces daquilo que construímos na vida. Usamos palavras o tempo todo e raramente pensamos no que dizemos e como falamos. Como prestamos pouca atenção a nossa escolha de palavras, a maioria de nós fala muito com negativas...

Lembre-se sempre: existe poder em suas palavras. O poder vem quando você assume a responsabilidade por sua vida...
E para ser responsável por sua vida, você tem de ser responsável pelas palavras que saem de sua boca. As palavras e frases que você emite são extensões de seus pensamentos.
Portanto, comece a prestar atenção ao que você diz. Se estiver usando palavras negativas ou limitadoras, modifique-as...

Quando estiver com outras pessoas, preste atenção ao que elas dizem e ao modo como falam. Veja se é capaz de associar o que disseram às situações que elas estão vivendo. Repare que muita gente vive na base do "eu deveria"... São pessoas que ficam imaginando porque não conseguem sair de situações desagradáveis. O fato é que elas querem controlar coisas que não podem controlar...

Outra expressão que precisa ser removida da fala e pensamento é "tenho de".
Conseguir isso é aliviar muito a pressão que impõe a você mesmo ao usar essa expressão... Em vez disso, comece a falar "escolho"...
A palavra escolher pode dar uma perspectiva completamente diferente a sua vida.

Lembre-se sempre que tudo o que você faz é por escolha, mesmo que não lhe pareça...

Quer saber o que você anda pensando e como tem falado? Então faça um pequeno exercício.

Coloque um gravador perto de seu telefone e ligue-o sempre que der ou receber uma chamada. Quando a fita estiver totalmente gravada dos dois lados, ouça o que você disse e que palavras usou. Provavelmente você ficará chocado.

A partir daí, comece a prestar atenção às palavras que costuma usar e em sua inflexão de voz. Se perceber que repete a mesma expressão três ou mais vezes, anote-a; isso é um de seus padrões de pensamento. Alguns desses padrões serão positivos e capazes de lhe proporcionar apoio, mas certamente você encontrará alguns muito negativos que só o estão prejudicando.

Trecho do Livro "O poder dentro de você" - Louise Hay
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Tarde.
Muita Paz para todos.
Abraços.
Claudio Pacheco

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Dê mais espaço para o novo em sua vida



Crie um espaço novo em sua vida para que coisas novas cheguem pra você!

Ou você tem aquele velho hábito de guardar tudo? Você ainda é do tipo que guarda os objetos que acredita que um dia vai precisar deles? E dinheiro? Você tem o hábito de juntar dinheiro só para não gastá-lo, pois no futuro poderá fazer falta? E roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos que já não usa mais? Ao guardar tudo isso, por certo você está guardando também as mágoas, os ressentimentos, raivas e medos, viu? Não faça mais isso com você, por favor!

Crie espaços novos em sua vida. Elimine o que é inútil em você e na sua vida para que a prosperidade venha! A vida vem assim quando você consegue criar espaço! Crie vazios para que as coisas novas cheguem em sua vida. Dê mais espaço para o novo, para as novas oportunidades, viu?

Os bens precisam circular! Sua energia precisa circular! A atitude de guardar um montão de coisas inúteis, pode estar amarrando a sua vida. Sabe por que? Quando você guarda alguma coisa, está considerando a possibilidade da falta, da carência, da escassez. Você não deve e não pode acreditar que amanhã poderá faltar e que você não vai ter como prover suas necessidades, viu? Não faça isso com você! Pense no melhor porque você merece o melhor!

Limpe e arrume suas gavetas, seus armários, seu guarda-roupa, aquele quartinho das tranqueiras! Dê o que você não usa mais! Venda, troque, movimente e não acumule coisas!

Dê mais espaço para o novo! Sendo assim, você estará dando duas mensagens para você mesmo: a primeira que você acredita no amanhã, no melhor. Você acredita no melhor não só para você mas para todos. A segunda é que você acredita no novo! Não se contente mais em guardar as coisas velhas e inúteis, tá?

O simples fato de dar para alguém a velha blusa, por exemplo, colocando a roupa em circulação, cria um vácuo para que algo melhor ocupe aquele espaço deixado, viu? E assim é na vida da gente: um novo compensará pelo velho. Passe a acreditar que o novo está por vir! E será melhor! Põe cor na sua existência!


“Não vemos as coisas como elas são, mas como nós somos!” - Anaïs Nin

Luis Carlos Mazzini
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

A VOZ CRÍTICA


(Um visitante diz: Há muitas vozes dentro de mim que dizem que estou sempre fazendo a coisa errada o tempo todo).

Essa voz crítica nunca é sua. Quando você era criança, seu pai dizia: "Não faça isso", e sua mãe dizia: "Não faça aquilo". Aquilo que você queria fazer estava sempre errado, e aquilo que você nunca queria fazer era o que eles queriam que você fizesse, e era o certo.

Você está em uma dupla atadura. Você sabe qual é o "certo" a fazer, mas não quer fazê-lo; assim, se o fizer, será como uma obrigação. Então não haverá alegria e você sentirá que está se destruindo, que está desperdiçando a sua vida. Se você fizer aquilo que quer, você se sentirá culpado, sentirá que está fazendo algo errado.

Assim, você precisa se livrar de seus pais, e isso é tudo. E isso é algo muito simples, porque agora você está crescido e seus pais já não estão presentes; eles estão apenas dentro de sua mente.

Não estou dizendo para matar seus pais - o que quero dizer é que você tem de matar essa reminiscência do passado. Você não é mais uma criança, reconheça esse fato. Tome a responsabilidade em suas próprias mãos, é a sua vida. Assim, faça o que quer que você queira fazer e nunca faça o que não queira fazer. Se você precisar sofrer por isso, sofra. Precisamos pagar o preço por tudo, nada é de graça na vida.

Se você gosta de algo e todo o mundo condena esse algo, ótimo! Deixe que eles condenem. Aceite essa conseqüência; vale a pena. Se você não gosta de algo e o mundo todo chama esse algo de belo, isso não tem importância, porque você nunca desfrutará a sua vida se for seguir os outros. É a sua vida, e, quem sabe, amanhã você poderá morrer. Portanto, desfrute-a enquanto estiver vivo! Esse não é da conta de ninguém - nem de seus pais, nem da sociedade, nem de qualquer outra pessoa. Trata-se da sua vida.

OSHO, For Madmen Only.
Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Amados do Meu Coração.


"Permaneça disponível para o momento
...Apenas permaneça vivo e espontâneo e cheio de sentimento. Onde quer que seu girassol diga que o sol está, siga a sensação daquela forma. E nunca ouça qualquer outra consideração.

Esta é a coragem... e esta é a autenticidade. A autenticidade é um dos maiores valores na vida. Nada pode ser comparado a ela.
...A autenticidade é um verbo. Não é algo esperando por você. Você tem que ser autêntico, só então ela está lá. Você não pode descobri-la. Você tem que criá-la continuamente sendo verdadeiro. É um processo dinâmico.

Deixe isso penetrar tão profundamente em você quanto possível: que tudo o que é belo na vida é um verbo, não é um substantivo. Verdade, para ser verdadeiro a respeito, é um verbo, não é um substantivo. A linguagem é falaciosa. O amor não é um substantivo, é um verbo. O amor está no amor. É um processo.

Quando você ama, só então o amor está lá. Quando você não ama, ele desapareceu. Existe precisamente quando é dinâmico. A confiança é um verbo e não um substantivo. Quando você confia, ela está lá. Confiança significa confiança e amor significa amar. Verdade significa ser verdadeiro.

E o critério está dentro de você - e não na Bíblia, e não no Corão, não no Gita. O critério é o seu sentimento, o sentimento existencial. Então, o que quer que o sentimento diga, você se move com ele. Às vezes lhe dá uma grande insegurança. Diga ok a isso. Às vezes, leva você para uma dor profunda, diga ok a isso. Confie que onde quer que esteja lhe levando, deve ser significativo e importante para o seu crescimento.

O pensamento é muito astuto, cru, inteligente, calculista. Claro que dá ideias mais confortáveis, mais convenientes. Ele sempre considera tudo o mais, exceto o sentimento. Mas ele está morto.

Então vá lá, e seja apenas, sem idéias. Se você sentir vontade de ficar lá e ajudá-los, ajude-os. Se você sentir vontade de ir para o norte, vá para o norte. Ou pode haver uma terceira alternativa - quem sabe? Tudo o que podemos ver é muito pequeno comparado ao que realmente acontece. Ninguém sabe. A vida é imprevisível.

Permaneça disponível para o momento. Nunca decida de antemão, de modo que você nunca vai se sentir culpado. Nunca decida de antemão, e você nunca vai se sentir confuso. Nunca decida de antemão e você nunca vai sentir qualquer conflito dentro de você. Então, tudo o que você fizer, faça-o totalmente, o seu ato torna-se total. E quando um ato é total, é bonito. Quando um ato é total, dá-lhe a paz, silêncio, harmonia. Então, basta ser completamente livre de qualquer plano e ver o que acontece".

OSHO - Amados do Meu Coração.

Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

Abrir Espaço Para Sentir Emoções Fortes


Quando acompanhamos de perto o processo de morte de uma pessoa querida, vivenciamos os sentimentos com uma intensidade muito particular. Afinal, quando escutamos a pessoa que está falecendo falar, sabemos que estas podem ser as suas últimas palavras... com isso, elas ganham um valor imensurável. Assim como a última troca de olhares conscientes. O último sorriso. A última lágrima compartilhada de mãos dadas.

A vivência da última vez gera grande intensidade emocional. No entanto, como não estamos acostumados a criar espaço interno para sentir emoções muito fortes, procuramos evitá-las, mesmo sem saber por que. Parece paradoxal, mas a grande maioria das vezes que somos tomados por emoções intensas, sejam elas geradas por paixão, alegria ou tristeza, parte de nosso ser procura rejeitá-las, pois tememos que, ao senti-las, iremos perder nosso costumeiro autocontrole, com o qual garantimos a sensação de segurança interior.

Não estou querendo dizer que para sentir verdadeiramente as emoções, deveríamos nos perder e nos descontrolar emocionalmente, mas sim que, para sentir o ciclo natural de uma emoção, precisamos nos deixar ser tocados por sua intensidade até que ela atinja o seu pico e volte naturalmente a ceder. Assim, iremos recuperar a serenidade perdida durante a crise.

A autocrítica e o medo de sermos tomados por um descontrole desconhecido nos impedem de lidar diretamente com nossas emoções. Desta forma, geramos tensão e conflito entre nossas necessidades emocionais e racionais. Há emoções que precisam simplesmente ser vivenciadas, sem interpretações racionais. Outras, por sua vez, contam com a elaboração racional para um direcionamento positivo de sua carga energética.

Emoção é energia em movimento, que necessita tanto ser expressa quanto ter um direcionamento para fluir. Uma emoção não expressa permanece em nosso corpo como energia contida, pulsante e bloqueada.

Abrir espaço para sentir as emoções contidas há muito tempo assemelha-se à imagem de abrir as comportas de uma represa: a pressão da água é tão intensa quanto a necessidade de chorar uma dor retida. Portanto, não há como negar que teremos de abrir espaço dentro e fora de nós mesmos para extravasá-la sem barreiras, de modo que ela possa fluir e completar o seu ciclo natural de início, meio e fim.

Para tanto, é necessário criarmos rituais personalizados, nos quais possamos sentir nossas emoções na sua inteireza. Precisamos encontrar o lugar, o tempo e as pessoas apropriadas que nos encorajem a auto-aceitação e a auto-expressão contidas até então. Apropriadas quer dizer, tudo aquilo que nos ajude a nos sentirmos ancorados, acolhidos, nutridos e, ao final do processo, conectados com uma idéia de futuro e renovação.

Digerir experiências emocionais requer tempo e condições livres de interrupções e críticas.

Algumas vezes, criamos estes rituais espontaneamente. Nossa sabedoria intuitiva sabe como atender às necessidades da alma. No entanto, outras vezes temos que primeiro nos conscientizar da necessidade de realizá-los.

Robert Sardello, em seu livro Liberte sua alma do medo (Ed. Fissus), escreve sobre a importância de homenagearmos nossas emoções para vivermos nosso próprio processo de morte positivamente: Se vivemos sem sentir verdadeiramente a presença da beleza no mundo, que é uma experiência tanto de admiração quanto de dor, ficamos enfraquecidos em nossa capacidade de enfrentar a intensidade de sentimento que caracteriza o sofrimento. Em outras palavras, a dor do sofrimento parece tão grande porque o sentimento de admiração não foi cultivado. Em grande parte, o medo do sofrimento expressa um medo mais oculto: o de que, apesar de o termos rejeitado durante grande parte de nossa vida, finalmente iremos experimentar o verdadeiro sentimento. Talvez esse sentimento vá estar comprimido em um período muito curto, especialmente se foi negligenciado durante muito tempo. O preço dessa negligência, no entanto, é alto. Quando o sentimento irrompe no final da vida, perde o contexto de beleza e, muitas vezes, pode ser experimentado apenas como angústia.

Simplesmente chorar e ser este choro. Simplesmente comemorar, e ser, por meio de nossa própria energia, uma homenagem de reconhecimento e gratidão. Assim como subir uma montanha para ouvir a música preferida da pessoa falecida e dedicar a ela esta atitude de amor e saudade. Ou, quem sabe, plantar em seu jardim, ou mesmo num simples vaso, suas flores preferidas. O importante é abrirmos espaço dentro e fora de nós para honrar este rico dom humano de sentir emoções!

Bel Cesar
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Tarde.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

quarta-feira, 28 de maio de 2014

A vida merece que você tenha uma atitude corajosa, destemida e confiante


Só não erra quem não faz, sabia?

E fica errando a vida inteira quem se mantém com os braços cruzados esperando as coisas caírem do céu. Erra quem tem medo de errar. O medo acaba fazendo você errar! Mas e daí? Não permita mais que o medo de errar impeça você de fazer o que precisa ser feito.

Sinta-se sempre empurrado pra frente! Sinta-se sempre incentivado a participar, a lutar, a se envolver com tudo e com todos. O bolo da vida só ficará bom se você colocar a mão na massa, viu? Com medo é que não se prepara um bolo, né?

O Medo de errar para algumas pessoas pode ser tão grande que elas travam, patinam, empacam! Se você se sente assim, por favor, tome uma providência em sua vida, tá? Faça alguma coisa por você mesmo! Por menor que seja a sua atitude, será sempre um começo. E tudo começa pelo começo!

Decida! Faça! Tente! Desça do muro, pô! Assuma uma posição corajosa, destemida, leal, confiante! A vida merece tudo isso. O seu viver merece que você aja assim, tá? Quem não se envolve, não participa e nada faz porque não quer errar, está cometendo um grande erro, que às vezes pode ser irreparável!

Você não tem o direito de fazer da sua vida algo medíocre! Quem nunca erra por medo, está colocando a vida num buraco: escuro, profundo, fedido e sem saída!

Errar é humano, viu? Aprenda com os seus próprios erros, pô! Aprender com eles é dizer sim à vida! Tenha coragem de errar! E faça a sua vida acontecer. Já! Agora!

Analise a sua vida e perceba que toda vez que teve medo de tomar um decisão, só houve perdas. Mude já o seu comportamento em relação ao medo, tá? E incentive os outros a serem assim também! Afinal, só não erra quem não faz!

Bom Dia! Bom Divertimento!

"Dê um rumo novo na sua vida em direção à sua realização completa como ser humano"

Luis Carlos Mazzini
Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

terça-feira, 27 de maio de 2014

O Som do Silêncio


Aprende com o silêncio a ouvir os sons interiores da sua alma, a calar-se nas discussões e assim evitar tragédias e desafetos, aprende com o silêncio a respeitar a opinião dos outros, por mais contrária que seja da sua, aprende com o silêncio a aceitar alguns fatos que você provocou, a ser humilde deixando o orgulho gritar lá fora.
Aprende com o silêncio a reparar nas coisas mais simples, valorizar o que é belo, ouvir o que faz algum sentido, evitar reclamações vazias e sem sentido, aprende com o silêncio que a solidão não é o pior castigo, existem companhias bem piores….
Aprende com o silêncio que a vida é boa, que nós só precisamos olhar para o lado certo, ouvir a música certa, ler o livro certo, que pode ser qualquer livro, desde que você o leia até o fim.
Aprende com o silêncio que tudo tem um ciclo,
como as marés que insistem em ir e voltar,
os pássaros que migram e voltam ao mesmo lugar,
como a Terra que faz a volta completa sobre o seu próprio eixo, complete a sua tarefa.
Aprende com o silêncio a respeitar a sua vida, valorizar o seu dia, enxergar em você as qualidades que possui, equilibrar os defeitos que você tem e sabe que precisa corrigir e enxergar aqueles que você ainda não descobriu .
Aprende com o silêncio a relaxar, mesmo no pior trânsito, na maior das cobranças, na briga mais acalorada, na discussão entre familiares, aprende com o silêncio a respeitar o seu “eu”, a valorizar o ser humano que você é, a respeitar o Templo que é o seu corpo, e o santuário que é a sua vida.
Aprende hoje com o silêncio, que gritar não traz respeito, que ouvir ainda é melhor que muito falar, e em respeito a você, eu me calo, me silencio, para que você possa ouvir o seu interior que quer lhe falar, desejar-lhe um dia vitorioso e confirmar que você é especial.

Paulo Roberto Gaefke
Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

Crise Existencial




Existem momentos na vida em que você tem vontade de… nada!

A vida está lá fora acontecendo, você no meio da bagunça do seu refúgio e o pensamento longe… Reflexão. O seu interior tumultuado e você naquela inércia, esperando sabe-se lá o que…

O coração apertado, a alma confusa e vem aquela vontade de viver; não aquela rotina do dia-a-dia, mas emoções intensas, fazer a diferença, respirar a plenitude. Conflitos, caminhos que tomamos ao longo do tempo, escolhas. Decisões. Alguns arrependimentos. Lembranças de instantes felizes…

Recordações de insights, uma lágrima cai e o silêncio… tão cheio de significados! O brilho de um olhar, palavras eternas e a saudade preciosa. O tempo para e a música tão envolvente faz sonhar estrelas… Pequenos diamantes no céu iluminando o amor que mora no coração dos homens.

Despertar a fé. Sempre é tempo de atravessar a fronteira do lugar comum e se permitir a transparência. Deixar aflorar o talento natural e buscar a raiz do autoconhecimento. A imaginação corre leve como a brisa da primavera e a doçura invade o ar.

Acreditar em você mesmo. Buscar soluções no bom senso. Que o sucesso é uma consequência natural somente se temos a intenção de realizar mudanças positivas. Entender que nós somos cem por cento responsáveis pela nossa vida. Transformações de 180º.

Todas as experiências são válidas, o aprendizado é infinito e a força interior desperta a sensibilidade do ser humano. Visões que dias melhores virão. Criatividade em ação. Sintonia de pensamentos e as maravilhosas sincronicidades da vida.

Para que as sensações de felicidade, paz e equilíbrio sejam uma constante em todos os momentos. A mágica acontece, basta você desejar e dar o primeiro passo. Abra as janelas da alma para o amor! Siga a sua intuição…

Bons momentos: ar puro, integração homem-natureza, contraste luz e sombra, simplicidade, harmonia. A paisagem com performance de quadro. Tons terrosos, texturas mil. Minimalismo. Tons de verde e o colorido das flores trazendo equilíbrio à nossa mente. Imagem que remete ao inconsciente. O infinito à nossa espera. Energia fluindo… Essência da Vida!

Mon Liu

Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

Síndrome da Solidão: Você Tem?


Não importa se está solteiro ou casado. Não importa sem tem muitos ou poucos amigos. Nem tampouco se é introvertido ou extrovertido. A síndrome da solidão não tem a ver com convites para festas e baladas ou a ausência deles.
Justamente num tempo em que o mundo está cada vez mais globalizado, em que as facilidades para os encontros são inúmeras e de diversas formas, parece que a maioria das pessoas está, cada uma no seu grau, sofrendo de solidão.

A carência parece nos consumir em desejos que inexplicavelmente não se realizam e numa saudade que a gente nem sabe de que, de onde ou de quem. Buscamos o outro sem encontrá-lo, ainda que vivamos um sem número de relações. Este outro, tão esperado, parece nunca chegar. Ou melhor, às vezes parece nem existir.

O velho e bom carteiro continua passando todos os dias. Temos telefone, fax e computador. Dentro dele, os e-mails, as salas de bate-papo, os sites de encontros, o orkut, o gazzag, o multiply e o msn. Temos também blogs, fotologs e skype. Instalamos câmara, microfone e colecionamos uma lista interminável de amigos (alguns que a gente nem sabe quem são... mas vale mantê-los porque nos dão a sensação de estar junto).
Tudo para tentar aplacar este eco interior. Qualquer coisa que preencha o vazio, o abismo que insiste em nos separar de alguém que já fomos um dia ou - pior! - que gostaríamos de ser, mas não sabemos como construir, enfim, a ponte.

Creio que este seja o primeiro passo. Precisamos aprender a construir pontes. Pontes que nos levem até onde desejamos chegar, especialmente do outro lado de nós mesmos.
Estamos sempre do lado de fora, procurando, olhando, observando, acusando, apontando, amando, desejando, rindo e chorando... sempre do lado de fora...
Basta uma conversa, uma situação, um encontro... e lá estamos nós falando do que o outro fez, do que o outro disse, de como o outro nos faz sentir. Basta uma nova paixão ou uma velha briga com quem já está ao nosso lado para encontrarmos todas as justificativas no outro.

Não temos as pontes, as benditas pontes. Caramba! Nem tentamos construí-las. Simplesmente nos acomodamos com as facilidades dos encontros sem laços com o outro sem nos darmos conta de que o único encontro necessário não tem acontecido há anos, há muito, muito tempo! E assim, muitos estão morrendo, ou melhor, se matando de solidão no meio da multidão.
Paradoxal? Lamentável? Pode até ser! Mas as saídas existem, eu tenho certeza! Você pode encontrar a sua. Eu posso encontrar a minha. Só que, definitivamente, tem de ser dentro e não fora!!!

Temos confundido liberdade e amor-próprio com egoísmo e individualismo. Olhamos constantemente para o outro, mas não conseguimos vê-lo verdadeiramente porque somente poderemos enxergar alguém - quem quer que seja - depois de termos nos enxergado. Falta nos responsabilizarmos. Falta parar com essa mania desgraçada de acreditar que o outro é o causador dos fatos em nossa vida.

E assim, quando finalmente começarmos a olhar para tudo o que nos acontece com um pouco mais de propriedade, estou certa de que a solidão diminuirá consideravelmente... porque permitiremos a aproximação das pessoas sem tantas ressalvas e compreenderemos que somos todos um e que sozinhos, fechados em nossa concha pessoal não somos ninguém, nossa existência perde qualquer sentido. Não faz link, não tem significado nem importância, porque perdemos a chance preciosa de compartilhar nosso coração.

Sugiro que você aposte mais na delícia dos encontros, mas comece hoje, agora, a construir pontes pelas quais você possa passar... atravessar o abismo que sente aí dentro... Porque do outro lado, está certamente a sua imensa capacidade de mudar qualquer situação para melhor. E que esta mudança inclua a humildade que requer a convivência... para definitivamente conseguir sentir bem mais amor e bem menos solidão.

Rosana Braga
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

Avaliando Sua Vida





Se você encontrasse com um amigo que não vê há muito tempo o que contaria sobre sua vida? O que aconteceu de significativo? Você teria para contar mais problemas, decepções, frustrações, enfim, faria muitas lamentações ou contaria muitas conquistas, crescimento, mudanças? Ao pensar em sua vida, como a descreveria agora?
Pense nisso... E daqui para frente, o que espera que aconteça? Como espera estar daqui a 5, 10 anos? E o que você está efetivamente fazendo para alcançar o que deseja?

Se suas respostas foram baseadas em dúvidas, incertezas, inseguranças, sempre com pensamentos negativos, duvidando que seja capaz de conseguir algumas coisas que deseja, como espera conseguir mudar sua realidade? O que está fazendo para mudar algumas situações que dependem exclusivamente de você? Ou você está aceitando tudo, conformado, pensando: já que está tudo ruim mesmo, o que mais posso fazer?...

Saiba que é possível fazer muitas coisas para alcançar o que deseja, desde que saiba o que quer, ou também poderá começar pelo que já sabe que não quer.
Ao olhar para trás deve ter muitas experiências ruins, que não deseja mais passar, mas que também trouxeram muitos aprendizados. O que aprendeu de significativo em sua trajetória de vida?
Algumas pessoas olham para o passado e conseguem perceber as lições; ainda que a custo de muito sofrimento valorizam o aprendizado, pois conseguem aprender com a experiência passada; outras só se lamentam sobre o corrido, repetindo o mesmo padrão por anos, sem aprenderem absolutamente nada. Essas geralmente se colocam no papel de vítimas, onde só conseguem se lamentar sem nada fazer para mudar. O que deixou de fazer há 3, 5, 10 anos atrás e que até hoje está sofrendo as conseqüências? Não terá sofrido o suficiente para perceber que algo diferente deve ser feito? Mas o quê fazer? Isso somente você poderá responder.

Quem sabe poderá começar pensando em ser mais flexível? Mais aberto às mudanças? Ou você sofre da Síndrome de Gabriela, lembra-se? Eu nasci assim, eu fui sempre assim, vou morrer assim... Você só consegue pensar que não há mais como mudar, afinal, já se passaram tantos anos? Você já se sente velho para aprender? Nada disso! Velho é quem pára de aprender, não se atualiza, e hoje vivemos em constante processo de mudança, quando pensamos em algo, já mudou!

Enquanto continuar acreditando que as coisas devem ser feitas sempre da mesma maneira, possivelmente tudo continuará tendo o mesmo resultado. É preciso estar em constante aprendizado, sair da zona de conforto, aberto a mudanças, seja sobre o que for. Seja em relação ao trabalho, à educação dos filhos, fazer a comida, se relacionar, amar, enfim, tudo muda em fração de segundos e devemos acompanhar esse processo se desejarmos evoluir, crescer; do contrário, encontraremos estagnação, e muitas vezes sofrimento.

Você pode começar analisando algumas situações e que na correria se esquece de dar uma paradinha para avaliar suas relações. Se hoje não tiver tempo, reflita sobre isso no final de semana. Reserve uns minutinhos para reavaliar seus valores, sua maneira de conduzir seus problemas e principalmente como reage a eles, afinal, estamos nos referindo à sua própria vida e não há nada mais importante do que isso.
Responda a si mesmo às seguintes perguntas:

- O que tem feito por você?
- Tem dito não quando essa deve ser a resposta? Ou ainda continua sempre querendo agradar a todos, fazendo tudo por todos?
- Você se esquece constantemente de suas necessidades?
- Tem tido momentos de lazer, tem feito algo para se divertir? O que gosta de fazer e não faz há muito tempo?
- Há quanto tempo você não dá um sorriso, ou uma gostosa gargalhada?
- Como se sente em relação ao seu trabalho?
- E em relação à educação de seus filhos?
- E como está sua relação com seus pais?
- E sua relação afetiva, sexual, como está?
- Tem sido rígido consigo mesmo e com os outros?
- Tenta manter o controle sobre tudo e todos? Quando na verdade não consegue ter controle nem sob suas emoções?
- Sente muito mais o abandono do outro do que o abandono que faz a si mesmo?
- Está em constante busca de aprovação e reconhecimento por se sentir sem valor?
- Está sempre se culpando do que acontece aos outros?
- Consegue perceber que muitas pessoas se afastam de você por julgá-las e/ou criticá-las?
- Tem medo de perder a pessoa amada quando nem percebe que já perdeu a si mesmo?
- Consegue identificar seus sentimentos ou está sempre em constante movimento para não entrar em contato com o que está dentro de você?
- Está constantemente se frustrando por criar muitas expectativas?
- Tem se sentido triste, constantemente irritado, sem energia?

Analise com calma todas essas questões e reavalie sua vida, suas relações. Procure responder a cada uma das questões acima, se possível, escreva suas reflexões. As dúvidas, os medos, mágoas, ressentimentos, culpa, frustrações, críticas, julgamentos, rigidez, cobranças, são todos obstáculos ao crescimento. Transforme tudo isso. Não, não há receita nem fórmula mágica, mas é certo que para as mudanças ocorrerem depende muito mais de você.

Comece se observando mais, pensando sobre todas essas questões. Cultive dentro de você a esperança, a fé, mesmo quando tudo parecer estar perdido. É a harmonia consigo mesmo e com aqueles com quem convive que lhe trará paz interior e preencherá seu vazio. É o amor por si mesmo e o respeito por seus valores e sentimentos que o fará se sentir uma pessoa de valor! E isso com certeza ninguém poderá lhe dar, mas também ninguém poderá lhe tirar, é uma conquista absolutamente sua e que com certamente fará toda diferença em sua vida!

Depois de todas essas reflexões e prováveis mudanças, talvez a história que irá contar quando encontrar um amigo seja bem diferente. Eu espero sinceramente que seja!

Rosemeire Zago
Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Libere o amor incondicional que há bem aí dentro do seu coração



É preciso saber como os outros são! É preciso saber como que as pessoas funcionam!

Não procure gostar das pessoas tão somente por aquilo que elas aparentam ser, viu? Não goste das pessoas por aquilo que comentam! Não! Não queira bem, simplesmente pelo jeito das pessoas se vestirem, pelo jeito de falar. Procure saber de suas vidas.

Procure saber como o outro é! Procure saber como o outro vive, o que faz, como pensa...

Queira algo mais profundo que um simples olhar. E entenda que o outro quer algo diferente e tem algo diferente para te oferecer também! O outro não foi colocado ao acaso em sua vida e não é simplesmente aquilo que costumamos a chamar de gente. O outro tem alma, pô! Tem coração! O outro erra, viu? O outro tem sentimentos. O outro chora! O outro ama! O outro sente a ausência de alguém!

Tá vendo como não é tão difícil assim tentar saber como o outro é?!

Ao segurar em suas mãos firmes poderá sentir o calor ardente do seu corpo. Olhe fixamente nos olhos do outro e você vai encontrar aquele ar de encanto, de revelação. Olhe mais nos olhos das pessoas, viu?

E se abrir os seus lábios, vai descobrir que o outro também sabe sorrir. E que isso é bom pra ele e ótimo pra você! Observe o rosto radiante de alegria, por satisfação de você estar o conhecendo. Sinta-se responsável por fazer brotar nas pessoas a gostosa emoção de ser importante e de estar vivo!

Envolva-se mais! Libere o tal do amor incondicional que há bem aí dentro do seu coração. E veja que ele, o amor incondicional, é a sua marca registrada e foi colocado aí no seu peito para você aprender a admirar as qualidades das pessoas.

“Ame o outro mais do que ele aparentemente merece”

Luis Carlos Mazzini
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

Exercício para Combater a Baixa Auto-Estima


O QUE É AUTO-ESTIMA?

AUTO significa uma forma da pessoa se referir a si própria.
ESTIMA é o sentimento do bem querer, do respeito, da admiração, da alegria em sentir, em valorizar com dignidade, com afeto e com compaixão.

AUTO-ESTIMA portanto, é quando alguém se vê como uma pessoa digna de ser amada, respeitada e valorizada, antes e acima de tudo, por si própria.

BAIXA AUTO-ESTIMA é quando este sentimento está abalado, destruído, impotente ou mesmo falido.

É quando você acha que todos são melhores do que você e que sua vida não vale mais a pena. Todos são mais felizes, mais bem sucedidos, mais capazes. No popular, é quando você está se sentindo por baixo. O que fazer?

Primeiro: pare de se comparar com os outros. Nenhuma impressão digital é igual a outra. Você também é única.

Segundo: desligue os programas da mídia que mostram para você homens e mulheres moldados para consumo. Você não é um carro que precisa mudar de modelo todos os anos para ser consumido. Você é um ser humano dotado de corpo, alma e espírito. Faça isso valer sobre os que querem transformar você em uma marionete.

Terceiro: procure se relacionar com pessoas que aceitam você exatamente como você é. Não minta para você mesma, não represente o que não é, não tente agradar os outros. Seja autêntica e realista. Só a verdade liberta.

Se quiser pode obter ajuda fazendo este exercício com imagens mentais durante 21 dias, três vezes ao dia: ao acordar, antes de almoçar e antes de dormir. Eles são rápidos, instantâneos.

Siga as instruções que foram dadas anteriormente e ponha a sua atenção na intenção deste exercício.

O NASCIMENTO DA AUTO-ESTIMA:

Veja, sinta, perceba, imagine ou faça de conta que você está sentado sobre um baú no meio de um deserto. Olhe ao seu redor e veja que o céu esta cinzento e que a terra está seca e desnutrida. Saiba que este deserto representa você.
Respire uma vez e abra a tampa deste baú. Imagine-se tirando de dentro dele sementes que você jogará ao seu redor e cada vez mais alto e mais longe. Veja surgir flores, árvores, pássaros, rios. Olhe o céu azul e veja o sol brilhando sobre você. Sinta a sua transformação e um novo ser nascendo de você.
Desperte para a luz e para a alegria de amar-se definitivamente.
Respire e abra os olhos!!!

Izabel Telles
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Tarde.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

domingo, 25 de maio de 2014

O Medo da Mudança


Toda a mudança gera medo, porque toda mudança o leva ao desconhecido, a um mundo estranho.

Se nada mudar e tudo permanecer estático, você nunca terá medo algum.

Isto significa que se tudo estiver morto, você não terá medo.

Por exemplo, você está sentado e existe uma rocha ao seu lado. Não há nenhum problema: você olha para a rocha e está tudo bem. De repente, a rocha começa a se mover; você fica assustado. Vivo!

Movimento gera medo; e se tudo estiver parado, não há nenhum medo. Eis porque pessoas, com medo de cair em situações temerosas, arranjam uma vida sem mudanças. Tudo permanece na mesma e a pessoa segue uma rotina morta, completamente esquecida de que a vida é um fluxo.

Ela permanece numa ilha própria onde nada muda. A mesma sala, as mesmas fotografias, a mesma mobília, a mesma casa, os mesmos hábitos, as mesmas camas – tudo na mesma. Entre isso, no meio dessa mesmice, a pessoa sente-se à vontade.

As pessoas vivem quase que em seus túmulos.

O que chama de uma vida conveniente e confortável não é nada senão um túmulo disfarçado.

Então, quando você começa a mudar, quando começa na jornada do espaço interior, quando se torna um astronauta do espaço interior, tudo está a mudar depressa, cada momento tremendo de medo. Desse modo, mais e mais medo precisa ser enfrentado.

Deixe o medo estar lá. Pouco a pouco começará a desfrutar tanto das mudanças que estará preparado a qualquer custo.

Mudanças irão dar-lhe vitalidade. Mais vivacidade, alegria, energia.

Então você não será como um poço – fechado por todos os lados, estático.

Você se tornará como um rio correndo em direção ao desconhecido, em direção ao oceano onde desaparece.

Osho
Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

Silencie-se


Relaxe e escute.
Simples assim.
Desligue-se por 5 minutos dos afazeres e cobranças do mundo.
Pare e em silêncio, ouça os ruídos do mundo exterior.
Silencie ainda mais e ouça os ruídos do seu mundo interior.
Perceba seus pensamentos viajando em alta velocidade.
Assim, em silêncio, talvez você perceba o quanto tem andado por lugar nenhum.
Correndo para o nada, na busca incessante do vazio...

O amor que você tanto busca está bem ai, no seu intimo.
A paz que você tanto deseja, clama por esse encontro com o seu eu.
A resposta para todas as perguntas que te afligem estão tão claras,
estão todas prontas dentro de você.
Cabe a você ouvir e no silêncio interpretá-las.

Só falta mesmo é coragem para colocar em prática a teoria que você ensina.

Silêncio!
Há uma alma aflita gritando para ser ouvida.
Esta alma que habita em você.
Respeite-se, ame-se e encontre-se.
Silencie-se...
Esta viagem é sem volta, e o destino final é a felicidade.

Paulo Roberto Gaefke
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

Quanto Você Vale?


Peça para um publicitário descrever um botão de camisa, você ficará deslumbrado com tantas funcionalidades que ele vai achar para o botão e vai até mudar o seu conceito sobre o "pobre" botãozinho.
Peça para uma pessoa apaixonada descrever a pessoa amada, aquela pessoa bem "feiazinha" que você conhece desde a infância e vai até pensar que ele está falando de outra pessoa.
O apaixonado enche a descrição de delicadezas, doçura e gentilezas, transformando a fera em bela em instantes.

Peça para o poeta descrever o sol e a lua, e você vai se encantar pelos poderes apaixonantes da lua, pela beleza do sol que irradia seus raios
como se fossem gotas do milagre divino no arrebalde da tarde quente onde o amor convida os apaixonados para viver a vida intensamente...

Peça para um economista falar da economia mundial e tome uma lição de números e mercados, bolsas e câmbios oscilantes, inflação e mercados emergentes, e se não sair de perto, vai acreditar que em breve teremos
a maior recessão da história e que a China é o melhor lugar do mundo para se viver.

Agora, peça para uma pessoa desanimada ou depressiva falar da vida, do sol, da lua, dos botões, das rosas e do amor para você ver.
Pegue um banquinho e um lenço e sente-se para chorar. É só reclamação, frustração, dores, misérias e desconfiança geral. Você sente a energia te contaminando, vai fazendo mal, vai te deixando sem forças, porque os desanimados, os reclamões e depressivos tem o poder "vampiresco" de sugar energias do bem e transformar em medo, e o medo paralisa as pessoas de tal forma que fica difícil até o mais simples pensar.

E você?
Como é que você descreve a sua vida?
Quem é você para você mesmo?
Como seria um comercial da sua vida?
Como você venderia o produto "você"?
Você é barato, tem custo acessível ou é daquelas figuras caras,daquelas que não tem tempo para perder com a tristeza e com o passado?
Você tem 1001 utilidades?

Alias, você vive em que século mesmo?
São os teus olhos que refletem o que vai na sua alma, e o que vai na sua alma se reflete na qualidade de vida que você leva.
É o seu trabalho que representa o seu talento, ou não.
Por isso, não tem outro jeito, seja o melhor divulgador de você mesmo,
valorize-se, esteja sempre pronto para dar o seu melhor, com seu melhor sorriso, com sua melhor roupa, com seu melhor sentimento, com suas melhores intenções, com sua gentileza sempre pronta para entrar em ação.

Seja OMO, BRASTEMP, Lux de Luxo, e se for chocolate, que seja logo Godiva, suíço e caro, porque gente especial igual a você não existe em nenhum mercado, e tem que valer sempre mais.

V A L O R I Z E - S E!, não importa o que você faz, importa sim como você faz, isso sim, faz toda a diferença.

Paulo Roberto Gaefke
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Tarde.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

sábado, 24 de maio de 2014

A Importânci​a de Amar a Si Mesmo


O maior milagre no mundo é este: você existe, eu existo. Existir é o maior milagre, e a meditação abre as portas para esse grande milagre.

Mas somente uma pessoa que ama a si mesma pode meditar; do contrário, você está sempre fugindo de si mesmo, evitando a si mesmo. Quem quer olhar para uma face feia e quem quer penetrar num ser feio?

Quem quer penetrar fundo em sua própria lama, em sua própria escuridão? Quem quer entrar no inferno que você julga ser? Você quer manter tudo isso coberto com belas flores e sempre fugir de si mesmo.

Por isso as pessoas estão continuamente procurando companhia. Elas não conseguem ficar com elas mesmas e querem ficar com outras. As pessoas estão procurando qualquer tipo de companhia; se elas puderem evitar a companhia delas mesmas, qualquer coisa servirá.

Elas sentarão num cinema durante três horas, assistindo algo completamente idiota; lerão um romance policial por horas, desperdiçando seu tempo. Lerão o mesmo jornal repetidamente, apenas para se manterem ocupadas; jogarão cartas e xadrez apenas para matar o tempo, como se tivessem muito tempo!

Nós não temos muito tempo, não temos tempo suficiente para nos desenvolver, para ser, para nos alegrar.

Mas este é um dos problemas básicos criados por uma educação equivocada: evite a si mesmo. As pessoas ficam sentadas em frente à TV, grudadas na poltrona durante quatro, cinco, até seis horas.

Na média, o norte-americano assiste à televisão durante cinco horas por dia, e essa doença se espalhará por todo o mundo. E o que você está vendo? E o que você está ganhando com isso? Queimando seus olhos...

Mas isso sempre foi assim; mesmo se a televisão não existisse, haveria outras coisas. O problema é o mesmo: como evitar a si mesmo? Porque a pessoa se sente muito feia. E quem a fez ficar tão feia? Seus pretensos religiosos, seus papas, seus shankaracharyas. Eles são responsáveis por distorcerem suas faces, e foram bem-sucedidos, tornaram todos feios.

Toda criança nasce bela e, então, começamos a distorcer sua beleza, mutilando-a e paralisando-a de muitas maneiras, distorcendo sua proporção, tornando-a desequilibrada. Mais cedo ou mais tarde ela fica tão desgostosa consigo mesma que aceita ficar com qualquer um. O sujeito pode procurar uma prostituta apenas para evitar a si mesmo.

Ame a si mesmo, diz Buda. E isso pode transformar todo o mundo, pode destruir todo o feio passado, pode anunciar uma nova era, pode ser o princípio de uma nova humanidade.

Osho, em "Amor, Liberdade e Solitude: Uma Nova Visão Sobre os Relacionamentos"
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

Mude sua mente, transforme sua vida


“Cada um de nós tem muitas escolhas, e podemos, a cada momento da vida, fazer novas escolhas. Não precisamos continuar a ser uma vítima do ambiente em que vivemos. Contudo, para encontra um outro caminho, precisamos trabalhar muito para não dar respostas reflexas que se baseiam nas nossas experiências e condicionamentos passados.

Podemos preferir olhar para dentro de nós mesmos a cada dia para ver se há resíduos de medo, julgamento, raiva ou ódio. Se os encontrarmos, podemos preferir ver o valor de mudar nossa mente, deixando de lado os pensamentos negativos e os julgamentos. Essas novas escolhas é que irão mudar a nossa vida. Podemos resolver, a qualquer momento, criar um presente que não seja determinado pelas sombras do temido e doloroso passado. Podemos escolher um presente que se baseie no amor e no perdão.

Podemos nos lembrar que a paz de espírito só se tornará uma realidade quando neutralizarmos os julgamentos negativos que fazemos uns dos outros, e acreditarmos, de todo coração, na igualdade. Não conquistaremos a paz de espírito até que tenhamos pelos outros o mesmo interesse que temos por nós mesmos.

Quando enxergarmos a luz dos outros, o poder milagroso do amor virá fazer parte de nossa vida. Quando isso acontecer, quando começarmos a mudar nossa mente, nossa vida também irá mudar e o preconceito e a discriminação começarão a desaparecer da face da Terra.

Afirmações:

1. Hoje verei todas as pessoas como iguais.
2. Se eu perceber que estou julgando os outros, devo lembrar de que isso acontece porque, de um modo ou de outro, estou julgando a mim mesmo.
3. Quando odeio os outros, é porque, de algum modo, odeio a mim mesmo.
4. Quando sou mesquinho com os outros, talvez seja porque não curei os momentos do meu passado em que os outros foram mesquinhos comigo.
5. Se eu me sinto o ‘dono da verdade’ com relação aos outros, talvez seja porque quero mostrar que eles estão errados só para provar que eu estou certo”.

Gerald Jampolsky – “Mude sua mente, transforme sua vida“
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Tarde.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

A vida só vai valer a pena quando for bem vivida


É preciso ter coragem de examinar suas atitudes! Olhe mais para o seu rosto, observe a sua expressão e responda: quem te vê, percebe que você está feliz? Sua fisionomia expressa alguma felicidade?

Esse momento difícil que você vive, por mais cheio de desafios que possa ser, não deveria influenciar tanto no que você está mostrando para o mundo. Certo? O que acontece no interior da gente, com certeza é demonstrado para o mundo.

Diz uma coisa: ao mastigar e demonstrar a todo mundo tanto as suas dores, sua insatisfação, seus problemas, você vai conseguir resolver e melhorar a sua situação? Talvez piore, sabia? Sim, porque as oportunidades somem, desaparecem quando a expressão da gente não é de contentamento, de alegria..... E na verdade você quer sempre passar algo bom para o mundo, né? É da nossa natureza humana colaborar, inspirar e alegrar as outras pessoas. Você se sente muito bem quando consegue passar aos outros o que há de melhor em você!

Por isso, cuide da sua alma!

Como anda a sua vida? Como anda a sua família? Como estão os seus relacionamentos? Como está a sua situação no geral? Vem cá: até quando vai levar a sua vida no "banho maria"? A vida só vai valer a pena quando for bem vivida, viu? E nunca esqueça que sempre é tempo de recomeçar. Não é isso que quer dizer a cada amanhecer?

Assuma de vez as rédeas de sua existência.Valorize mais a tudo que tem e merece ser valorizado! Valorize-se mais! Reaja! É preciso ser radical às vezes, tá? Afinal, a vida está passando muito rápido. A vida na verdade é como um fiapinho de tecido rasgado na eternidade do tempo!
Luis Carlos Mazzini
Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

O Inimigo Real do Amor


Em lugar do medo, viva o amor; eles são polos opostos. As pessoas geralmente acham que o amor e o ódio são opostos; isso é errado, eles não são. O amor e o ódio são a mesma energia. O amor pode se tornar ódio, o ódio pode se tornar amor; eles são conversíveis. Então eles não são opostos, são complementares.
Na realidade nós amamos e nós odiamos a mesma pessoa: o amor e ódio estão sempre juntos. A oposição real é entre o amor e o medo. Eles nunca estão juntos; se você se tornar muito apegado ao medo, o amor desaparece. O medo não pode ser convertido em amor; eles não são conversíveis.
Somente o amor torna alguém rico. O medo aleija, paralisa, e quanto mais paralisado, mais medroso você se torna; então é um círculo vicioso. O amor lhe da asas, ajuda-o a relaxar na vida, lhe dá coragem para experimentar a vida de maneiras diferentes. Permite-lhe todo o espectro da vida, é multidimensional. É o arco-íris inteiro, todas as cores da vida. Então a primeira coisa: abandone o medo e beba mais e mais amor, substitua o medo por amor.
E a segunda coisa: pense no céu, na vastidão; pense na liberdade, no infinito. Não pense em coisas pequenas, triviais. O medo sempre pensa em coisas pequenas; o amor nunca pensa em coisas pequenas. O amor está pronto para sacrificar tudo; o amor pensa somente no vasto. É uma águia no vento, a procura do desconhecido.

Osho
Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Lei do carma ou de causa e efeito


Toda ação gera uma força energética que retorna a nós da mesma forma. O que semeamos é o que colhemos.

É bem conhecido o ditado “você colhe aquilo que semeia”. Portanto, não há nada de misterioso na lei do carma. Obviamente, se desejamos felicidade, precisamos aprender a semear felicidade. Carma implica, então, escolha e ação conscientes.

Quer você goste ou não, tudo o que está acontecendo neste momento é resultado de escolhas feitas no passado. Infelizmente, muitos fazem escolhas inconscientes e por isso, acham que não são escolhas. Mas são.

Se eu o insulto, é provável que você escolha se ofender. Se eu lhe dirijo um cumprimento, é provável que você escolha se sentir grato e envaidecido. Pense bem: é sempre uma escolha.

Toda pessoa constitui – mesmo sendo um escolhedor infinito – um feixe de reflexos condicionados. Eles são disparados, constantemente por circunstâncias e por pessoas, resultando em comportamentos previsíveis. Essas reações também são escolhas que fazemos a todo momento. Simplesmente estamos escolhendo inconscientemente.

Se você parar um pouco e começar a observar suas escolhas no momento em que elas ocorrem, mudará esse aspecto de inconsciência. O simples ato de observá-las transfere todo processo do terreno do inconsciente para o do consciente. Escolher e observar conscientemente é muito enriquecedor.

Quando fizer uma escolha, faça uma pergunta a si mesmo: “Quais serão as consequências da escolha que estou fazendo?”

“Essa escolha trará felicidade a mim e aos outros ao meu redor?”

A resposta a primeira questão você sentirá em seu coração e saberá imediatamente quais serão as consequências. Quanto a segunda questão, se a resposta for sim, então persista nessa escolha.

Há um mecanismo muito interessante no universo para ajudar a fazer escolhas corretas. Esse mecanismo relaciona-se com as sensações físicas. Nosso corpo conhece dois tipos de sensações: uma é a do conforto e a outra é a do desconforto. Imediatamente, antes de fazer uma escolha consciente, observe seu corpo enquanto faz a pergunta “se eu escolher isso, o que acontecerá?” Se seu corpo enviar uma mensagem de conforto, é a escolha certa.

Para alguns, a mensagem de conforto e desconforto se dá na região do plexo solar (estomago). Para a maioria, no entanto, manifesta-se na área do coração. Espere pela resposta, uma resposta física, na forma de sensação, mesmo que seja muito leve.

Somente o coração conhece a resposta certa. Muita gente acha que o coração é piegas e sentimental. Não é. O coração é intuitivo. É holístico. É contextual. É relacional. Não se orienta por perdas e ganhos. Ele esta conectado ao computador cósmico que leva tudo em conta.

Às vezes, pode ate parecer irracional, mas o coração tem uma capacidade mais acurada e muito mais precisa de processar dados do que qualquer outra coisa que exista nos limites do pensamento racional.

Deepak Chopra
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

A Diferença Entre Cobrar e Receber Amor


Todos nós conhecemos a necessidade de amar e ser amado. No entanto, quando esta necessidade se torna carência, há algo extra a ser alertado: estamos vulneráveis e desequilibrados.

A origem da carência afetiva encontra-se em nossa dificuldade para receber amor. É como estar com fome e não ter estômago para digerir. Mas, como será que nosso estômago afetivo tornou-se tão pequeno? Fomos nos alimentando cada vez menos, à medida em que o alimento emocional tornou-se escasso ou invasivo.

Em outras palavras, fomos instintivamente diminuindo nosso estado de receptividade ao associar a experiência de receber amor a vivências de insuficiência, abandono ou de um controle excessivo. Se nos sentimos manipulados ao receber alimentos, presentes, elogios, carícias e incentivos, associamos a idéia de receber com o dever de retribuir algo além de nossa capacidade ou vontade pessoal. Quem não se lembra de ter escutado advertências como: Agora você já deve se comportar como um menino grande ou Se você comer todo jantar, pode comer a sobremesa....

Estas frases parecem inocentes, mas revelam os condicionamentos pelos quais passamos a aprender que receber modula nosso modo de ser.

Filhos de pais intrometidos e controladores desde cedo aprendem a conter seus desejos, pois sabem que ao revelarem suas intenções acabarão tendo que abandonar seus planos para realizar as vontades de seus pais. Para garantir fidelidade frente aos seus desejos e gostos, diferentes de seus pais e orientadores, acabam se contraindo cada vez mais - por um instinto de autopreservação, necessário no processo de autoconhecimento e autoconfiança, distanciam-se de seus pais para conhecer a si mesmos.

Desta forma, com a intenção de nos proteger do excesso ou da falta de atenção diante de nossas necessidades de amarmos e sermos amados, fomos nos fechando, isto é, formando camadas protetoras contra os ataques diante à nossa vulnerabilidade. Este processo sutil e delicado tem um efeito bastante grave: ao estar mais atento no que estou recebendo do que no que desejo, acabo aprendendo a dar mais atenção ao mundo exterior que às minhas reais necessidades.

A necessidade de ser amado faz parte de nosso instinto de sobrevivência, portanto é algo natural, enquanto seres que vivem em sociedade. Mas em nossa sociedade materialista onde autonomia é sinônimo de maturidade, muitas vezes esta necessidade é vista como um sinal de imaturidade ou infantilidade. Vamos esclarecer este preconceito: amar só se torna infantil quando se torna uma exigência unilateral: quando queremos apenas ser amados.

Estranhamente, quando quero algo do outro, deixo de perceber a mim mesmo. Quando preciso do outro, passo a controlá-lo. Então, ao invés de expressar o meu amor, passo a cobrar por atenção. No lugar de dizer que amo, digo o que falta no outro para me sentir amada.

Quantas discussões entre casais, pais e filhos estão baseadas nesta troca de intenções!

Vamos exemplificar melhor este drama. Quando o parceiro se distancia, por razões alheias à sua parceira, ela se sente abandonada. Então, no lugar de dizer: Quero estar mais próxima de você, ela diz: Você está distante!. Este seu modo de alertar o outro de sua carência é defensivo. Ela não está sendo aberta, nem transparente, pois detrás de sua reclamação há um desejo de controlá-lo, para que ele seja do modo como ela quer. Ele, sentindo-se pressionado, perde a espontaneidade e afasta-se cada vez mais. Ela sentindo-se carente, se torna refém da atenção dele!

Quando nos tornamos refém do comportamento alheio, deixamos de estar conectados ao nosso sentimento de amar e esperamos apenas ser amados. Em outras palavras, deixo de perceber o que estou sentindo em relação a ele e apenas me atenho ao que ele está demonstrando sentir em relação a mim. A expressão do afeto se contrai sob a pressão e gradualmente ambos perdem a espontaneidade.

Há uma diferença entre expressar claramente o que se quer e cobrar indiretamente o que se necessita. No momento em que simplesmente expresso meu desejo, desobrigo o outro de atuar. Assim, ele já não se sente mais pressionado a mudar e torna-se naturalmente disposto a retomar a relação.

Ao perceber nossas verdadeiras necessidades, desejos e intenções, liberamos o outro da carga de adivinhar o que secreta e indiretamente desejamos. Deixamos de imaginar o que precisamos e passamos a sentir nossas reais necessidades.

Este processo exige auto-observação. Muitas vezes, dar-se conta de algo que nos falta dói mais do que imaginávamos. Perceber nosso bloqueio em saber receber pode ser uma surpresa maior do que pensávamos. Mas, a cada momento que percebo uma limitação interior tenho a chance de mudar. Como?

Começando por admitir que receber é bom. Não é uma ameaça. Só a experiência pode nos afirmar o que queremos ou não. Precisamos aprender a sermos sinceros com nossas necessidades frente aos desejos alheios. Isso ocorre quando nosso sim é um sim verdadeiro.

Não precisamos deixar de ser quem somos ao receber algo intencional de outra pessoa. Não precisamos usar máscaras sociais comportando-nos como é esperado de nós. Nem nos sentirmos insuficientes e inadequados se não estivermos em condições de retribuir. Podemos ser autênticos!

Nos sentimos amados quando o outro nos aceita tal como somos. Portanto, dar amor é abrir-se para receber o amor que o outro tem para lhe dar. Dar um espaço de si para acolher o outro em seu interior.

Bel Cesar


Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Tarde.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

Cada pensamento nosso


"Cada pensamento nosso, no qual colocamos crédito, provoca uma atitude. Nossas atitudes são frutos de nossas crenças. Agimos de acordo com elas. Cada atitude nossa movimenta as energias ao nosso redor e promove uma reação. É como quando estamos dentro de uma piscina. Qualquer gesto movimenta a água em ondas que vão e vêm, reagindo a nosso contato.
Estamos todos mergulhados na mente universal, como quando estamos dentro da água, cercados de energias. Elas são neutras. São nossas atitudes que lhes dão padrão e as projetam para o futuro, provocando reações dentro do sistema, que reage e responde, devolvendo o resultado.
Toda atitude nossa tem, portanto, uma resposta da vida. Mas como ela age sempre pelo melhor, essa situação não é definitiva. Quantas vezes vimos predições ruins que nunca se realizaram? É que as leis universais não agem para nos castigar ou punir. Em sua sabedoria, sabem que a punição ou o castigo nunca educaram ninguém. Ao contrário, quando modificamos nossas atitudes, elas apagam e substituem aquelas energias negativas que emitimos anteriormente pelas novas e melhores de agora. Com esse critério, aquelas reações dolorosas que estavam programadas em nossa vida são modificadas."

Zíbia Gasparetto
Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Eu Nunca Estou Transtornado Pela Razão Que Imagino


"O que aconteceria se acreditássemos que o que vemos é determinado pelos pensamentos de nossa mente? Talvez pudéssemos acalentar uma idéia que, nesse momento, parece pouco natural e estranha para nós, isto é, que nossos pensamentos são a causa e o que vemos é o efeito. Nesse caso, não faria sentido acusar o mundo, nem os que habitam nele, das misérias e sofrimentos que sentimos, porque, então, seria possível considerar a percepção como um "espelho e não um fato".

Imagine também que a mente pode ser comparada a uma câmera de cinema que projeta nossos estados interiores para o mundo. Quando a mente está cheia de pensamentos desagradáveis, vemos o mundo e seus habitantes como desagradáveis. Por outro lado, quando a mente está em paz, o mundo e seus habitantes nos dão a impressão de estarem em paz. Podemos escolhar acordar de manhã e ver um mundo acolhedor por meio de óculos que filtram tudo, exceto o Amor.

Talvez conviesse questionar a nossa necessidade de tentar controlar o mundo externo. Podemos, em vez disso, controlar permanentemente o nosso mundo interior escolhendo os pensamentos que queremos ter na cabeça. A paz da mente começa com os nossos próprios pensamentos e estende-se para fora. É a partir da nossa paz da mente (causa) que surge uma percepção da paz do mundo (efeito)."

Gerald Jampolsky - "Amar é libertar-se do medo.
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Tarde.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

quarta-feira, 21 de maio de 2014

O SILÊNCIO PODE SER A MELHOR RESPOSTA


Descobrimos o valor do silêncio, quando no decorrer de nossa vida, muitas vezes sofremos ataques injustos, ofensas, e até mesmo somos vítimas de calúnias, fatos provocados por momentos de raiva de algumas pessoas, que, com motivo ou não, se acham no direito de nos atacar. Quem não já passou por momentos assim? Sempre existem pessoas que se comprazem em agredir alguém. É tão fácil acusar, mas por vezes o complicado é ter de provar.

Que fazer nesses momentos? Nosso primeiro impulso é revidar, devolvendo as violências e as ofensas à altura, dando assim início a um círculo vicioso sem fim, pois sempre atos violentos, geram uma resposta de igual ou maior violência.

Se tais ataques representarem iminente perigo para nossa integridade física, claro que deveremos armar um esquema de defesa. Contudo, se forem ataques meramente verbais, cuja resposta poderá originar uma discussão que poderá ir num crescendo, podendo levar a consequências tristes, penso que a melhor política é a do silêncio, mostrando com o desprezo do silêncio, o que realmente pensamos a respeito.

E assim, simplesmente ignorar os ataques, dando tempo para a pessoa refletir e possivelmente cair em si, e chegar à conclusão de que tais atitudes não levam a nada.
E as reveja.

Bem a propósito, recebi de uma amiga, uma citação do Dalai Lama, colhida no livro "O Caminho da Tranquilidade". Vejam que beleza:

"Descobri que o mais alto grau de paz interior decorre da prática do amor e da compaixão. Quanto mais nos importamos com a felicidade de nossos semelhantes, maior o nosso próprio bem-estar. Ao cultivarmos um sentimento profundo e carinhoso pelos outros, passamos automaticamente para um estado de serenidade. Esta é a principal fonte da felicidade".
Realmente, esta mensagem nos leva a uma reflexão profunda. Se tivermos dentro de nós pensamentos negativos, atitudes de raiva e revide, estaremos prejudicando nossa própria paz interior. E essa paz interior deve sempre ser preservada.
Se, pelo contrário, tivermos pensamentos positivos, voltados para a compaixão, estaremos trabalhando em prol de nossa paz interior. E esse é nosso principal objetivo, sermos felizes. Nessa linha de pensamento, a vida se torna muito mais produtiva, e sempre seremos olhados com simpatia e seremos benquistos.
Cultivando ódios fica mais difícil conseguir isso, não tenham dúvidas.
Nem sempre é fácil "deixar prá lá" uma ofensa recebida. Mas experimentem fazê-lo, ao invés de revidar. Mesmo que o desafeto não caia em si e reconheça o erro, pelo menos a disputa não terá sequência.

Por vezes a pessoa renova os ataques, mas uma hora se cansa, vendo que não há resposta, que não se cria a polêmica desejada, e isso fatalmente fará com que ela perca o interesse pela briga. Então, conseguiremos a paz. E o outro lado também acabará encontrando a paz, não tenham dúvidas.

Essa é a questão.
Pergunta-se o que pode levar uma pessoa desejar o mal de outra. Isso requer um estudo muito profundo sobre a personalidade humana, pois são tantas as razões que podem provocar o despertar de sentimentos negativos que chega a ser impossível chegar-se a uma conclusão.
Pode ser um amor não correspondido. Pode ser uma possível ameaça a uma eventual situação de liderança, pode ser inveja por prestígio adquirido, pode ser antipatia gratuita, pode ser uma situação de momento, pode ser intriga de outras pessoas, pode ser o que nem sempre pode ser, mas que algo poderá ser, mesmo que não possa ser, ou seja, que não haja base para tais ataques.
Enfim, são tantas as situações que podem levar uma amizade ao fim, que podem provocar situação de desentendimento, que seria muito cansativo enumerá-las todas.
O importante é que tenhamos em nosso interior um desejo de paz. Não digo que devemos perdoar a quem nos ofendeu e reatar laços de amizade violentamente rompidos, pois isso já exigiria uma preparação espiritual um pouco acima de nossa condição de pessoas normais. Basta esquecermos o ocorrido, e já daremos um grande passo para nosso bem estar interior.
E de nosso desafeto também.
Bem... espero que todos meus amigos e amigas tenham UM LINDO DIA.


Marcial Salaverry
Meus amigos(as) desejo a todos um ótimo Dia.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

Como Se Desapegar?


O desapego é a parte fundamental do processo evolutivo. De fato, sem o desapego, esse processo torna-se lento e pouco produtivo, pois que está no desprendimento a raiz para a experiência da felicidade e do amor incondicional. Sem o desapego, o sofrimento então tem total liberdade de adentrar na vida das pessoas.

O apego surge naturalmente a partir do momento em que a mente cria uma imagem e, por conseguinte, um vínculo com uma pessoa ou um objeto. E esse vínculo traz segurança para a pessoa, uma vez que está baseado numa imagem pré-estabelecida. Todavia tal criação é puramente mental e fundamentada a princípio na falta de autoconhecimento.

Deste modo, mesmo que o caro leitor agora já esteja desperto e já tenha avançado muito em seu desenvolvimento pessoal, ainda assim passou a maior parte de sua vida criando imagens a respeito de tudo, portanto criando vínculos ou pré-conceitos. Logo, no ponto em que se encontra, ainda há muito a ser revisto a respeito do mundo e das pessoas ao redor.

Quando o apego surge, temos então o sofrimento, pois que nos identificamos com tudo, positiva ou negativamente, e quando algo abala a imagem que criamos, então experimentamos o sofrimento e seus desdobramentos como ódio, tristeza, ojeriza, depressão, saudosismo, etc.

Eis então o porquê da importância de aprender a permanecer sempre no presente. Pois todas as imagens são baseadas em lembranças ou em imaginação. Quando estamos no agora, as imagens são apenas reflexos de outras linhas de percepção temporal, todavia podem ser encaradas de outra maneira, levando-nos a desconstruir todos os nossos conceitos a respeito de algo.

O estado de pura consciência consiste em acordar todas as manhãs como se fosse o primeiro dia de nossas vidas. Pois isso leva a ver e a observar as coisas sem pré-conceitos ou imagens, vendo-as como são e não como achamos que são. Esse estado de pura consciência é parecido com o que as crianças de colo experimentam; a diferença é que o nosso intelecto já está desenvolvido, assim sendo temos consciência de que temos consciência.

Portanto a criança observa o mundo de maneira desprendida, vendo tudo como algo novo e de ramificações incríveis. Tudo é novidade, portanto tudo é observado com bastante interesse. Esse estado precisa ser readquirido na fase adulta, porém devido às influências da sociedade, das religiões e dos pais, nossos egos ganham força e perdemos a simplicidade da observação.

Deste modo, o primeiro passo para o desapego é destruir todas as imagens que se cria a respeito de algo ou alguém. Logo, se você vê seu cônjuge como sua fortaleza, destrua-a agora! Veja seu companheiro como se fosse a primeira vez, sem julgamentos, sem imagens, sem pré-conceitos, sem tentar compreender de maneira intelectual a outra pessoa. Apenas observe e aproveite o momento.

Da mesma forma, não veja mais o seu filho como algo pertencente a você. Ele é livre e precisa expressar essa liberdade. E se ele já está crescido, apague todas as imagens de quando ele era criança, do contrário você continuará vinculado a uma imagem que já não mais corresponde ao que se apresenta no agora.

Na verdade, nenhuma imagem que criamos corresponde à verdade. Todas elas são apenas projeções pessoais que acabamos encarando como algo alheio a nós. É preciso que as pessoas aprendam a ver as coisas de maneira pura, sem véus e sem filtros.

Quando observamos as coisas sem a criação de imagens, não apenas o desapego surge, como também a primeira fagulha de um amor verdadeiro, mais profundo, pois começamos a ver as outras pessoas como elas são por detrás de todas as máscaras, de todos os condicionamentos, inclusive dos nossos próprios.

E essa nudez é o que realmente nos aproxima uns dos outros. É a partir dela que começamos a realmente nos tornar apenas um.

Trecho do livro "Potencialidade Pura", Marcos Keld
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Noite.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco

Como o Corpo de Dor Se Alimenta dos Pensamentos


O corpo de dor desperta da sua dormência quando sente fome, na hora de se realimentar. Mas isso também pode ser provocado por um acontecimento a qualquer momento. Às vezes, o corpo de dor que está pronto para se nutrir usa o fato mais insignificante como um estímulo - de algo que alguém diz ou faz a um pensamento. Se vivemos sozinhos ou caso não haja ninguém próximo a nós no momento, ele irá se alimentar dos nossos pensamentos, que, de repente, se tornarão profundamente negativos. Em geral, não temos consciência de que, pouco antes do surgimento desse fluxo de pensamentos ruins, uma onda de emoções invade nossa mente na forma de um humor sombrio e pesado, de ansiedade ou de raiva extrema. Todo pensamento é energia, e nesse instante o corpo de dor está se abastecendo com essa energia. Contudo, ele não pode se alimentar de qualquer pensamento. Não precisamos ser especialmente sensíveis para observar que os pensamentos positivos têm um tom de sentimento diferente daqueles que são negativos. E a mesma energia, porém ela vibra em outra freqüência. O corpo de dor não consegue digerir um pensamento feliz. Ele só tem capacidade para consumir os pensamentos negativos porque apenas esses são compatíveis com seu próprio campo de energia.
Todas as coisas são campos de energia vibratória num movimento incessante. A cadeira em que estamos sentados ou o livro que seguramos nas mãos parecem sólidos e imóveis somente porque é assim que nossos sentidos percebem sua freqüência vibratória, isto é, o movimento contínuo das moléculas, dos átomos, dos elétrons e das partículas subatômicas - elementos que, juntos, criam aquilo que percebemos como uma cadeira, um livro, uma árvore, um corpo, etc. O que consideramos matéria física é energia vibratória (em movimento) numa determinada extensão de freqüências. Os pensamentos são constituídos dessa mesma energia, que vibra numa freqüência superior à da matéria, e é por isso que não podem ser vistos nem tocados. Eles têm sua própria extensão de freqüências, com os pensamentos negativos na extremidade inferior da escala e os pensamentos positivos na extremidade superior. A freqüência vibratória do corpo de dor encontra eco na dos pensamentos negativos, assim apenas estes últimos podem alimentá-lo.
O padrão usual de pensamento para criar emoções é revertido no caso do corpo de dor, pelo menos no início. A emoção que parte dele adquire rapidamente o controle do pensamento. E, uma vez que a mente é dominada pelo corpo de dor, o pensamento se torna negativo. A voz na nossa cabeça começa a contar histórias tristes, cheias de ansiedade e rancor que podem falar sobre nós, nossa vida, outras pessoas, o passado, o futuro ou acontecimentos imaginários. Essa voz será de censura, acusação, queixa, fantasia. E estabeleceremos uma total identificação com qualquer coisa que ela diga, acreditando em todos os seus pensamentos distorcidos. A essa altura, o vício da infelicidade terá se instalado em nós.
Não é que sejamos incapazes de deter o trem dos pensa-mentos negativos - o mais provável é que nos falte vontade de interromper seu curso. Isso acontece porque, nesse ponto, o corpo de dor está vivendo por nosso intermédio, fingindo ser nós. E, para ele, a dor é prazer. Ele devora ansiosamente todos os pensamentos negativos. Na verdade, a voz corrente na nossa cabeça torna-se a voz dele. E ela assume o diálogo interior. Um círculo vicioso se estabelece: todo pensamento nutre o corpo de dor, que, por sua vez, produz mais pensamentos. Em algum momento, após algumas horas ou até mesmo depois de poucos dias, ele estará realimentado e retornará ao seu estágio latente, deixando para trás um organismo exaurido e um corpo físico muito mais suscetível à doença. Se ele lhe parece um parasita psíquico, você está certo. É exatamente o que ele é.

Um Novo Mundo o despertar de uma nova conciência - Eckhart Tolle
Meus amigos(as) desejo a todos uma ótima Tarde.
Muita Paz para todos.
Força Sempre
Claudio Pacheco